Horst Brenke: O Brasileiro no Exército de Hitler

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Filho de alemães, Horst Brenke nasceu em Curitiba (PR), em 1926, e quando tinha 4 anos, mudou para Belo Horizonte, onde viveu até os 12. Em 1939, sua família retornou para a Alemanha, de onde havia fugido da Primeira Guerra Mundial. Por uma ironia do destino, Horst e seus familiares voltaram ao país europeu justamente quando um novo conflito se iniciava. Tentaram fugir novamente, com destino ao Brasil, mas os portos alemães já estavam totalmente fechados.

Já em 1945, quando a Segunda Guerra Mundial estava se aproximando do fim, Horst Brenke vivia o auge de sua adolescência, aos 18 anos, quando uma simples ida à padaria se transformou em um grande drama. Durante o caminho para comprar pão, Horst foi recrutado, forçadamente, para fazer parte do exército nazista do ditador Adolf Hitler. O pai saiu para procurá-lo e também não retornou. Assim, mãe e filha precisaram sobreviver com o pouco que restava e conseguiam com os cupons. Era uma vida difícil. Horst da mesma forma tentava sobreviver.

Já em 1945, quando a Segunda Guerra Mundial estava se aproximando do fim, Horst Brenke vivia o auge de sua adolescência, aos 18 anos, quando uma simples ida à padaria se transformou em um grande drama. Durante o caminho para comprar pão, Horst foi recrutado, forçadamente, para fazer parte do exército nazista do ditador Adolf Hitler. O pai saiu para procurá-lo e também não retornou. Assim, mãe e filha precisaram sobreviver com o pouco que restava e conseguiam com os cupons. Era uma vida difícil. Horst da mesma forma tentava sobreviver.

Já em 1945, quando a Segunda Guerra Mundial estava se aproximando do fim, Horst Brenke vivia o auge de sua adolescência, aos 18 anos, quando uma simples ida à padaria se transformou em um grande drama. Durante o caminho para comprar pão, Horst foi recrutado, forçadamente, para fazer parte do exército nazista do ditador Adolf Hitler. O pai saiu para procurá-lo e também não retornou. Assim, mãe e filha precisaram sobreviver com o pouco que restava e conseguiam com os cupons. Era uma vida difícil. Horst da mesma forma tentava sobreviver.

Quando foi capturado pelos russos, Horst e outros precisaram andar quilômetros durante dias e depois foram colocados em vagões apertados e sem ventilação e conduzidos por mais vários dias até um destino totalmente desconhecido. No caminho sentiam fome e sede e nas paradas recebiam uma sopa rala.

Nos vagões, Horst viu pessoas morrendo sem nenhuma força, como aconteceu com muitos durante a guerra. Foi com base no diário, escrito enquanto o “brasileiro” esteve preso na União Soviética de Stalin e legado à família, que passou a viver em Minas Gerais, que o jornalista Tarcísio Badaró reconstruiu a trajetória do garoto de 19 anos de idade. Badaró visitou arquivos, consultou historiadores, entrevistou a família brasileira e os amigos, e refez o percurso anotado no diário de Horst Brenke, mais de sete décadas antes; visitou Alemanha, Rússia, Itália, Hungria e Áustria.

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