Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de História

Ordenar por
Matéria
Nível

A Carta Constitucional de 1826 e a Constituição de 1822: Análise Comparativa

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 3,52 KB

A Constituição de 1822: Características Essenciais

A Constituição de 1822, ao contrário da Carta Constitucional de 1826, apresentava características mais radicais e liberais. Entre os seus pontos principais, destacam-se:

  1. A responsabilidade de elaboração das leis foi entregue a uma Câmara única (Cortes Legislativas), o que retirava às ordens superiores a possibilidade de terem um órgão de representação próprio.
    “A iniciativa direta das leis somente compete aos representantes da Nação reunidos em Cortes.”
  2. A religião católica era aceite como religião oficial dos Portugueses.

A Carta Constitucional de 1826: Conciliação e Moderação

A Carta Constitucional de 1826, ao contrário da Constituição de 1822, é um documento de

... Continue a ler "A Carta Constitucional de 1826 e a Constituição de 1822: Análise Comparativa" »

Planos de Fomento e o Desafio da Unidade Europeia

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 3,38 KB

Os Planos de Fomento do Estado Novo (1953-1973)

O Primeiro Plano de Fomento (1953-1958) ainda teve um cunho demasiadamente tradicionalista, prevendo-se a continuidade do condicionamento industrial e existindo apenas uma aposta na criação de infraestruturas, como a eletricidade, os transportes e as comunicações.

O Segundo Plano (1959-1964) já teve de “correr atrás do prejuízo”, visto que apostou nas indústrias de base e focou-se no papel internacional do Estado Novo, captando investimentos externos, mas ainda sem alcançar o poderio industrial do resto da Europa.

O Plano Intercalar de Fomento e o Último Plano de Fomento (1968-1973) marcam uma inversão da política autárcica do Estado Novo, a abertura das zonas de comércio e o início... Continue a ler "Planos de Fomento e o Desafio da Unidade Europeia" »

História e Evolução das Universidades: Do Século XV ao XXI

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 2,43 KB

As Universidades

O conceito de Universidade surge no século XV, por referência a uma instituição de ensino.

Ainda no contexto da formação dos reinos da Europa Ocidental, o conhecimento e o ensino eram monopólio do clero.

O ensino era gratuito a todos os que seguiam a carreira eclesiástica.

Caso Português

A universidade portuguesa é de criação inteiramente nova, fundada pelo rei D. Dinis, pois este rei promoveu a língua portuguesa como idioma oficial.

  • Em 12 de novembro, no reinado de D. Dinis, é dirigida uma petição ao Papa Nicolau IV, assinada por membros do clero, em que se solicita a autorização papal para o estabelecimento de um Estudo Geral em Lisboa e a autorização para custear as despesas com os rendimentos do clero.

Este... Continue a ler "História e Evolução das Universidades: Do Século XV ao XXI" »

O Antigo Regime: População, Sociedade e Absolutismo

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 21,59 KB

População Europeia nos Séculos XVII e XVIII

No século XVII, o sistema económico que vigorava era a economia pré-industrial, caracterizada pelo predomínio da agricultura manual e pela deficiência tecnológica. Na agricultura, usavam-se utensílios rudimentares, não existiam fertilizantes químicos nem meios de combater as pragas. O camponês via-se, assim, à mercê das condições climáticas.

O século XVII é conhecido pela irregularidade climática, por invernos rigorosos e verões húmidos e frescos. Nesta situação, as colheitas foram afetadas, criando crises alimentares que geravam subnutrição e fomes. Corpos desgastados pelo elevado número de horas de trabalho e subnutridos eram alvos fáceis para a propagação de pragas.... Continue a ler "O Antigo Regime: População, Sociedade e Absolutismo" »

Ordenações Afonsinas: origem, organização e impacto

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 3,78 KB

As ordenações portuguesas

Ordenações Afonsinas

Contexto histórico (séculos XII a XIV)

No Reino de Portugal, durante os séculos XII a XIV, o ordenamento jurídico assentava numa grande dispersão de fontes de direito. Na continuação da tradição jurídica do Reino de Leão mantinham‑se as mesmas fontes de direito.

Nos primeiros reinados foram poucas as leis gerais promulgadas. Até ao final do século XIII identificaram‑se apenas cerca de 250 leis do reino. As primeiras datam de 1211, com D. Afonso II; mais tarde, com D. Afonso III, em 1254, as promulgações tornaram‑se mais frequentes.

