Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Secundária

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Composição e Leis dos Gases: Componentes e Relações de Pressão

Classificado em Química

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Composição dos Gases

Componentes Majoritários

  • Metano (CH4)
  • Azoto molecular (N2)
  • Dióxido de Carbono (CO2)

Componentes Minoritários

  • Vapor de água (H2O)
  • Amoníaco (NH3)

Composição Típica do Ar (Exemplo)

  • Azoto (N2) – 78,1%
  • Oxigénio (O2) – 20,9%

Existem ainda, em quantidades menores, os seguintes gases:

  • Óxidos de azoto (N2O e NO2)
  • Monóxido de carbono (CO)
  • Amoníaco (NH3)
  • Óxido de enxofre (SO2)
  • Ozono (O3)

Gases Nobres e Outros Traços

  • Árgon (Ar) – 0,93%
  • Dióxido de carbono (CO2) – 0,035%
  • Néon (Ne) – 0,0018%
  • Hélio (He) – 0,00052%
  • Metano (CH4) – 0,0002%
  • Crípton (Kr) – 0,00011%
  • Hidrogénio (H2) – 0,00005%
  • Xénon (Xe) – 0,00001%

Relações Fundamentais dos Gases

Relação entre Pressão e Número de Moléculas (Volume e Temperatura Constantes)

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Setembrismo e Cabralismo em Portugal (1836–1847)

Classificado em História

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Setembrismo: Revolução de setembro de 1836 e reformas

Compreende a importância da ação dos governos setembristas em vários domínios, com destaque para a economia e a educação. Em setembro de 1836 uma nova revolução em Lisboa, apoiada em elementos da pequena e média burguesia urbana e em setores populares, reagiu contra a atuação do regime cartista defendida pela alta burguesia. Propunha-se o regresso à Constituição de 1822, a redução da intervenção e dos poderes reais e a valorização da soberania nacional. A rainha D. Maria entregou-lhes o governo. As principais figuras eram: Visconde de Sá da Bandeira, Passos Manuel e José Estevão.

Medidas constitucionais e políticas

A Constituição de 1838 foi um compromisso entre... Continue a ler "Setembrismo e Cabralismo em Portugal (1836–1847)" »

Análise Poética: Campo, Personagens e Simbolismo

Classificado em Língua e literatura

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Introdução ao Poema

Este poema relata um passeio do sujeito poético pelo campo, acompanhado de uma prima ("lírica excursão, de intimidade"), no qual se inclui o episódio das formigas trabalhadoras.

Personagens

O Sujeito Poético

As personagens intervenientes são o sujeito lírico e a prima. O sujeito poético é claramente um homem citadino (usa um traje inadequado ao campo): "Eu de jasmim na casa do casaco / E de óculo deitado a tiracolo", apresentando-se, assim, como o perfeito "dândi" num passeio rural, que fuma cachimbo e vê o campo como um passatempo, mas também como fonte de inspiração ("No campo; eu acho nele a musa que me anima"); considera-se, ainda, "ocioso, inútil, fraco", em comparação com as formigas que "Arrastam bichos,

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A Revolução Liberal em Portugal e o Fim do Antigo Regime

Classificado em História

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1) Esclareça a posição da Europa perante a Revolução Francesa:

A guerra entre a França e a Coligação de Pillnitz (Áustria e Prússia) não foi apenas uma guerra de defesa da revolução, mas também uma guerra de expansão do ideário revolucionário e libertário. Assim, tornou-se rapidamente numa guerra de conquista feita pela Convenção e pelo Diretório. Ocupando vários países europeus, onde levaram os seus ideais revolucionários, Napoleão despertou de novo antagonismos antigos, principalmente da Inglaterra, que se tornou a primeira força internacional capaz de se opor à expansão imperial de Napoleão, procurando evitar a expansão das ideias contrárias ao absolutismo. Até 1807, as conquistas sucederam-se; até 1812, houve... Continue a ler "A Revolução Liberal em Portugal e o Fim do Antigo Regime" »

Epistemologia de Hume e Kant: Conhecimento e Causalidade

Classificado em Filosofia e Ética

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Hume: Conhecimento, Causalidade e Ceticismo

Os conhecimentos matemáticos e lógicos baseiam-se em relações de ideias, no raciocínio dedutivo e na análise lógica. Os conhecimentos de facto baseiam-se no raciocínio indutivo e na relação causa-efeito.

Relações causais são ligações entre dois acontecimentos. Exemplo: Sempre que acontece A, sucede-se B, isto é, A é causa de B e este não acontece se antes não acontecer A, sendo assim B é o efeito. Exemplo: sempre que há um aumento da temperatura (A, causa), há certos corpos que dilatam (B, efeito).

