Retentores Intrarradiculares e Núcleos Metálicos Fundidos
c) Comprimento da parte intrarradicular / relação com nível ósseo alveolar que suporta a raiz:
R: ½ do comprimento do pino em raiz inserido em osso, o que confere melhor sustentação, evita fraturas do pino ou do elemento, certificando que o dente tem boa inserção e vai suportar esse pino.
R: ½ do comprimento do pino em raiz inserido em osso, o que confere melhor sustentação, evita fraturas do pino ou do elemento, certificando que o dente tem boa inserção e vai suportar esse pino.
d) Diâmetro da parte intrarradicular:
R: 1/3 do diâmetro radicular, com o mínimo de 1 mm de remanescente de dentina ao redor do retentor apical para efeito de contenção. O diâmetro do pino e o remanescente de estrutura dental influenciam a resistência do dente frente à fratura, propõem melhor estabilidade do pino no canal e uma retenção da coroa para não haver muito alargamento do canal e enfraquecer a raiz.
R: 1/3 do diâmetro radicular, com o mínimo de 1 mm de remanescente de dentina ao redor do retentor apical para efeito de contenção. O diâmetro do pino e o remanescente de estrutura dental influenciam a resistência do dente frente à fratura, propõem melhor estabilidade do pino no canal e uma retenção da coroa para não haver muito alargamento do canal e enfraquecer a raiz.
4) A restauração com dentes tratados endodonticamente com retentores intrarradiculares também exige a prévia desobturação do conduto radicular. Como deve ser realizado esse procedimento e quais os cuidados necessários para a correta desobturação do conduto radicular?
R: Primeiro, remove-se a restauração com brocas diamantadas até visualizarmos a guta-percha/Cotosol na entrada do conduto. Utiliza-se um solvente junto com as brocas de Gates-Glidden (GG#3 e GG#2) e Largo, que devem ser usadas com um stop de borracha para desobturar corretamente, deixando de 4-5 mm de obturação apical. As brocas devem ser inseridas e removidas do canal em movimento (acionando o micromotor); também pode-se usar a sonda exploradora reta para checar a desobturação. Feito isso, lava-se com clorexidina e seca-se com cânulas e cones de papel; em seguida, é tirada uma radiografia para conferência.
R: Primeiro, remove-se a restauração com brocas diamantadas até visualizarmos a guta-percha/Cotosol na entrada do conduto. Utiliza-se um solvente junto com as brocas de Gates-Glidden (GG#3 e GG#2) e Largo, que devem ser usadas com um stop de borracha para desobturar corretamente, deixando de 4-5 mm de obturação apical. As brocas devem ser inseridas e removidas do canal em movimento (acionando o micromotor); também pode-se usar a sonda exploradora reta para checar a desobturação. Feito isso, lava-se com clorexidina e seca-se com cânulas e cones de papel; em seguida, é tirada uma radiografia para conferência.
5) Após a correta desobturação do conduto radicular e preparo do remanescente coronário, quais são os passos clínicos para obter a moldagem do núcleo metálico fundido (técnica indireta)?
R: Feita a desobturação, lavamos o conduto com clorexidina ou soro e secamos com cânulas e cones de papel. Separamos uma moldeira parcial perfurada esterilizada e colocamos silicone pesada para realizar a primeira moldagem. Depois disso, é feito um alívio das áreas retentivas na moldagem com LeCron, checamos a posição de inserção e verificamos se a superfície moldada está seca. Então, pega-se um Pinjet ou uma cunha de madeira e preparamos esta: primeiro limpa-se com álcool ou clorexidina e a levamos para o canal; devemos deixar de 3-5 mm para fora da embocadura do canal, podendo cortar com tesoura ou broca. Após preparar o pino, preparamos a silicone leve em uma placa de vidro com a espátula 24/36 e a levamos ao canal com uma broca Lentulo. Em seguida, passamos o pino na silicone leve e o introduzimos no canal com auxílio de uma pinça clínica. Usamos uma seringa para elastômero para complementar com a silicone leve na parte coronária e na moldagem; rapidamente levamos a moldagem para o preparo para, assim, moldar o canal. Assim que o material tomar presa, remove-se a moldagem do canal. Se houve envolvimento do pino e não ocorreram distorções, encaminha-se para o protético.
R: Feita a desobturação, lavamos o conduto com clorexidina ou soro e secamos com cânulas e cones de papel. Separamos uma moldeira parcial perfurada esterilizada e colocamos silicone pesada para realizar a primeira moldagem. Depois disso, é feito um alívio das áreas retentivas na moldagem com LeCron, checamos a posição de inserção e verificamos se a superfície moldada está seca. Então, pega-se um Pinjet ou uma cunha de madeira e preparamos esta: primeiro limpa-se com álcool ou clorexidina e a levamos para o canal; devemos deixar de 3-5 mm para fora da embocadura do canal, podendo cortar com tesoura ou broca. Após preparar o pino, preparamos a silicone leve em uma placa de vidro com a espátula 24/36 e a levamos ao canal com uma broca Lentulo. Em seguida, passamos o pino na silicone leve e o introduzimos no canal com auxílio de uma pinça clínica. Usamos uma seringa para elastômero para complementar com a silicone leve na parte coronária e na moldagem; rapidamente levamos a moldagem para o preparo para, assim, moldar o canal. Assim que o material tomar presa, remove-se a moldagem do canal. Se houve envolvimento do pino e não ocorreram distorções, encaminha-se para o protético.
6) Não foi possível porque essa parede gengival da caixa proximal distal não estava normal; houve a invasão do espaço biológico, o qual deve ter pelo menos 2,04 mm e estar acima da crista óssea em casos de normalidade/saúde. Já no paciente, apresentava-se 0,5 mm, e quando há essa invasão do espaço, é normal haver edema, sangramento e retração gengival. Então, para que seja possível essa reabilitação com restauração e isolamento absoluto, é necessário realizar um procedimento cirúrgico: aumento de coroa clínica e também ensinar e cobrar higiene bucal do paciente.