Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Teoria Lamarckiana da Evolução — Princípios e Leis

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A teoria evolucionista de Lamarck — Lamarck formulou a primeira teoria da evolução. Ele sugeriu que a grande variedade de organismos, que então se acreditava serem formas estáticas criadas por Deus, havia evoluído a partir de formas simples. Postulou que os protagonistas dessa evolução eram os próprios organismos, pela sua capacidade de se adaptar ao ambiente: mudanças nesse ambiente geravam novas necessidades nos organismos e essas exigências resultariam em alterações nos mesmos, que seriam hereditárias. Houve apoio para a formulação de sua teoria na existência de restos de formas intermediárias extintas. Ao apresentar sua teoria, ele enfrentou a crença geral de que todas as espécies foram criadas e mantiveram-se inalteradas... Continue a ler "Teoria Lamarckiana da Evolução — Princípios e Leis" »

A Filosofia de Platão: Alma, Ideias e Política

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A Alma Segundo Platão

Platão faz uma distinção entre o corpo (soma) e a alma (psique). Considerando o mundo inteligível como o mundo real e verdadeiro, a alma é o homem real e verdadeiro. O homem é, em essência, a sua alma. Platão estabelece uma divisão tripartite da alma, com as seguintes partes:

  • Inteligível (Racional): Ligada ao conhecimento e à razão.
  • Irascível: Relacionada à coragem e à força de vontade.
  • Concupiscível: Associada aos desejos e apetites.

Platão defende a eternidade e a imortalidade da alma, bem como a possibilidade de reencarnação. O corpo é visto como a prisão da alma, um obstáculo que a arrasta para as paixões, impedindo-a de contemplar as Ideias. Assim, a morte é vista como uma libertação para... Continue a ler "A Filosofia de Platão: Alma, Ideias e Política" »

A Ética Kantiana: Autonomia, Dever e Imperativo Categórico

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“O que importa é o motivo”

  • Não tomar os costumes como soberanos para a lei moral, nem levar em conta fatores externos.
  • No senso comum, liberdade seria acabar com as leis, o que é uma grande ilusão, pois geraria o caos, tirando a liberdade. A anomia (caos, barbárie) é um retrocesso; deveríamos ir para a autonomia (cada um seguir suas leis). No entanto, é mais cômodo seguir as leis já criadas: “Povo é o rebanho que segue o pastor”.
  • Somente o próprio agente moral sabe de sua real intenção. Não devemos julgar os outros, apenas a nós mesmos.
  • Deve haver a universalização de uma lei moral. Quando se pratica a pura razão prática, todos chegam a uma única lei moral. Ou seja, cada um, sem se basear em fatores externos, deve criar
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Epistemologia: Senso Comum, Ciência, Popper e Kuhn

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Senso Comum e Conhecimento Científico

Senso Comum

Modo de conhecer adquirido na nossa vivência quotidiana, de modo espontâneo e imediato (é comum a toda a gente).

Características do Senso Comum

  • Conhecimento Empírico: Baseia-se na apreensão sensorial, espontânea e imediata da realidade. Depende da experiência quotidiana.
  • Revela organização afetiva das experiências.
  • É superficial e incompleto (não explica os porquês das coisas).
  • Utiliza a linguagem do dia a dia.
  • Subjetivo: Depende do sujeito que conhece.
  • Transmite-se de geração em geração.
  • Tem como finalidade resolver a maior parte dos problemas do dia a dia.

Conhecimento Científico

É um conjunto de teorias construídas para compreender a realidade, procurando explicar os factos através... Continue a ler "Epistemologia: Senso Comum, Ciência, Popper e Kuhn" »

Juízo Decisório na Realização Judicativo-Decisória da Normatividade Jurídica

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O juízo decisório, ou a racionalizada realização judicativo-decisória da normatividade jurídica, constitui o objeto da metodologia, pelo que afere o percurso do decidente na realização do direito. Este juízo comporta duas dimensões: a decisão e o juízo em sentido estrito.
A decisão consiste em tomar uma das opções, de entre todas as escolhas possíveis, radicando na vontade de quem a profere, pelo que pode correr o risco de arbitrariedade não havendo aqui lugar a contra-argumentação.
O juízo em sentido estrito traduz-se no momento de fundamentação e controlo da decisão, aqui o decidente vai fundamentar a decisão e justificar a sua vontade racionalizando a própria decisão, pelo que há lugar a contra-argumentação.
Este
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Racionalismo de Descartes: Método, Dúvida e Cogito

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Racionalismo de Descartes

Descartes foi um filósofo, físico e matemático francês do século XVII. Este pensador foi considerado o pai do racionalismo moderno e também um grande impulsionador da ciência moderna. Este pensador partiu de uma posição cética ao duvidar de todo o conhecimento adquirido, mas procurou ultrapassar esta posição servindo-se da razão como única fonte de conhecimento verdadeiro em todas as áreas do conhecimento, superando-o recorrendo à razão.

