Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Computação

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Introdução e Arquitetura de Sistemas Distribuídos

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Qual é a definição formal para um Sistema Distribuído?

“Coleção de computadores independentes que se apresenta ao usuário como um sistema único e consistente.”

Liste os aspectos importantes dos sistemas distribuídos.

  • Os Sistemas Distribuídos (SDs) são constituídos de componentes autônomos.
  • Estes componentes colaboram entre si.
  • Os usuários pensam que estão lidando com um único sistema.

Quais são as vantagens e desvantagens em aplicar os conceitos de Sistemas Distribuídos?

Desvantagens:

  • Software mais complexo e caro.
  • Degradação da performance.

Vantagens:

  • Tornam fácil integrar em um único sistema diferentes aplicações executadas em diferentes computadores.
  • Tornam fácil integrar em um único sistema diferentes aplicações executadas
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Arquitetura de Computadores: Processador, Instruções e Endereçamento

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Componentes do Processador

  • Unidade de Controle: responsável pela busca das instruções na memória principal e pela determinação do tipo de cada instrução.
  • ULA: responsável pela realização das operações lógicas e aritméticas.
  • Conjunto de Barramento: interliga os diversos componentes.
  • Registradores: alimentam as duas entradas da ULA.

A ULA é a parte do computador que de fato executa as operações aritméticas e lógicas sobre os dados. Todos os outros elementos do computador — Unidade de Controle, registradores, memória, E/S — servem, principalmente, para trazer os dados a serem processados pela ULA e receber os resultados das operações efetuadas.

Elementos de Instruções de Máquina

  • Código de Operação: especifica a operação
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Guia Prático de Shell Script: 12 Exemplos Essenciais em Bash

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Scripts Essenciais em Bash: Guia Prático e Exemplos

1. Comparação de Números Inteiros (Maior, Menor, Igual)

Script que recebe dois números e imprime o resultado da comparação:

  • 1 - Se o primeiro for maior que o segundo
  • 0 - Se os números forem iguais
  • -1 - Se o segundo for maior que o primeiro

Autor: Bruno T.

#!/bin/bash

echo "Digite N1: "
read n1
echo "Digite N2: "
read n2

if [ $n1 -gt $n2 ]; then
    echo "1 -> O primeiro é maior"
fi

if [ $n1 -eq $n2 ]; then
    echo "0 -> Os números são iguais"
fi

if [ $n1 -lt $n2 ]; then
    echo "-1 -> O segundo é maior"
fi

2. Comparação de Tamanho de Strings

Script que recebe duas strings e compara seus tamanhos:

  • 1 - Se o tamanho da primeira for maior que o da segunda
  • 0 - Se as strings têm
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Redes Frame Relay e ATM: Conceitos e Diferenças

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Redes Frame Relay

É uma tecnologia de comunicação de dados desenvolvida no fim dos anos 80, de alta velocidade, usada em muitas redes ao redor do mundo para interligar aplicações do tipo LAN, Internet e Voz. Basicamente, a tecnologia Frame Relay fornece um meio para enviar informações através de uma rede de dados, dividindo essas informações em frames (quadros). Cada frame carrega um endereço usado pelos equipamentos da rede para determinar o seu destino. É largamente utilizada para interligar matriz e filiais.

É relativamente mais rápida por não ter controle de erros (validação de conteúdo), mas possui controle de fluxo (validação de link/origem/destino/perda), deixando a responsabilidade de verificação por conta dos protocolos... Continue a ler "Redes Frame Relay e ATM: Conceitos e Diferenças" »

Criar Relatórios: Seleção, Agrupamento e Classificação

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Outra maneira mais rápida é a partir da janela do banco de dados, com o objeto Relatórios selecionado, clicando duas vezes em Criar relatório usando assistente. Aparece a primeira janela do assistente:

Esta janela nos pede para inserir os campos a serem incluídos no relatório. Primeiro, selecione a tabela ou consulta de onde obter os dados na caixa Tabelas/Consultas. Esta será a fonte do relatório. Se for necessário puxar dados de várias tabelas, é melhor criar uma consulta para esses dados e, em seguida, escolher essa consulta como a fonte do relatório.

Em seguida, selecione os campos, clicando no campo para selecioná-lo e clicando no botão > ou simplesmente clicando duas vezes sobre o campo. Se o campo estiver errado, pressione... Continue a ler "Criar Relatórios: Seleção, Agrupamento e Classificação" »

Semânticas de Invocação e Camadas Arquiteturais

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Semânticas de Invocação em Sistemas Distribuídos

1. Semântica "Poderia Ser" (Could Be)

Exemplos: UDP, métodos CORBA que retornam resultados.

