Transformação Educacional: Desafios e Novos Paradigmas
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A Crise de Identidade na Educação Atual
Na atual estrutura socioeducativa em que está inserida a educação, passamos por uma forte crise de identidade e paradigmas, na qual falamos muito sobre o assunto, mas pouco a colocamos em prática. A transformação educacional está descrita nos livros, revistas e na mídia em geral; tudo é lindo e maravilhoso, mas as ações, as aplicações e as transformações não saem do papel, da criatividade e da oralidade. Quando ocorrem, em número muito reduzido, somente alguns educadores têm condições específicas para colocá-las em prática.
A transformação significativa depende de:
- Criatividade individual e coletiva;
- Organização e planejamento das ideias;
- Condições estruturais globais e culturais.
Esses fatores devem ser estimulados pelo meio em que vivemos e pela associação à reflexão, análise, pesquisa, interpretação, contextualização e avaliação das ações. Sabemos que problemas educacionais ocorrem em várias áreas — financeira, cultural, social e pedagógica —, mas, para que haja mudanças, deve ser feito um levantamento dessas dificuldades por meio de um diagnóstico da realidade e da busca das melhores formas para a elaboração de um projeto eficiente e eficaz.
Com a participação de todos, podemos concretizar os objetivos para atingir a modificação desse desequilíbrio que se reflete na evasão escolar, em traumas psicológicos e nos processos pedagógicos. A falta de diálogo entre professor, aluno, escola, família e comunidade gera distância e falta de comprometimento, contribuindo para o desrespeito, as diferenças e a exclusão escolar.
Repensando a Avaliação Escolar
A avaliação escolar hoje está associada à contagem numérica e classificatória, como se o aluno fosse uma simples quantidade. Ao contrário, todos existimos e somos avaliados a cada momento, e é dessa forma que os educadores deveriam pensar. A avaliação deve ser:
- Contínua;
- Gradativa;
- Reflexiva;
- Diagnóstica.
Se utilizarmos essas quatro ações, a escola certamente terá um ensino de qualidade e contextualizado. Os processos avaliativos nada mais são do que as ações praticadas pelos alunos por meio da assimilação, interpretação, aplicação e reelaboração de atividades para solucionar problemas da realidade. O educador deve exercitar e avaliar todas as atividades executadas, o que implica avaliar o planejamento curricular, a formação docente e o projeto pedagógico: a escola como um todo.