Método Cartesiano

Segundo Descartes, aplicando o seu método racional é possível construir um conhecimento seguro e expandi-lo às restantes realidades físicas e à ciência em geral. Então, segundo o método cartesiano, ele propõe 4 regras que devem ser observadas... Continue a ler "Racionalismo de Descartes: Método, Dúvida e Cogito" »

Modernidade Líquida: Reflexões sobre Medo e Decadência Social

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Novas formas de censura coexistem – da maneira mais estranha – com a linguagem sádica e canibalesca encontrada na internet e que corre solta nas orgias verbais do ódio sem face, nas cloacas virtuais em que se defeca sobre os outros e nas demonstrações incomparáveis de insensibilidade humana (em especial nos comentários anônimos). Essa é a cegueira moral – voluntariamente escolhida e imposta ou aceita com resignação – de uma época que, mais que de qualquer outra coisa, necessita de rapidez e acuidade na compreensão e no sentimento. Para que possamos recuperar nossa sagacidade em tempos sombrios, é preciso devolver a dignidade, da mesma forma que a ideia da inescrutabilidade essencial dos seres humanos, aos grandes homens... Continue a ler "Modernidade Líquida: Reflexões sobre Medo e Decadência Social" »

Hermenêutica Jurídica: Conceitos, Distinções e Aplicação

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Hermenêutica, Interpretação e Aplicação: Conceitos

A Hermenêutica tem por objeto investigar e coordenar de modo sistemático os princípios científicos e leis decorrentes do sentido e dos fins das normas jurídicas. A Interpretação, por meio de regras e processos especiais, procura realizar esses princípios e estas leis científicas. A Aplicação das normas jurídicas consiste na técnica de adaptação dos preceitos nelas contidos.

Interpretação Contextualizada e o Ideal de Justiça

É preciso buscar a melhor interpretação para cada caso concreto. Torna-se necessário, cada vez mais, buscar soluções específicas para casos específicos. Do contrário, com a utilização apenas de critérios jurídicos, as soluções estarão... Continue a ler "Hermenêutica Jurídica: Conceitos, Distinções e Aplicação" »

A Causalidade en David Hume: Crítica e Fundamentación

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Hume recoñece como fundamental a relación causa-efecto porque nos permite enlazar as ideas/impresións actuais coas experiencias pasadas e coas expectativas futuras. Se aplicamos este criterio dunha forma estrita, só podemos ter certeza/seguridade acerca das impresións anteriores, pero non podemos ter coñecementos certos acerca de feitos futuros porque non temos impresións do que vai ocorrer. Sen embargo, na nosa vida cotiá contamos sempre con que no futuro van ocorrer certos feitos: por exemplo, se poñemos auga ao lume, acabará por quentarse.

A Certeza sobre Feitos Futuros?

Como podemos ter certeza de que iso vai seguir ocorrendo? Neste caso, que se refire a feitos concretos, a certeza fundaméntase nunha inferencia causal: o lume será... Continue a ler "A Causalidade en David Hume: Crítica e Fundamentación" »

Filosofia da Ação Humana: Liberdade, Valores e Escolha

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Ação Humana: Conceitos Fundamentais

Definição de Ação

Ação: Acontecimentos únicos que ocorrem num espaço e num certo período de tempo.

Nem todos os atos são ações humanas (ex: terramoto, trovoada).

Ações são acontecimentos que requerem um agente (a pessoa que pratica a ação), e a sua ação dependerá da sua consciência, crenças e desejos.

Nem todos os acontecimentos que envolvem agentes são ações. Exemplo: João caiu acidentalmente. A queda foi algo que lhe aconteceu, mas que ele não fez.

Ações são acontecimentos que consistem em algo que um agente fez, podendo ter sido incentivado por uma crença ou desejo do agente.

Ação: Vários Significados

Ato Humano: Atos conscientes, voluntários, intencionais.

Homem vs. Animal:

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