  • Não há certeza se um objeto foi executado uma vez, ou se não foi executado.
  • Não se aplica qualquer medida de tolerância a falhas.
  • Pode sofrer falhas de omissão se a invocação ou a resposta for perdida.
  • Se o servidor falhar, o objeto remoto falharia.
  • Se for definido um tempo limite, a resposta pode ser recebida após a sua expiração (assíncrono).
  • É uma semântica útil em aplicações onde é aceitável ter falhas de invocação.

2. Semântica "Pelo Menos Uma Vez" (At Least Once)

Exemplos: Consultas, SUN RPC.

  • Os resultados recebidos garantem que o método foi executado pelo menos uma vez, ou houve
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Tipos de Memória e Armazenamento no PC

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HD Mecânico

É mais lento por ser uma memória externa, que se conecta com a placa-mãe por um fio.

Memória RAM Elétrica (Armazenam de maneira diferente).

Memória interna, por se conectar diretamente com a placa-mãe.

Tipos de Memória:

  • RAM (apagada eletricamente)
  • ROM (não apaga)
  • PROM (não apaga)
  • EPROM (apagada por luz ultravioleta)
  • EEPROM (apagada por pulsos elétricos)
  • Flash (apagada eletricamente)

Volátil (tirou a energia, apagou): RAM

Não volátil (dados não apagam se tirar a energia): ROM, PROM, EPROM, EEPROM, Flash

Localização: (Quanto mais próxima do processador, mais rápida.)

  • Dentro da CPU (chamados registradores. Memória mais rápida que existe).
  • Na placa-mãe.

Métodos de acesso:

  • Sequencial (ex: fita) - lento
  • Direto (ex: disco) – lento
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Guia Completo de Citações e Referências ABNT

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1. O que deve constar na Introdução de uma monografia?

A introdução de um trabalho monográfico deve conter os seguintes tipos de informação:

  • Tema: O que o levou a pesquisar sobre o tema.
  • Fundamentação teórica: Em quais autores a pesquisa se baseia.
  • Desenvolvimento: Breve descrição do desenvolvimento do trabalho.
  • Conclusão: Síntese da conclusão do pensamento.
  • Objetivos: Os objetivos do trabalho.

2. Qual a importância da fundamentação teórica em um trabalho monográfico?

A fundamentação teórica é crucial porque apresenta uma breve discussão teórica do problema, fundamentando-o nas teorias existentes. Além disso, serve de base para a análise e interpretação dos dados coletados na fase de elaboração do relatório final.

3.

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Configuração Básica do Asterisk: Perguntas e Respostas

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Configuração de Ramal SIP no Asterisk

Informações básicas necessárias:

  • Número do ramal do usuário
  • Nome de exibição
  • Senha para conexão

Configuração de Tronco no Asterisk

Informações básicas necessárias:

Parâmetros de Saída:
  • Nome do Tronco
  • Host
  • Username (Exemplo: IAX2)
  • Password
Configurações de Entrada:
  • Contexto do usuário (Exemplo: IAX21)
  • Password

Configuração de Rota no Asterisk

Informações básicas necessárias:

  • Nome da rota
  • Regras de discagem
  • Sequência dos troncos

Protocolos de Tronco no Asterisk

Exemplos de protocolos que podem ser utilizados:

  • ZAP
  • IAX2
  • SIP
  • ENUM
  • DUNDI

Planos de Discagem (Dial Plans)

São as configurações que definem como as chamadas são roteadas, permitindo que usuários realizem ligações entre si e para destinos externos... Continue a ler "Configuração Básica do Asterisk: Perguntas e Respostas" »

DEBUG: Introdução e Comandos Básicos

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Laboratório: DEBUG - 1ª Aula

O DEBUG (depurador) é uma ferramenta que possui recursos para:

  • Examinar e modificar posições de memória;
  • Carregar, armazenar e iniciar programas;
  • Examinar e modificar registradores.

O Debug opera com o sistema hexadecimal através de comandos referenciados pela primeira letra do mesmo, seguido ou não de um ou mais parâmetros.

Para iniciar o Debug:

Digite: DEBUG

O "prompt" do programa é um hífen (-), que indica que o programa está pronto para aceitar comandos.

Se for digitado: DEBUG nome_arq.com, o arquivo nome_arq.com será carregado pelo Debug para ser examinado, alterado e executado sob controle do depurador.

Para encerrar o Debug:

-Q (quit) - Encerra e volta ao DOS.

Obs.: Os comentários que seguem após o ponto... Continue a ler "DEBUG: Introdução e Comandos Básicos" »