Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de Língua e literatura de Bacharelato

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A Prosa no Século XVIII: Do Pós-Barroco ao Ensaio

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A Prosa no Século XVIII

Prós: Na primeira metade do século, alguns autores utilizaram modelos narrativos no estilo chamado Pós-Barroco. Esse estilo ainda reflete as dificuldades e os caminhos do século anterior, embora com uma visão de mundo mais otimista. É o caso de Torres Villarroel (Vida) ou do Padre Isla, com novelas como Fray Gerundio de Campazas, predominando o tom satírico que, em certa medida, incorpora a tradição do romance picaresco.

Contudo, a principal manifestação da prosa no século XVIII é o ensaio, gênero que melhor se adequa ao interesse educativo e à utilidade da Ilustração. Os ensaios em prosa trazem um novo estilo, caracterizado como normal, simples, natural e preciso. Não busca despertar a emoção do leitor,... Continue a ler "A Prosa no Século XVIII: Do Pós-Barroco ao Ensaio" »

A Evolução Humana: Da Pré-História ao Homem Moderno

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Cena III: Conquistar os Humanos

Qual foi a vida social dos seres humanos primitivos?

Eles viviam em grupos onde o número de indivíduos era muito grande, movendo-se por vários quilômetros para encontrar alimento em outros lugares.

Começaram a fabricar ferramentas de pedra lascada, passaram a controlar territórios e estabeleceram uma forma de organização do trabalho, com áreas específicas para armazenamento (vinícola), convivência ou para dormir.

A que espécie de homem você pertence? (Habilis, Erectus...)

Acredito que descendemos do Homem de Cro-Magnon.

O mistério dos Neandertais:

O Neandertal era habilidoso, criativo, possuía uma linguagem elaborada e enterrava seus mortos, mas desapareceu gradualmente. Supõe-se que o Cro-Magnon, por... Continue a ler "A Evolução Humana: Da Pré-História ao Homem Moderno" »

Popol Vuh, Regionalismo e Realismo Mágico: Análise Literária

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Popol Vuh

O Popol Vuh original foi perdido durante a conquista, sendo destruído pelo fogo. Anos mais tarde, um indígena cristianizado recuperou o livro com base na tradição oral, utilizando o idioma quiché, mas adaptando-o ao alfabeto espanhol. No século XVIII, um missionário em Chichicastenango ganhou a confiança dos indígenas, que revelaram a existência do livro sobre sua origem. O padre traduziu a obra para o espanhol devido ao seu valor histórico.

Estrutura do Livro

O livro é composto por quatro partes:

  • 1ª Parte: Teológica e cosmogônica; aborda a criação e a relação entre Deus e o homem.
  • 2ª Parte: Ética; trata do triunfo do bem sobre o mal.
  • 3ª e 4ª Partes: Histórica e etnológica; narra as origens do povo da Guatemala.
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Análise de Luces de Bohemia e o Realismo Mágico

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3) Características do Esperpento e a Crítica Social em Luces de Bohemia

O absurdo é uma distorção grotesca da realidade para fins expressivos. Valle-Inclán, sistematicamente, distorce a realidade diante de um mundo monstruoso, operando de forma a desintegrar os fatos e apresentar ao público o que mais choca e oprime. O esperpento é, simultaneamente, tragédia e farsa, servindo como uma crítica devastadora à ordem estabelecida.

Valle-Inclán descreveu seus conceitos estéticos em três textos fundamentais. O ano de 1920 é um divisor de águas na cronologia do absurdo, destacando-se quatro obras: Divinas Palabras, Los Cuernos de Don Friolera, La Hija del Capitán e a obra-prima Luces de Bohemia. Nesta última, o autor transforma e deforma... Continue a ler "Análise de Luces de Bohemia e o Realismo Mágico" »

Tipos de Textos: Diálogo, Exposição, Argumento e Narrativa

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Diálogo

É o processo de comunicação no qual dois ou mais parceiros se revezam usando a palavra.

Características

  • Ida e volta: Para que haja diálogo, o emissor e o receptor têm que trocar seus papéis.
  • Base de tensão: A motivação que leva dois ou mais parceiros a estabelecer um intercâmbio comunicativo. Fonte de tensão: tensão da informação e silêncio.
  • Coerência: O diálogo deve apresentar intervenções consistentes.

Exposição

É explicar objetivamente um problema para que o receptor adquira novos conhecimentos.

