Vigilância em Saúde e Gestão de Resíduos
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Comissão de Educação Técnica e Médica (C.Et.Med): supervisionar, orientar, fiscalizar e executar atividades médicas.
Hemovigilância
Atribuir, coordenar, executar e controlar as atividades de hemovigilância.
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
Função de detectar infecções hospitalares e ambulatoriais, conhecer a população, e elaborar normas e padrões referentes à prevenção e ao controle de infecções hospitalares.
Farmacovigilância
Atribuir e acompanhar atividades de vigilância na esfera farmacológica, executar análises, notificar suspeitas de reações adversas e identificar precocemente, encaminhar notificações para o CNMM, coletar e analisar notificações, propor normas.
Tecnovigilância
Objetivo: assegurar a garantia de qualidade dos equipamentos, reduzir a ocorrência e a severidade de incidentes, recorrer a incidentes, levantar condições que favoreçam ocorrências no estabelecimento, graus de responsabilidade, divulgar informações sobre ocorrências, registrar e promover estudos epidemiológicos.
Comitê de Revisão de Óbitos
Objetivo: avaliar a qualidade da assistência prestada, detectar ocorrências de eventos adversos, avaliar a adequação do histórico clínico, a admissão pela HD e a terapêutica instituída.
Fonte de informação: AIH, relatório de alta, cirurgia, anotações médicas, enfermagem e documentos.
Etapas do Processo de Manejo de Resíduos
Manejo, segregação, acondicionamento, identificação, transporte interno, armazenamento temporário, tratamento, armazenamento externo e disposição final.
Sistema Fragmentado (SFXRAS)
Organização em níveis hierárquicos, voltada ao indivíduo, reatividade e ênfase na atenção curativa ao sujeito e ao paciente.
Redes de Atenção à Saúde (RAS)
Organização em redes poliárquicas, voltadas à população, proatividade, atenção integral e sujeito agente de saúde.
Eixo Pensamento
Valoriza o sujeito e a implicação no processo de produção de saúde. Estabelece vínculo sólido e participação coletiva no processo de gestão, mapeamento e interação com as demandas sociais coletivas e subjetivas de saúde. Traz a realidade administrativa e a definição do SUS, reconhecendo a diversidade de povos do Brasil e oferecendo atenção integral. O trabalho coletivo no SUS deve ser acolhedor, ágil e resolutivo.
Componentes das RAS
- A1 a S: centralidade do cuidado (coordenação, ordenação e comando de situações)
- Pontos de atenção: domicílio, SAMU, SIATE, UPAs
- Sistemas de apoio: laboratório, imagem, farmácia
- Sistemas logísticos: centrais de regulação, prontuário clínico, cartão SUS
- Governança: envolvimento institucional, uso de instrumentos gerenciais
Fundamentos das RAS
Territorialidade, acesso, escala, escopo (abrangência), diretrizes clínicas, qualidade e nível de atenção.
Gerenciamento de Resíduos: Identificação e Classificação
- Grupo A (biológico): saco branco leitoso ou vermelho; exemplos: meio de cultura, placenta, secreções.
- Grupo B (químico): bombona com estanqueidade; exemplos: quimioterápicos, medicamentos vencidos.
- Grupo C (radioativo): bombona de metal; exemplo: radioterápicos.
- Grupo D (comum): saco preto; exemplos: papel, restos alimentares.
- Grupo E (perfurocortante): recipiente rígido; exemplos: seringas, agulhas.
Objetivo do PGRSS
Minimizar a geração de resíduos na fonte, adequar a segregação na origem, controlar e reduzir riscos, e assegurar a correta manipulação e disposição final.