Razão objetiva: Refere-se a uma realidade a ser conhecida pelos sujeitos do conhecimento; é racional em si mesma.
Razão subjetiva: É relativa à capacidade que os seres racionais têm de serem intelectual e moralmente conscientes.
Realismo: Os filósofos realistas acreditam na existência de uma razão objetiva, sustentando que a realidade externa é racional e existe por si mesma.
René Descartes: Buscava uma verdade que não pudesse ser colocada em dúvida.
Idealismo: Afirma a existência de uma razão subjetiva em contraposição à existência de uma razão objetiva da realidade.
Racionalismo: É a atitude de quem confia nos procedimentos da razão para a determinação da verdade.
Método cartesiano: Baseia-se na própria dúvida. Descartes considera que, se existe a dúvida, existe também um ser que duvida: "Se duvido, penso; se penso, existo". Para ele, o "eu" é o ponto de partida, um "eu pensante", o puro pensamento em manifestação.
Garantia racional: Para os racionalistas, todo ser humano nasce com a capacidade de utilizar a razão, não podendo desprezar o raciocínio lógico na busca pela verdade.
Empirismo: Corrente filosófica para a qual a experiência é o critério ou norma da verdade. O empirismo não nega nem se opõe à razão; segundo ele, a experiência permite perceber repetições de eventos, criando o hábito de associar fatos.
Princípios lógicos fundamentais:
Princípio da identidade: "A é A".
Princípio da não contradição: É impossível que, ao mesmo tempo e na mesma relação, algo seja "A" e "não A". Exemplo: é impossível que a flor que vejo seja e não seja, ao mesmo tempo, uma rosa.
Francis Bacon: Filósofo empírico que valorizava os sentidos e buscava um método adequado baseado na observação.
Diferenças metodológicas: O racionalismo propõe começar do mais simples para o mais complexo (considerando hipóteses como o "gênio maligno").
Relação de conhecimento: Composta pelo sujeito que conhece e pelo objeto que é conhecido.