Sustentabilidade, Desertificação e Impacto Populacional
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Explosão da População e Sustentabilidade
A partir de 1830, a população tem crescido cada vez mais. O que se entende por sustentabilidade do desenvolvimento sustentável é: aquele que atenda às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades.
Para que o desenvolvimento seja sustentável, a taxa de exploração não pode exceder a taxa de renovação. Os resíduos de emissões devem ser menores do que a capacidade de assimilação.
Impactos ambientais produzidos pela humanidade = número de pessoas x número de recursos consumidos por pessoa x degradação ambiental por unidade de recurso consumida.
Desertificação
A desertificação é um processo de degradação da terra nas zonas áridas e semiáridas, resultante de variações climáticas ou causadas por atividades humanas. Começa com a degradação do solo; a vegetação reduz a erosão e termina com o solo exposto.
Circunstâncias de risco:
- Condições climáticas: risco de abuso ou uso inadequado do solo.
- Desmatamento: o registro indevido de florestas para madeira ou para usar suas lavouras para substituir colheitas agrícolas.
- Sobre-exploração: a exploração intensiva empobrece o solo e o degrada.
- Pastoreio: excesso de consumo de pastagem pelo gado, que deixa o solo sem proteção.
Erosão do Solo
A erosão do solo consiste no carregamento da superfície pela água e pelo vento, podendo também ser afetada por atividades humanas. O risco de erosão depende de:
- O clima: que determina o regime de chuvas.
- Área da encosta: aumenta a erosão com mais velocidade e fluxo, e isso depende do que ainda está em andamento.
- A vegetação: as plantas seguram o solo com suas raízes.
- A vulnerabilidade do solo.
Como prevenir a desertificação
- Preservação da mata nativa e reflorestamento.
- Recuperar o solo e evitar o esgotamento.
- Desenvolver práticas agrícolas sustentáveis.
LAND TOO BUSY (Terras Sobrecarregadas)
Faz com que ocorram movimentos de populações urbanas e a ocupação de áreas litorâneas. Consequência: megacidades. Em comparação com este modelo, surge a urbanização dispersa.
Vantagens:
- A superfície de terra por pessoa é menor.
- Redução da perda de florestas e terras agrícolas.
- Menor custo e menor consumo de serviços públicos.
- As despesas de energia são menos operacionais.