Lista de Exercícios: Fitopatologia - 2ª Prova
Lista de Exercícios – Fitopatologia – 2ª Prova
1. Quais os cuidados que devem ser tomados durante a colheita de mamão para evitar o ataque por doenças que degradam órgãos de armazenamento (neste caso, o fruto)?
R: É necessário efetuar o tratamento dos frutos após a colheita. É importante salientar que o tratamento hidrotérmico pode causar alterações no metabolismo do fruto e consequente descaracterização da palatabilidade, sendo necessário um rígido controle da temperatura da água e do tempo de imersão.
2. Quais devem ser as condições de armazenamento de sementes ou frutos que evitem o desenvolvimento de podridões?
R: Local bem arejado ou a baixas temperaturas (atrasa a maturação), com prévia desinfecção. Sementes: colheita na umidade adequada, estocagem em local apropriado e fumigação (evita ferimentos).
3. De que forma as doenças do grupo II (danos em plântulas) reduzem a produtividade das lavouras?
R: O enfraquecimento da epiderme faz com que ela se rompa facilmente, liberando estruturas de reprodução (Tombamento ou damping off):
- Destruição de tecidos jovens;
- Podridões de sementes pós-semeadura;
- Tecidos atacados: da semente ou produzidos pela germinação da mesma.
4. Qual é a característica das doenças do grupo II que evidenciam ser o problema uma doença e não um problema fisiológico das sementes?
R: Apodrecimento com liberação de sementes e posterior germinação, tecido encharcado, desidratação do tecido e mumificação. Em alta umidade, apresenta densa massa acinzentada ou esbranquiçada.
5. Qual a principal forma de controle de doenças que causam danos em plântulas (doenças do grupo II)?
R: Regular certas condições ambientais. Não existem variedades resistentes. Utilizar sementes sadias, tratamento com fungicidas, tratamento do solo e rotação de culturas. Evitar solos mal drenados, manejar corretamente a irrigação e utilizar sementes de alto vigor semeadas na profundidade adequada.
6. Qual o processo biológico vital que as doenças do grupo III (podridão de raiz e colo) comprometem?
R: Murcha, amarelecimento, deficiência nutricional, seca, morte da planta e seca parcial ou total de ramos (árvores e arbustos).
7. Plantas atacadas por doenças desse grupo normalmente são identificadas por sintomas que não se apresentam no local da infecção. Que tipo de sintoma é este? Cite um exemplo.
R: Lesões no caule, acima ou abaixo da superfície do solo; lesões deprimidas e marrons, com ou sem sinais; enfraquecimento da região, com possível anelamento ou tombamento.
8. Por que é difícil controlar doenças vasculares? Cite pelo menos dois motivos.
R: Os patógenos se desenvolvem no solo e penetram no hospedeiro via sistema radicular; podem sobreviver no solo por vários anos ou por meio de estruturas de resistência.
9. Os patógenos causadores de podridões de raiz e colo e murchas vasculares, bem como os que causam danos em plântulas, normalmente permitem identificar problemas relacionados ao solo da lavoura. Cite dois destes problemas e explique por que a presença da doença os torna evidentes.
R: [Resposta pendente]
10. Ainda com relação aos patógenos que sobrevivem no solo, quais seriam as formas de reduzir o potencial de inóculo de uma área já infestada?
R: Aração profunda, eliminação de restos de cultura, solarização (cobrir o solo com lona) e uso de defensivos agrícolas.
11. De que forma a aração profunda pode reduzir a incidência de murchas vasculares?
R: Porque elimina os restos de culturas que servem de abrigo para o patógeno.
12. Como um técnico de campo pode se certificar de que o agente causal de uma doença vascular é uma bactéria? E se for um fungo?
R: Pela observação de estrias, manchas foliares e exsudação bacteriana.
