Política Externa Brasileira: De FHC a Dilma

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Governo FHC: Estabilidade e Diplomacia

  • Plano Real: FHC assume com alta popularidade, trazendo estabilidade econômica.
  • Neoliberalismo: Proposta de encerrar a Era Vargas.
  • Diplomacia Presidencial: FHC centraliza a política externa, retirando-a do Itamaraty.
  • TNP: Brasil assina o Tratado de Não Proliferação Nuclear sem barganhas.
  • Relações com os EUA: Aproximação com Clinton; monitoramento dos EUA no Brasil (CIA em SP).
  • ALCA e Plano Colômbia: Mídia nacional favorável, FHC contrário. Presença militar dos EUA na América do Sul.
  • Mercosul: Foco reduzido da América Latina para a América do Sul; liderança compartilhada.
  • Segundo Mandato: Primeira reeleição da história. Crise de 1999 e desvalorização do Real.
  • Atuação Regional: Postura de estadista na Venezuela e Paraguai para evitar intervenções.
  • China e Ásia: Crescimento do intercâmbio comercial e projetos como o CBERS.

Tendências do Século XXI

  • Unilateralismo dos EUA: Declínio da percepção de poder após o 11 de setembro.
  • Guerra ao Terror: Eixo do Mal e intervenções no Afeganistão e Iraque.
  • Multipolaridade: Surgimento do G20, Fórum Social Mundial e fortalecimento das relações Sul-Sul.
  • BRICS (2001) e IBAS (2003): Foco na não intervenção e cooperação entre países emergentes.
  • Mudanças Estruturais: Deslocamento do centro dinâmico para a Ásia e importância dos recursos energéticos.

Governo Lula: Protagonismo Internacional

  • Estratégia: Busca por autonomia, rearmamento das Forças Armadas e redução de desigualdades.
  • Integração Regional: Mercosul como projeto político e criação da Unasul (2007).
  • Relações Globais: Parceria madura com os EUA, fortalecimento das relações com a África e Oriente Médio.
  • ONU: Aumento da relevância brasileira em missões de paz.

Governo Dilma: Continuidade e Desafios

  • Foco Interno: Política externa mantida, porém com menor ênfase que no governo anterior.
  • Mercosul e CELAC: Continuidade da integração regional.
  • Relações com a China: Aumento das trocas comerciais, mas com perda de qualidade na pauta exportadora.
  • BRICS e IBAS: Manutenção e melhoria das relações políticas e declarações conjuntas.

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