A sociedade dos sumerios
Classificado em Língua e literatura
Escrito em em
português com um tamanho de 5,02 KB
PROCESSOS DO CONHECER
Os três pilares da universidade: ENSINO: forma sistemática de transmissão de conhecimento utilizada pelos humanos pára instruir e educar seus semelhantes. As principais formas de ensino serial: ENSINO FORMAL – praticado pelas instituições de ensino, com respaldo de conteúdo, forma, certificação e profissionais educacionais; ENSINO INFORMAL – relacionado ao processo de socialização do homem, que chega a ser não-intencional; e o ENSINO NÃO-FORMAL – intencional, relacionado ao processo de desenvolvimento da consciência política e relações social de poder entre os cidadãos. PESQUISA: processo sistemátiço de construção do conhecimento que tem como metas principais gerar novos conhecimentos e/ou corroborar, ou refutar, algum conhecimento pré-existente. É um processo de aprendizagem tanto pára o profissional que a realiza como pára a sociedade na qual está sendo desenvolvida. Além disso, como atividade regular, pode ser definida como o conjunto de atividades orientadas e planejadas pela busca de um conhecimento. EXTENSÃO: é a ação de uma universidade junto à comunidade, externando o conhecimento adquirido com o ensino e, principalmente, com a pesquisa. A ideia de extensão está associada à crença de que o conhecimento gerado pelas instituições de pesquisa deve, necessariamente, possuir intenções de mudar transformar a realidade social, intervindo em suas deficiências. É uma forma de interação entre a sociedade acadêmica e a população.
Universidade enquanto UNIVERSITAS: Na Idade Média, “UNIVERSITAS” significava apenas um número, uma pluralidade, um conjunto de pessoas. Em um conceito mais técnico, significava também uma corporação legal ou pessoa jurídica. No final do século XII e começo do século XIII, o termo começa a ser utilizado pára designar corporações tanto de professores como de estudantes, continuando, também, a ser utilizado como sinônimo de corporações comerciais. No sentido escolástico, era simplesmente uma associação de pessoas exercendo uma ocupação comum pára a regulamentação de seu ofício e proteção de seus direitos contra o mundo exterior.
Pilares da educação segundo a UNESCO: APRENDER A CONHECER:refere-se à aquisição dos instrumentos do conhecimento. Baseia-se no raciocínio lógico, compreensão, dedução, memória, ou seja, nos processos cognitivos. Deve existir a preocupação de despertar no estudante o desejo de desenvolver Taís processos. Esta motivação deve ser despertada por educadores competentes. A educação deve ser encarada com um fim próprio, e não somente como o meio pára um fim. E isto deve ser alcançado através da construção de um pensamento crítiço pelo estudante. APRENDER A FAZER: refere-se a formação técnico-profissional do estudante. Consiste na aplicação prática do conhecimento teórico. Atualmente, engloba, também, a comunicação, sendo essencial que o estudante saiba comunicar-se, não apenas retendo e transmitindo informações, mas também selecionando-as e interpretando-as. APRENDER A VIVER COM OS OUTROS: esta aprendizagem atua no campo de princípios, atitudes e valores, sendo considerado o mais difícil pelos educadores. Engloba o combate ao preconceito, ao conflito e às rivalidades milenares e diárias. Proposta baseada em dois princípios: a descoberta progressiva do outro – uma vez que o desconhecido é a fonte primária de preconceito – e a participação em projetos comuns – veículo principal na diluição de atritos. APRENDER A SER: depende diretamente dos outros três. Trata-se da educação de valores e atitudes já direcionados à vida em meio a uma sociedade. Pretende-se formar indivíduos autônomos, intelectuais e com capacidade de construir relacionamentos interpessoais.
Competências de um universitário: AUTONOMIA DE PESQUISA: SENSO CRÍTiço: VISÃO DE CONJUNTO:
ESPÍRITO DE COLABORAÇÃO: