Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Biologia

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Trocas Capilares, Fluxo Sanguíneo e Regulação da Pressão

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Trocas Capilares

Trocas Capilares: Movimento de substâncias para dentro e para fora dos capilares. Troca de materiais com o líquido intersticial. Existem 3 mecanismos básicos pelos quais as substâncias entram e saem dos capilares: Difusão, Transcitose e Fluxo de massa: filtração e reabsorção.

Difusão

Difusão: Mecanismo mais importante. Difusão simples. Substâncias se difundem seguindo seu gradiente de concentração. Passagem através da bicamada lipídica (O2, CO2) ou através de fenestrações (poros, aberturas, canais. Ex: glicose, aa).

Transcitose

Transcitose: Pequena quantidade de material. Substâncias entram na célula endotelial por endocitose e depois saem por exocitose. Transporte de grandes moléculas insolúveis em lipídeos.... Continue a ler "Trocas Capilares, Fluxo Sanguíneo e Regulação da Pressão" »

Toxoplasmose: Agente, Ciclo, Diagnóstico e Controle

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Toxoplasmose

Definição

Doença sistêmica causada por um protozoário parasita intracelular obrigatório, que invade vários tecidos do organismo de várias espécies animais, inclusive o homem.

Agente Etiológico

  • Toxoplasma gondii, protozoário coccídio intracelular “próprio” dos gatos e pertencente à família Sarcocystidae, classe Sporozoa.
  • Protozoário intracelular obrigatório do grupo dos Coccídios.
  • Parasita qualquer célula nucleada de mamíferos.
  • Os felídeos são os hospedeiros definitivos (HD) e os demais hospedeiros como mamíferos e aves são hospedeiros intermediários (HI).

Formas Infectantes

  1. Taquizoítos – são formas que se multiplicam rapidamente (forma proliferativa), que se encontram nos órgãos, linfa, sangue e secreções
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Fios de Sutura: Tipos, Características e Classificação

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Fios de Sutura: Guia Detalhado

Origem dos Fios de Sutura

  • Vegetal: Cânhamo, linho, algodão.
  • Animal: Crina, pelos de animais, tendões, serosa intestinal, seda.
  • Mineral: Fio de ouro, fio de bronze.

Características do Fio de Sutura Ideal

O fio de sutura ideal deve apresentar as seguintes características:

  • Segurança do nó
  • Fácil manuseio
  • Baixa reação tecidual
  • Não provocar ou manter infecção
  • Manter as bordas da ferida aproximadas até a fase proliferativa da cicatrização
  • Ser resistente
  • Fácil esterilização
  • Calibre fino e regular
  • Baixo custo

Tipos de Fios de Sutura

Quanto à Absorção

  • Fios Absorvíveis: Perdem a maior parte de sua força tênsil em até 60 dias após o implante, sendo subsequentemente degradados e absorvidos pelo organismo.
  • Fios Inabsorvíveis:
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Transporte de Água e Solutos no Néfron Renal

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Tipos de Transporte: Passivo e Ativo

O transporte passivo ocorre sem gasto energético, enquanto o transporte ativo exige gasto energético.

Exemplos de Transporte Celular

  • Os gases atravessam a membrana livremente, simplesmente saindo e entrando pela membrana (difusão simples).
  • Moléculas lipídicas atravessam a membrana livremente, pois grande parte da membrana é hidrofóbica.
  • Substâncias polares só entram e saem da célula através de proteínas transportadoras, como as aquaporinas.
  • A glicose não consegue atravessar a membrana livremente, pois é uma molécula grande e hidrofílica; logo, precisa de uma proteína transportadora.
  • Os íons têm uma particularidade: eles possuem carga. Devido a isso, sua passagem é seletivamente impedida.

Polarização

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Guia Completo: Estrutura e Funções dos Anticorpos

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Epítopo vs. Parátopo

Epítopo: Local no antígeno reconhecido especificamente pelos anticorpos (Ac) ou pelos receptores de células T (TcR).
Parátopo: É a superfície de contato da Ig com o epítopo, à qual é complementar. Através das ligações não covalentes que se estabelecem entre estas duas superfícies, ocorre, a nível molecular, o reconhecimento do antígeno.

Interação Antígeno-Anticorpo

  • Afinidade de interação: Força de interação entre um único epítopo antigênico e um único sítio de combinação com o antígeno.
  • Avidez: Soma das forças totais de interação entre um antígeno e um anticorpo.

Reatividade Cruzada

Ocorre quando os antígenos são estruturalmente relacionados, permitindo a reatividade de um anticorpo com... Continue a ler "Guia Completo: Estrutura e Funções dos Anticorpos" »

Fisiologia Renal: Osmolalidade e Controle do Balanço Hídrico

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Fisiologia Renal: Controle da Osmolalidade e Balanço Hídrico

Secreção e Reabsorção

Tudo o que é direcionado ao lado basolateral é enviado para o interstício (reabsorção), onde a substância será absorvida pelo vaso sanguíneo. Por isso, a importância da íntima relação do sangue com o néfron.

O filtrado gerado no glomérulo percorre todo o néfron, que apresenta células com membrana luminal e membrana basolateral voltada para o interstício. Nesse sentido, existe um tráfego de substâncias saindo da luz do túbulo, passando pela célula e indo para o interstício (reabsorção), ou saindo do vaso sanguíneo, passando pelo interstício e indo para a luz do túbulo (secreção). Os diferentes segmentos do néfron possuem capacidades... Continue a ler "Fisiologia Renal: Osmolalidade e Controle do Balanço Hídrico" »

Fisiologia Celular: Membrana, Transporte e Bioeletrogênese

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Introdução à Fisiologia Celular

A célula capta O₂ e nutrientes para produzir energia, liberando CO₂ e metabólitos. No sangue, o Líquido Extracelular (LEC) é denominado plasma, enquanto nos tecidos é chamado de líquido intersticial. Para se obter a homeostasia, é preciso que os sistemas estejam em constante equilíbrio. O feedback negativo ocorre quando o resultado final é diferente do estado inicial, enquanto o feedback positivo reforça o estado inicial.

Membrana Celular

A membrana celular reveste todas as células e organelas.

Composição e Organização

  • Composição: Proteínas e lipídios.
  • Organização: Bicamada fosfolipídica (com regiões hidrofílicas e hidrofóbicas).

Funções e Propriedades

  • Funções: Transporte de substâncias,
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Conceitos Básicos e Divisões da Biologia

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Conceitue Seleção Natural

A seleção natural consiste no fato de que as condições ambientais (isto é, a "natureza") selecionam quão bem uma determinada característica de um organismo ajuda na sobrevivência e reprodução desse organismo. À medida que as condições ambientais não variem, ou permaneçam suficientemente similares, essas características continuam a ser adaptativas e elas tornar-se-ão mais comuns na população.

O que é Adaptação?

A adaptação é qualquer característica ou comportamento natural evoluído que torna algum organismo capacitado a sobreviver em seu respectivo habitat. Podem ser anatômicas, fisiológicas ou comportamentais.

Conceitue Evolução Biológica

A evolução biológica é a adaptação das espécies... Continue a ler "Conceitos Básicos e Divisões da Biologia" »

Hipersensibilidade: Causas, Manifestações e Tipos

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Hipersensibilidade

- Respostas imunológicas que geram reações e lesões teciduais;

Causas e Manifestações:

- Doenças autoimunes, reações a antígenos e micro-organismos;

- Pré-disposição genética;

- Pólen, pelos de animais, alimentos, medicamentos, etc;

- Erupção cutânea, sinusite, constrição brônquica, dor abdominal, diarreia e choque sistêmico (ANAFILAXIA).

Hipersensibilidade Imediata ou Tipo I:

- TH2, IgE, mastócitos e eosinófilos;

- Local ou sistêmica;

- Sensibilização: Primeira exposição do organismo a determinado alérgeno. Os linfócitos b capturam o antígeno e apresentam para os linfócitos T, em indivíduos atópicos, o linfócito T se diferencia para TH2 estimulando então a célula b a sofrer maturação e passar... Continue a ler "Hipersensibilidade: Causas, Manifestações e Tipos" »

Patogênese Viral: Virulência, Disseminação e Danos Celulares

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Patogênese Viral: Como Vírus Causam Doença?

A patogênese viral estuda como os vírus causam doença no hospedeiro. A virulência é a capacidade do vírus de causar doença e envolve:

  • O estudo das estratégias de replicação do vírus;
  • A organização dos tecidos e órgãos afetados;
  • A resposta imune do hospedeiro;
  • A forma de entrada do vírus.

Virulência Viral: Estirpes e Fatores Determinantes

Estirpes virulentas causam doença, enquanto estirpes avirulentas ou atenuadas não causam doença, mas são capazes de infectar organismos.

A virulência depende de vários fatores:

  • Do vírus: algumas variantes são mais virulentas que outras;
  • Da dose ou carga viral recebida pelo hospedeiro;
  • Da via de inoculação;
  • Da suscetibilidade do hospedeiro.

Disseminação

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