Processos Decisórios: Tipos, Modelos e Eficácia

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1. Decisões não programadas: São decisões difíceis de ocorrer, únicas e tomadas pela alta administração. Trata-se de problemas complexos que a organização ainda não havia enfrentado anteriormente.

2. Decisões programadas: São decisões rotineiras e padronizadas, tomadas pelos níveis operacionais da administração para lidar com situações cotidianas.

3. Ética e Responsabilidade: Além dos resultados econômicos, a dimensão ética tornou-se uma das principais preocupações dos gestores. A adoção de uma conduta pautada em princípios morais, no respeito ao ambiente e nos valores da comunidade é uma exigência incontornável das sociedades empresariais, podendo influenciar inclusive a competitividade. Deve-se considerar resultados econômicos, ambientais e os valores da comunicação em equilíbrio com o desempenho.

4. Tomada de decisão em condições de certeza: Ocorre no momento em que há o completo conhecimento de todos os estados da natureza e variáveis do processo decisório.

5. Objetivos da gestão: É fundamental que os gestores foquem nos objetivos ao tomar decisões, buscando sempre:

  • Diminuir ao máximo as perdas;
  • Otimizar os ganhos;
  • Alcançar uma situação mais favorável do que a existente antes da decisão.

6. Condições de risco: No ambiente em condições de risco, as variáveis que estão sempre presentes são a informação e a comunicação.

7. Caracterização do risco: As decisões em condições de risco caracterizam-se quando as probabilidades associadas aos processos não são conhecidas em todos os estados da natureza do processo de tomada de decisão.

8. Necessidades de informação: A primeira etapa deste processo é a determinação das necessidades reais de informação do gestor, respondendo a:

  • De que informação você precisa?
  • Como você obtém essa informação?

9. Modelo racional de tomada de decisão: Refere-se ao processo decisório no qual os administradores buscam decisões ótimas que maximizam os resultados da organização.

10. Eficácia organizacional: Sobral (2008, p. 121-122) propõe princípios para a melhoria da eficácia das decisões, focando na ação e na meta, e não apenas na decisão em si. Um processo decisório eficaz não termina com a escolha, mas sim com a sua implementação.

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