As leis eram registadas na chancelaria régia (arquivo régio) — actualmente equivalente ao notariado — sem grande rigor, e vigoravam no reino... Continue a ler "Ordenações Afonsinas: origem, organização e impacto" »

O Período Entreguerras: Crises, Revoluções e Novas Ordens

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 11,76 KB

Um Novo Equilíbrio Global Pós-1918

Quatro anos de destruição e morte, tantos quantos durou a Primeira Guerra Mundial, terminaram em 11 de novembro de 1918. A Conferência de Paz teve início em janeiro de 1919, em Paris.

Contou apenas com a presença das potências vencedoras, como a França (com Clemenceau), a Grã-Bretanha (através de Lloyd George) e os Estados Unidos (com Wilson). A mensagem em 14 pontos serviu de base às negociações. Defendia a prática de uma diplomacia transparente, a liberdade de navegação e de trocas, a redução dos armamentos, o respeito pelas nacionalidades e a criação de uma Liga de Nações.

Os acordos de paz surgiram a partir de junho de 1919.

Recuperação Económica Europeia e Ascensão dos EUA

O Declínio

... Continue a ler "O Período Entreguerras: Crises, Revoluções e Novas Ordens" »

Sociedade Industrial, Regeneração e a República em Portugal

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 4,88 KB

UNIDADE 2 – A SOCIEDADE INDUSTRIAL E URBANA

1. Caraterize a sociedade de classes

A sociedade de classes era composta, essencialmente, por duas classes sociais: a Burguesia e o Proletariado. Distinguiam-se pelo poder económico, situação profissional, grau de instrução, valores e comportamentos. Garantia a igualdade jurídica perante a lei, o direito ao voto e a separação de poderes. Era uma sociedade dinâmica que permitia a mobilidade social, baseada no mérito individual.

2. Caraterize a condição burguesa

A burguesia defendia a democracia parlamentar, a igualdade jurídica e a liberdade individual. O seu estilo de vida era marcado pelo conceito de "self-made man", valorizando o trabalho, a poupança e a ostentação de riqueza (solares,... Continue a ler "Sociedade Industrial, Regeneração e a República em Portugal" »

O Império Romano: Estrutura, Poder e Sociedade

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 3,98 KB

1. Causas da Formação do Império

  • Ambição económica e política;
  • Organização e disciplina do exército;
  • Boa rede de comunicações;
  • Uma correta administração política e descentralização do poder, para além de outros aspetos como a língua (latim) e as leis que vão unir todos os habitantes do império.

2. A Figura do Imperador

O imperador romano detinha vários poderes. No âmbito do poder militar, o imperador detinha a chefia militar e era também o primeiro dos senadores; possuía poder militar em algumas províncias (procônsul), o comando dos exércitos e a fiscalização de todas as províncias (imperium proconsular maius). No poder judicial, o imperador detinha o poder do tribuno, sendo inviolável e sagrado como um tribuno da... Continue a ler "O Império Romano: Estrutura, Poder e Sociedade" »

Europa no Século XII: Sociedade e Economia

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 9,34 KB

Unidade e Diversidade na Europa do Século XII

A multiplicidade de poderes e crenças no espaço europeu teve origem, particularmente, nas profundas mutações políticas, sociais e económicas que deram origem a três grandes conjuntos civilizacionais.

Depois da queda do Império Romano do Ocidente (476), a anterior unidade imperial mediterrânea foi sendo substituída por uma multiplicidade de novos estados, sobretudo de origem germânica, muitos dos quais estão na origem de estados europeus contemporâneos.

Da inserção desses povos no mundo romano nasceu uma sociedade original. Nos reinos que se foram formando, os conquistadores (cerca de 5% da população) acabaram por se misturar com as populações romanas e romanizadas, operando-se uma... Continue a ler "Europa no Século XII: Sociedade e Economia" »

Crescimento das Cidades Medievais e Economia de Mercado

Classificado em História

Escrito em em português com um tamanho de 4,55 KB

O Surto Urbano

Em torno dos velhos castelos senhoriais, junto aos portos ou às vias de circulação, de origem romana ou de fundação mais recente, as cidades aumentam em número e em tamanho. Para além de crescerem, as cidades transformam-se. Anteriormente eram, sobretudo, centros políticos, militares ou religiosos, derivando a sua importância da dignidade do nobre ou do bispo que as habitava. A partir do século XII, as cidades medievais assumem uma feição essencialmente económica.

Nelas estabelecem-se mercadores, banqueiros, artesãos e lojistas, que as animam e enriquecem. São eles os mais característicos habitantes do burgo e, por isso, tomam o nome de burgueses. Assim se individualiza um novo grupo social, a burguesia, que para... Continue a ler "Crescimento das Cidades Medievais e Economia de Mercado" »