13. Qual o processo biológico vital afetado por doenças foliares?
R: [Resposta pendente]
14. Cite pelo menos três consequências de doenças foliares.
R: Destroem os tecidos reduzindo a área foliar da planta, prejudicam a fotossíntese, afetam o sistema vascular e reduzem o rendimento.
15. Os patógenos que causam doenças foliares são mais específicos do que os dos grupos inferiores (I a IV). Considerando estratégias de controle, qual a maior vantagem desta especificidade?
R: Economia com agrotóxicos.
16. Para doenças do grupo I, o patógeno se localiza de forma concentrada nas lesões, nas folhas. Qual a vantagem deste fato considerando estratégias de controle?
R: [Resposta pendente]
17. Qual a característica de disseminação das ferrugens que as tornam doenças tão importantes?
R: Disseminação pelo vento, por implementos agrícolas e restos de cultura.
18. Por que o vazio sanitário é uma forma eficiente de reduzir os danos causados pela ferrugem asiática da soja?
R: [Resposta pendente]
19. Cite uma forma comum de controle de oídios.
R: Uso de enxofre elementar (primeiro fungicida eficiente contra oídios).
20. Por que as doenças conhecidas como carvões recebem este nome?
R: Por causa do seu formato e coloração escura, semelhante ao carvão.
21. Qual o processo vital afetado pelas doenças do grupo VI (viroses, carvões e galhas)?
R: [Resposta pendente]
22. Sabe-se que vírus são parasitas obrigatórios. Assim sendo, de que forma se dá a fase de sobrevivência do ciclo destes patógenos?
R: [Resposta pendente]
23. Quais as formas de infecção por vírus?
R: [Resposta pendente]
24. Quais os grupos de patógenos capazes de causar galhas?
R: Bactérias, fungos e nematoides.
25. O que são os modelos e sistemas de previsão e aviso de doenças de plantas?
R: São representações simplificadas da realidade, baseadas na forma de desenvolvimento do patógeno.
26. Para que servem os sistemas de previsão e avisos?
R: Servem para prever e ver antecipadamente a ocorrência de doenças, permitindo um manejo mais racional.
27. Geralmente os sistemas de previsão e avisos consideram com grande importância um fator que o homem não pode controlar. Que fator é este? E por que ele tem tanta importância num modelo de previsão?
R: [Resposta pendente]
28. Explique o que significa nível de dano econômico? E nível de controle da doença?
R: [Resposta pendente]
29. De que forma a rotação de culturas pode diminuir o risco de ocorrência de epidemias?
R: Princípio: supressão ou eliminação do substrato apropriado ao patógeno. A ausência da planta ou de seus restos leva à erradicação dos patógenos dependentes desta espécie. Na monocultura, o patógeno é estimulado e mantido em potencial de inóculo suficiente para manter o ciclo, aumentando o risco de epidemias.
30. A rotação de culturas é mais eficiente para doenças mais específicas ou menos específicas? Por que?
R: Para doenças específicas, pois sobrevivem em restos culturais, não possuem habilidades competitivas, não apresentam estruturas de resistência, possuem esporos que não são transportados pelo vento a longas distâncias e apresentam poucos ou nenhum hospedeiro alternativo.
31. Explique o que vem a ser o controle biológico por antibiose.
R: O patógeno, o hospedeiro e os antagonistas interagem num sistema biológico. Pode ser feito via tratamento de sementes com microrganismos antagônicos. A superfície foliar é habitada por diversos microrganismos; qualquer alteração neste ambiente pode favorecer o desenvolvimento de patógenos.
32. Defina resistência horizontal e vertical.
R: [Resposta pendente]
33. De que forma um herbicida pode influenciar no controle de doenças? E um inseticida?
R: [Resposta pendente]
34. Qual a forma de ação de um fungicida protetor?
R: São aplicados sobre os órgãos suscetíveis do hospedeiro e formam uma camada superficial protetora antes da deposição do inóculo.
35. Qual o tipo de fungicida capaz de curar uma doença de planta? Por que estes produtos têm esta capacidade?
R: [Resposta pendente]