Independência dos EUA e o Imperialismo no Século XIX

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Independência dos EUA

Colônia de povoamento: pessoas expulsas da Inglaterra povoaram e criaram plantações para própria alimentação. A liberdade comercial dada pela Inglaterra foi mais por desinteresse do que por intenção de beneficiar os colonos.

No século XVIII, a Inglaterra percebe que o pacto colonial é uma boa maneira de explorar. Mesmo com o Iluminismo na Europa, aplicam o mercantilismo nos EUA (Sul: algodão; Norte: manufaturas). Como a Inglaterra estava empobrecida, cobrou altos impostos dos americanos, aplicou as Leis Intoleráveis, fechou as manufaturas e proibiu os EUA de negociar com outro país a não ser ela mesma. Os colonos se revoltaram e declararam independência, o que gerou muitas guerrilhas entre a colônia e a metrópole. Percebendo que os EUA não iriam desistir, a Inglaterra cedeu e reconheceu a independência estadunidense.

Constituição Americana

  • República;
  • Presidencialismo;
  • Voto restrito a homens de propriedade;
  • Manutenção da escravidão (Sul).

Independência da América Espanhola

Causas: Iluminismo, Independência dos EUA, Napoleão Bonaparte (enfraquecimento espanhol) e elites locais descontentes com o pacto colonial.

Processo: Conflito entre Chapetones (espanhóis) e Criollos (brancos nascidos na América).

América Independente

  • Fragmentação política;
  • Divergências econômicas;
  • Elites locais não se entenderam, pois todos queriam governar;
  • Fragmentação do território em vários pequenos países;
  • Economia fraca, dependente do mercado externo e de base agrícola.

Expansão dos EUA

  1. Negociar terras: para ganhar territórios (Flórida e Louisiana);
  2. Comprar terras: Alasca e Havaí;
  3. Guerra: contra o México (Texas e Califórnia) e contra os indígenas (conquista de áreas com ouro).

Guerra de Secessão

Conflito entre o Norte e o Sul dos EUA:

  • Norte: abolicionista, industrial e protecionista;
  • Sul: escravista, agrícola e liberal.

O Norte saiu vitorioso.

Imperialismo

Conceito: Uma consequência da Revolução Industrial, baseada na dominância imposta por uma poderosa nação sobre países mais frágeis.

Justificativa Ideológica: Os europeus alegavam levar o progresso para regiões "atrasadas", mas o objetivo real era a exploração.

Objetivos: Explorar e adquirir novas fontes de riqueza.

Causas: Revolução Industrial, busca por matéria-prima, mão de obra barata, mercado consumidor e o Darwinismo Social (hegemonia branca).

Consequências: Destruição das culturas submetidas, novas áreas de expansão industrial, novas ideias científicas, conflitos entre as nações imperialistas e a Primeira Guerra Mundial.

Partilha da África

Na Conferência de Berlim (1884), as potências da Europa dividiram a África em várias colônias para exploração, sem considerar as rixas culturais entre os povos africanos.

Imperialismo na Ásia

Os ingleses instalaram a Companhia das Índias Orientais, empresa que comercializava produtos indianos como o algodão e o chá. Construíram ferrovias e estradas, mas houve intensa exploração das classes mais pobres.

Revolta dos Cipaios: Soldados indianos do exército britânico descobriram que a graxa das armas era feita de gordura de vaca (animal sagrado). Ao morder o cartucho para expor a pólvora, ingeriam a gordura, o que gerou uma rebelião duramente reprimida pelos ingleses.

Guerra do Ópio

Ao perceber o aumento do consumo e os efeitos danosos do ópio, o governo chinês proibiu a venda. Porém, o contrabando continuou, com os ingleses extraindo na Índia e vendendo na China. Os ingleses derrotaram a China facilmente e conquistaram mais vantagens comerciais em solo chinês.

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