Classificação por receptor

  • Expositivo-informativo: O objetivo é informar de forma simples e clara sobre um assunto de interesse geral para um público amplo.
  • Expositivo-especializado: Linguagem mais complexa, com o uso de
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Franz Kafka: A Solidão e o Absurdo em A Metamorfose

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Franz Kafka sentiu-se duplamente desprendido de tudo ao seu redor e concentrou toda a energia de sua vida em seus escritos. Um crítico alemão caracteriza bem essa condição com uma longa lista de incoerências: "Como um judeu, não fazia parte do mundo cristão; como judeu, não pertencia totalmente à comunidade judaica; como falante de alemão, não estava integrado entre os tchecos; como judeu de fala germânica, não fazia parte do círculo dos boêmios; como boêmio, não pertencia inteiramente à Áustria; como funcionário de uma empresa de seguros, não estava totalmente dentro da burguesia; como filho de pais burgueses, não pertencia à classe trabalhadora. Mas ele também não pertencia ao escritório, pois era, acima de tudo,... Continue a ler "Franz Kafka: A Solidão e o Absurdo em A Metamorfose" »

Camilo José Cela e o Realismo na Literatura Pós-Guerra

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O Início do Realismo Pós-Guerra e a Geração de 50

Começam a publicar autores como Cela, com A Família de Pascual Duarte (1942), Gonzalo Torrente Ballester, Miguel Delibes e Carmen Laforet com o seu trabalho Nada (1945).

Em 1950, surge uma nova geração de escritores que diferem da anterior: por um lado, não participaram na Guerra Civil e, assim, estão mais distantes da questão do conflito, preferindo falar sobre o presente. Por outro lado, acreditam que a literatura deve expressar o compromisso do escritor com a sociedade e ter um propósito, muitas vezes político. Os dois principais temas desses escritores são:

  • A denúncia da injustiça sofrida pelos trabalhadores.
  • A descrição da burguesia.

Em suas descrições, todos evitam a

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Estudo da Literatura Espanhola Pós-Guerra Civil e Advérbios

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Poesia: Da Guerra Civil aos Dias Atuais

Anos 40: Poesia Enraizada e Desenraizada

Os poetas que permaneceram na Espanha estavam alinhados com a ideologia dos vencedores da guerra (poesia enraizada), ou permaneceram em silêncio em um exílio interno (poesia desenraizada). O cenário da poesia do período mostra várias tendências: revistas como Garcilaso e Escorial e poetas que se dedicavam à criação de uma poesia de imitação; em contraste, Espadaña propunha uma retórica mais direta e menos formal.

Poesia Social dos Anos 50

Surge a poesia social, que deveria ser um meio para ajudar a mudar a sociedade. Temas comuns foram a denúncia da desumanização, o testemunho da pobreza humana, o desejo de paz, entre outros. Caracteriza-se pela simplicidade... Continue a ler "Estudo da Literatura Espanhola Pós-Guerra Civil e Advérbios" »

Mester de Cantoria: O Menestrel e os Poemas Épicos Medievais

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O Menestrel era um poeta que narrava eventos e ações de heróis da história e da lenda através de poemas épicos. Este ofício, ou arte de contar histórias, é denominado Mester de Cantoria.

A Missão e o Entretenimento do Menestrel

A missão do menestrel consistia em recitar e, muitas vezes, dramatizar o épico. Ele viajava por cidades e castelos, proporcionando entretenimento ao público através da recitação de seus versos. O poema épico era escrito primariamente para ser transmitido oralmente, e não para ser lido.

O entretenimento exercido incluía:

  • Canto e dança;
  • Poemas líricos com acompanhamento de instrumentos;
  • Animação de festas e celebrações.

Diferença entre Menestréis e Trovadores

A distinção entre menestréis e trovadores... Continue a ler "Mester de Cantoria: O Menestrel e os Poemas Épicos Medievais" »

Características do Discurso Científico

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Eles reformulam de forma mais adequada o que foi dito. Os marcadores argumentativos reforçam um argumento (na verdade, de fato...) ou introduzem um exemplo (em especial, por exemplo...).

Características Morfossintáticas

O discurso científico reflete a objetividade e a validade da ciência. Sua finalidade é evitar elementos expressivos, referências ao emissor e ao receptor, bem como recursos de persuasão.

Tipos de Frases

  • Prevalência de frases declarativas.
  • Uso de frases interrogativas com finalidade didática.
  • Frases que evitam expressar o agente, tanto impessoais quanto de passiva sintética (reflexa).
  • Com a mesma intenção, utilizam-se adjuntos adverbiais e formas nominais do verbo.

Vocabulário e Nominalizações

  • Colocações e fraseologia:
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