Quando dizemos que, quando acontece A, de seguida acontece B, estamos a prever o futuro e, assim sendo, Hume deixa de considerar conhecimento, mas sim uma crença/dedução em que acreditamos,... Continue a ler "Epistemologia de Hume e Kant: Conhecimento e Causalidade" »

Tipos de Aprendizagem e Condicionamento

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Diferenças entre Condicionamento Clássico e Operante

  • Clássico:
    • 1. Estímulos - específico e identificável, num curto período de tempo.
    • 2. Resposta - específica à situação criada, involuntária e executada mecanicamente pelo sujeito.
    • 3. Relação entre resposta e reforço - reforço precede a resposta / independente da resposta.
    • 4. Atitude do sujeito - Passiva (a resposta não se deve à iniciativa do sujeito).
  • Operante:
    • 1. Estímulos - não identificáveis, num longo período de tempo.
    • 2. Resposta - não específica, dada ocasionalmente, "voluntariamente" iniciada pelo sujeito.
    • 3. Relação entre resposta e reforço - o reforço segue a resposta; Reforço depende da resposta.
    • 4. Atitude do sujeito - Ativa: o sujeito decide os comportamentos
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Utilitarismo, Kant, Aristóteles e Contrato Social

Classificado em Filosofia e Ética

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Utilitarismo (S.M.)

S.M. – o valor moral da ação reside nas consequências (a obrigação moral do agente está em prever ou avaliar as consequências e realizar a ação com as melhores consequências).

Boas consequências / boas ações: ação que maximiza a felicidade — produz a maior felicidade para o maior número de pessoas (princípio da moral utilitarista = princípio da utilidade ou princípio da maior felicidade: age de forma que a tua ação traga a maior felicidade para o maior número de pessoas).

Para S.M., a felicidade do agente não conta mais do que a dos outros; o agente deve preocupar‑se com a felicidade comum (para o maior número de pessoas). S.M. considera o egoísmo ético imoral. O agente pode procurar a maior... Continue a ler "Utilitarismo, Kant, Aristóteles e Contrato Social" »

Gramática Portuguesa: Classes, Sintaxe e Atos Ilocutórios

Classificado em Língua e literatura

Escrito em em português com um tamanho de 4,85 KB

Classes e Subclasses das Palavras

A gramática portuguesa organiza as palavras em diferentes classes, cada uma com funções e características específicas. Compreender essas classes é fundamental para a construção e interpretação de frases.

Substantivo

É a classe que dá nome aos seres, mas não nomeia apenas seres, mas também sentimentos, estados de espírito, sensações, conceitos filosóficos ou políticos, entre outros.

Exemplos: Democracia, Andreia, Deus, cadeira, amor, sabor, carinho, entre outros.

Artigo

Classe que abriga palavras que servem para determinar ou indeterminar os substantivos, antecedendo-os.

Exemplos: o, a, os, as, um, uma, uns, umas.

Adjetivo

Classe das características e qualidades. Os adjetivos servem para atribuir... Continue a ler "Gramática Portuguesa: Classes, Sintaxe e Atos Ilocutórios" »

Estrutura e Temas de Os Lusíadas

Classificado em Língua e literatura

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Estrutura Externa

Os Lusíadas estão divididos em dez cantos, cada um com um número variável de estrofes, totalizando 1102. Essas estrofes são todas oitavas de decassílabos heróicos, obedecendo ao esquema rimático "abababcc" (rimas cruzadas nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos).

Estrutura Interna

Camões respeitou com bastante fidelidade a estrutura clássica da epopeia. Em Os Lusíadas são claramente identificáveis quatro partes:

Proposição

O poeta começa por declarar aquilo que se propõe fazer, indicando de forma sucinta o assunto da sua narrativa. Propõe-se, afinal, tornar conhecidos os navegadores que tornaram possível o império português no Oriente, os reis que promoveram a expansão da fé e do império,... Continue a ler "Estrutura e Temas de Os Lusíadas" »

Conceitos de Linguística e Gramática Portuguesa

Classificado em Língua e literatura

Escrito em em português com um tamanho de 3,48 KB

Atos Ilocutórios

Assertivo
Frase declarativa.
Diretivo
OPS.
Compromissivo
Promete.
Expressivo
Opinião.
Declarativo
Transformar uma realidade pelo próprio ato de dizer.

Figuras de Estilo

Anáfora
Repetição de uma palavra no princípio ou no fim de cada verso.
Adjetivação Expressiva
Quando se atribui mais de 1 adjetivo a uma só palavra.
Hipérbole
Emprego de termos que exageram a realidade.
Metáfora
É uma espécie de comparação abreviada, pois não está presente a palavra ou expressão de comparação.
Antítese
Contraste entre duas ideias ou coisas.
Comparação
Comparar duas ideias, pessoas ou animais através de expressões ou palavras comparativas.
Sinédoque
Parte-se do mais lato para o mais restrito.
Perífrase
Substituição de uma palavra por uma expressão
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