Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Computação

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Arquitetura de Computadores: Processador, Instruções e Endereçamento

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Componentes do Processador

  • Unidade de Controle: responsável pela busca das instruções na memória principal e pela determinação do tipo de cada instrução.
  • ULA: responsável pela realização das operações lógicas e aritméticas.
  • Conjunto de Barramento: interliga os diversos componentes.
  • Registradores: alimentam as duas entradas da ULA.

A ULA é a parte do computador que de fato executa as operações aritméticas e lógicas sobre os dados. Todos os outros elementos do computador — Unidade de Controle, registradores, memória, E/S — servem, principalmente, para trazer os dados a serem processados pela ULA e receber os resultados das operações efetuadas.

Elementos de Instruções de Máquina

  • Código de Operação: especifica a operação
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Guia Prático de Shell Script: 12 Exemplos Essenciais em Bash

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Scripts Essenciais em Bash: Guia Prático e Exemplos

1. Comparação de Números Inteiros (Maior, Menor, Igual)

Script que recebe dois números e imprime o resultado da comparação:

  • 1 - Se o primeiro for maior que o segundo
  • 0 - Se os números forem iguais
  • -1 - Se o segundo for maior que o primeiro

Autor: Bruno T.

#!/bin/bash

echo "Digite N1: "
read n1
echo "Digite N2: "
read n2

if [ $n1 -gt $n2 ]; then
    echo "1 -> O primeiro é maior"
fi

if [ $n1 -eq $n2 ]; then
    echo "0 -> Os números são iguais"
fi

if [ $n1 -lt $n2 ]; then
    echo "-1 -> O segundo é maior"
fi

2. Comparação de Tamanho de Strings

Script que recebe duas strings e compara seus tamanhos:

  • 1 - Se o tamanho da primeira for maior que o da segunda
  • 0 - Se as strings têm
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Criar Relatórios: Seleção, Agrupamento e Classificação

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Outra maneira mais rápida é a partir da janela do banco de dados, com o objeto Relatórios selecionado, clicando duas vezes em Criar relatório usando assistente. Aparece a primeira janela do assistente:

Esta janela nos pede para inserir os campos a serem incluídos no relatório. Primeiro, selecione a tabela ou consulta de onde obter os dados na caixa Tabelas/Consultas. Esta será a fonte do relatório. Se for necessário puxar dados de várias tabelas, é melhor criar uma consulta para esses dados e, em seguida, escolher essa consulta como a fonte do relatório.

Em seguida, selecione os campos, clicando no campo para selecioná-lo e clicando no botão > ou simplesmente clicando duas vezes sobre o campo. Se o campo estiver errado, pressione... Continue a ler "Criar Relatórios: Seleção, Agrupamento e Classificação" »

Semânticas de Invocação e Camadas Arquiteturais

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Semânticas de Invocação em Sistemas Distribuídos

1. Semântica "Poderia Ser" (Could Be)

Exemplos: UDP, métodos CORBA que retornam resultados.

  • Não há certeza se um objeto foi executado uma vez, ou se não foi executado.
  • Não se aplica qualquer medida de tolerância a falhas.
  • Pode sofrer falhas de omissão se a invocação ou a resposta for perdida.
  • Se o servidor falhar, o objeto remoto falharia.
  • Se for definido um tempo limite, a resposta pode ser recebida após a sua expiração (assíncrono).
  • É uma semântica útil em aplicações onde é aceitável ter falhas de invocação.

2. Semântica "Pelo Menos Uma Vez" (At Least Once)

Exemplos: Consultas, SUN RPC.

  • Os resultados recebidos garantem que o método foi executado pelo menos uma vez, ou houve
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Tipos de Memória e Armazenamento no PC

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HD Mecânico

É mais lento por ser uma memória externa, que se conecta com a placa-mãe por um fio.

Memória RAM Elétrica (Armazenam de maneira diferente).

Memória interna, por se conectar diretamente com a placa-mãe.

Tipos de Memória:

  • RAM (apagada eletricamente)
  • ROM (não apaga)
  • PROM (não apaga)
  • EPROM (apagada por luz ultravioleta)
  • EEPROM (apagada por pulsos elétricos)
  • Flash (apagada eletricamente)

Volátil (tirou a energia, apagou): RAM

Não volátil (dados não apagam se tirar a energia): ROM, PROM, EPROM, EEPROM, Flash

Localização: (Quanto mais próxima do processador, mais rápida.)

  • Dentro da CPU (chamados registradores. Memória mais rápida que existe).
  • Na placa-mãe.

Métodos de acesso:

  • Sequencial (ex: fita) - lento
  • Direto (ex: disco) – lento
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Guia Completo de Citações e Referências ABNT

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1. O que deve constar na Introdução de uma monografia?

