EADI – Estações Aduaneiras do Interior: Foco no armazenamento de mercadorias retidas na alfândega e execução de processos primários de fabricação (sem transformação de produto).
Armazéns/Terminais Carga Geral: Foco no armazenamento de mercadorias gerais, sem especialização.
Armazéns/Terminais Frigoríficos: Foco no armazenamento de mercadorias que necessitam de refrigeração controlada.
Armazéns/Terminais Portuários (Públicos e Privados): Foco no armazenamento de cargas retidas na alfândega em recintos portuários controlados.
Armazéns/Terminais Aeroportuários (Públicos e Privados): Foco no armazenamento de cargas sujeitas à alfândega em recintos aeroportuários controlados.
Armazéns/Terminais de Contêineres: Foco no armazenamento de contêineres, podendo ser retidos na alfândega ou não.
Armazéns/Terminais de Granéis (Líquidos e Sólidos): Foco no armazenamento de mercadorias sem embalagem, em estado natural.
Armazéns/Terminais Industriais ou Comerciais (Centros de Distribuição): Foco na gestão dos estoques de mercadorias na distribuição física.
2. Classificação de Estoques
Estoque de Proteção (Hedge Inventory): Utilizado quando há previsão de riscos ao abastecimento (greves, novas legislações, negociações de preços).
Estoque de Segurança (Safety Stock): Quantidade mantida para suprir demandas inesperadas, falhas na oferta, atrasos no ressuprimento ou erros de controle.
Estoque em Trânsito: Refere-se ao tempo em que as mercadorias permanecem nos veículos de transporte durante a entrega.
Estoque Inativo: Itens obsoletos ou sem saída recente, conforme determinação do administrador.
Estoque Máximo: Quantidade limite para interromper novos pedidos, por motivos de espaço ou financeiros.
Estoque Médio: Quantidade que considera a metade do lote normal somada ao estoque de segurança.
Estoque Mínimo (Ponto de Ressuprimento): Quantidade mínima para acionar um novo pedido de compra.
Estoque Pulmão: Quantidade estratégica ainda não processada (matéria-prima ou produtos semiacabados).
Estoque Regulador: Utilizado em empresas com várias unidades para suprir faltas entre filiais.
Estoque Sazonal: Antecipação de demanda futura para garantir a regularidade da produção ou consumo.
3. Princípios da Movimentação de Materiais
Planejamento: Determinar o método mais econômico para a movimentação.
Sistema Integrado: Coordenar o conjunto de operações.
Fluxo de Materiais: Planejar o fluxo contínuo e progressivo.
Simplificação: Reduzir ou eliminar movimentações desnecessárias.
Gravidade: Utilizar a força da gravidade para economizar energia.
Utilização de Espaços (Verticalização): Aproveitar áreas verticais para reduzir custos.
Tamanho da Carga (Unitização): A economia é proporcional ao tamanho da carga.
Segurança: Condições seguras aumentam a produtividade.
Mecanização e Automação: Priorizar equipamentos automáticos.
Seleção de Equipamento: Considerar o material, o movimento e o método.
Padronização: Padronizar métodos, equipamentos e cargas.
Flexibilidade: Priorizar equipamentos versáteis.
Peso Morto: Minimizar o peso próprio do equipamento.
Tempo Ocioso: Reduzir a ociosidade de equipamentos e mão de obra.
Movimentação: Equipamentos devem ser mantidos em movimento.
Manutenção: Planejar a manutenção preventiva e corretiva.
Obsolescência: Substituir métodos obsoletos por mais eficientes.
Controle: Melhorar o controle de produção e estoques.
Capacidade: Atingir a plena capacidade de produção.
Desempenho: Medir a eficiência pelo custo por unidade movimentada.