A Transição da Monarquia Feudal para a Centralizada
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História: A Transição das Monarquias
Monarquia Feudal
- Soberania fragmentada: Os territórios pertenciam majoritariamente à nobreza.
- Estrutura social: Nobres atuavam como agentes do senhor feudal, ligados à terra e a exércitos privados.
- Ascensão da burguesia: Surgimento de um grupo especializado em atividades comerciais.
Monarquia Centralizada
- Soberania real: O poder centraliza-se na figura do rei.
- Transformação da nobreza: Nobres tornam-se súditos do rei, arrendando terras a agricultores ou entregando-as à Coroa.
- Papel da burguesia: Torna-se o grupo mais rico, financiando o exército real e beneficiando-se da centralização política.
Atores Sociais
- Rei: Submeteu os feudos e proibiu exércitos privados, reconquistando territórios e centralizando o poder.
- Nobreza: Aceitou a autoridade real em troca de privilégios e da manutenção do poder sobre os camponeses.
- Burguesia: Apoiou o rei em busca de segurança para seus negócios, participando de atividades bancárias e comerciais.
- Agricultores: Transição gradual da condição de servos para homens livres.
Novas Instituições de Governo
- Leis: Organização de sistemas jurídicos baseados no Direito Romano para definir ações permitidas e proibidas.
- Exército: Criação de forças profissionais sob ordens do rei para proteção e expansão territorial.
- Burocracia administrativa: Gestores a serviço do rei, com cargos de alto escalão ocupados pela nobreza.
- Sistema tributário: Estabelecimento de impostos regulares e obrigatórios, dos quais a nobreza era isenta.
- Diplomacia: Foco na delimitação de fronteiras e na aquisição de territórios através de alianças matrimoniais.
- Universidades: Instituições criadas para formar os quadros técnicos das novas instituições, com forte presença do clero.