A introdução de um trabalho monográfico deve conter os seguintes tipos de informação:

  • Tema: O que o levou a pesquisar sobre o tema.
  • Fundamentação teórica: Em quais autores a pesquisa se baseia.
  • Desenvolvimento: Breve descrição do desenvolvimento do trabalho.
  • Conclusão: Síntese da conclusão do pensamento.
  • Objetivos: Os objetivos do trabalho.

2. Qual a importância da fundamentação teórica em um trabalho monográfico?

A fundamentação teórica é crucial porque apresenta uma breve discussão teórica do problema, fundamentando-o nas teorias existentes. Além disso, serve de base para a análise e interpretação dos dados coletados na fase de elaboração do relatório final.

3.

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Configuração Básica do Asterisk: Perguntas e Respostas

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Configuração de Ramal SIP no Asterisk

Informações básicas necessárias:

  • Número do ramal do usuário
  • Nome de exibição
  • Senha para conexão

Configuração de Tronco no Asterisk

Informações básicas necessárias:

Parâmetros de Saída:
  • Nome do Tronco
  • Host
  • Username (Exemplo: IAX2)
  • Password
Configurações de Entrada:
  • Contexto do usuário (Exemplo: IAX21)
  • Password

Configuração de Rota no Asterisk

Informações básicas necessárias:

  • Nome da rota
  • Regras de discagem
  • Sequência dos troncos

Protocolos de Tronco no Asterisk

Exemplos de protocolos que podem ser utilizados:

  • ZAP
  • IAX2
  • SIP
  • ENUM
  • DUNDI

Planos de Discagem (Dial Plans)

São as configurações que definem como as chamadas são roteadas, permitindo que usuários realizem ligações entre si e para destinos externos... Continue a ler "Configuração Básica do Asterisk: Perguntas e Respostas" »

DEBUG: Introdução e Comandos Básicos

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Laboratório: DEBUG - 1ª Aula

O DEBUG (depurador) é uma ferramenta que possui recursos para:

  • Examinar e modificar posições de memória;
  • Carregar, armazenar e iniciar programas;
  • Examinar e modificar registradores.

O Debug opera com o sistema hexadecimal através de comandos referenciados pela primeira letra do mesmo, seguido ou não de um ou mais parâmetros.

Para iniciar o Debug:

Digite: DEBUG

O "prompt" do programa é um hífen (-), que indica que o programa está pronto para aceitar comandos.

Se for digitado: DEBUG nome_arq.com, o arquivo nome_arq.com será carregado pelo Debug para ser examinado, alterado e executado sob controle do depurador.

Para encerrar o Debug:

-Q (quit) - Encerra e volta ao DOS.

Obs.: Os comentários que seguem após o ponto... Continue a ler "DEBUG: Introdução e Comandos Básicos" »

Vantagens e Desvantagens de Fluxogramas e Diagramas de Classe

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Vantagens da Utilização de Fluxogramas

  • Rápida compreensão das relações
  • Análise eficaz de diferentes seções do programa
  • Podem ser usados como modelos de trabalho no projeto de novos programas ou sistemas
  • Comunicação com o usuário
  • Documentação adequada de programas
  • Programa eficiente de codificação
  • Depuração e testes de programas encomendados

Desvantagens de Fluxogramas

  • Diagramas são muitas vezes complexos e trabalhosos, detalhados na sua abordagem e design
  • Ações a serem tomadas após a saída de um símbolo de decisão podem ser difíceis de acompanhar se existem caminhos diferentes
  • Não há regras fixas para a preparação de fluxogramas que incluem todos os detalhes que o usuário deseja inserir.

Diagrama de Classe: Vantagens

Gera... Continue a ler "Vantagens e Desvantagens de Fluxogramas e Diagramas de Classe" »

H2: Formas Normais de Banco de Dados: 1FN, 2FN e 3FN

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Primeira Forma Normal (1FN)

Em uma determinada realidade, às vezes encontramos algumas informações que se repetem (atributos multivalorados), retratando ocorrências de um mesmo fato dentro de uma única linha e vinculadas à sua chave primária.

A 1FN estabelece que: cada ocorrência da chave primária deve corresponder a uma e somente uma informação de cada atributo, ou seja, a entidade não deve conter grupos repetitivos (multivalorados).

Para se obter entidades na 1FN, é necessário decompor cada entidade não normalizada em tantas entidades quanto for o número de conjuntos de atributos repetitivos. Nas novas entidades criadas, a chave primária é a concatenação da chave primária da entidade original mais o(s) atributo(s) do grupo... Continue a ler "H2: Formas Normais de Banco de Dados: 1FN, 2FN e 3FN" »