Pensamento Crítico, Ciência e Pesquisa em RP

Classificado em Filosofia e Ética

Escrito em em português com um tamanho de 4,17 KB

1. Conforme o texto, segundo os autores, criticar é o ato de julgar, discernir e analisar para melhor poder avaliar os elementos componentes da questão. Isso faz com que seja possível se posicionar de forma concisa, sem ser superficial. Dessa forma, visando a discussão posta a partir desses conceitos citados, acredito que sou, sim, uma pessoa crítica, pois, antes de qualquer coisa, procuro provas e as analiso para poder, assim, me posicionar frente a determinado objeto ou assunto.

2. “A objetividade é a condição básica da ciência” é uma afirmativa baseada no fato de que a ciência não é feita de achismos, suposições e afins. Ela é o que é: uma atividade onde o interesse está no problema e na solução deste. E é essa objetividade que transforma o trabalho científico em impessoal, já que, ao se desprender da subjetividade, torna qualquer experiência repetível, pois esta se liga a métodos, à análise de informações, à análise de dados e afins, aos quais são feitas ponderações para que, por fim, se chegue a um resultado. Tudo isso porque a postura científica não é passível de metades. Ou seja, não existem “meias soluções” e muito menos os “eu acho”, “eu creio”, “eu penso”, que são soluções baseadas em reflexões pessoais. Conclui-se, então, que tal assertiva existe devido à postura científica implicar em ações racionais, excluindo qualquer razão dada à arbitrariedade, sentimentalismo e coisas relacionadas. Diante disso, é preciso levar em consideração o contexto no qual o referido está inserido e abordá-lo sob a ótica dos tipos de conhecimento existentes, que são:

  • A) Conhecimento empírico: senso comum. É ametódico e assistemático.
  • B) Conhecimento científico: informações comprovadas através de pesquisas e dados científicos. É a busca constante de explicações, soluções, revisão e reavaliação dos fatos. O conhecimento científico busca se aproximar da realidade através de métodos que proporcionem maior controle e revisão das outras formas de saber que não são científicas.
  • C) Conhecimento filosófico: reflexões acerca de questões subjetivas, de ordem metafísica. O conhecimento filosófico não tenta solucionar problemas de forma definitiva, mas permitir ao indivíduo abrir um leque de possibilidades através das diversas interpretações que algo pode ter.

Por isso, precisamos de evidências, as quais se caracterizam como o argumento coerente, a manifestação clara e exposta da essência das coisas. Na verdade, ela se constitui de várias opiniões e está sempre se transformando em busca de um consenso que provavelmente nunca chegará. Geralmente, o que se acata como opinião pública é o que uma parcela da população tida como importante, de acordo com determinadas proposições, acredita.

A pesquisa em RP objetiva: conhecer a opinião do público; ter em mãos uma descrição aprofundada da organização, comunicação e públicos; obter elementos para a análise dos micro e macroambientes; avaliar continuamente o processo de implementação de planos, projetos e programas de RP, além do diagnóstico e prognóstico, que são, respectivamente, conhecer o que ocorre e por que ocorre no processo do sistema organização-públicos e prever o que provavelmente ocorrerá no processo.

A pesquisa quantitativa atua em níveis de realidade, tendo como campo de práticas e objetivos trazer à luz dados, indicadores e tendências observáveis. Já a pesquisa qualitativa se aprofunda na complexidade de fenômenos, fatos e processos particulares e específicos de grupos mais ou menos delimitados em extensão e capazes de serem abrangidos intensamente.

O que não quer dizer que exista uma mais importante ou melhor que a outra, visto que não adianta o pesquisador ter em mãos todos os equipamentos de mensuração se eles não se adequam à compreensão dos dados e nem respondem perguntas simples. Com isso, é possível dizer que uma pode se

Entradas relacionadas: