Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de Computação de Universidade

Fundamentos de Sistemas Operacionais e Segurança

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Gerência de Memória

  • Gerência de memória: Tem como função básica a transferência de processos da MS para a MP. Como o tempo de acesso à MS é maior, o SO procura reduzir o número de operações de E/S para a MS. É responsável por tentar manter na MP o maior número de processos, deve permitir que novos processos sejam executados mesmo sem espaço livre na MP e deve executar programas maiores que a capacidade da memória física utilizando técnicas de overlay e memória virtual.
  • Overlay: Divisão do programa em módulos e utilização da mesma página de memória para execução. O tamanho é estabelecido com base no maior módulo e apresenta problemas de desempenho devido à troca excessiva entre MS e MP.
  • Swapping: Aplicada para programas
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Guia Completo sobre Prototipação de Software

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O que é um protótipo e para que serve?

Um protótipo pode ser usado para:

  • Testar a usabilidade do produto e projetar a interação com o usuário;
  • Levantar as necessidades dos usuários (elicitação de requisitos);
  • Validar os requisitos junto aos usuários.

Definição de Protótipo

É uma versão inicial de um sistema disponibilizada no início do desenvolvimento. Podem ser construídos com tecnologia diferente da utilizada na versão final.

Características dos Protótipos

  • Funcionalidade reduzida;
  • Requisitos não funcionais, como performance, segurança e confiabilidade, podem ser relaxados.

Tipos de Prototipação

Prototipação Evolucionária

  • Tem como objetivo entregar uma versão executável do sistema o mais rápido possível para o cliente;
  • O
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Quiz: Camada de Transporte (TCP/IP) e Portas

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CAPÍTULO 4

  1. Com base no cabeçalho da camada de transporte indicado no diagrama, qual das seguintes declarações descreve a sessão estabelecida? (Escolha dois.)

    1. Este é um cabeçalho UDP.
    2. Este contém um pedido de Telnet.
    3. Este contém uma transferência de dados TFTP.
    4. O retorno deste pacote do host remoto terá um número de reconhecimento de 43 693.
    5. Este é um cabeçalho TCP.
  2. Em encapsulamento de dados TCP/IP, qual intervalo de números de porta identifica todas as aplicações conhecidas (Well-known ports)?

    1. 0-255
    2. 256-1022
    3. 0-1023
    4. 1024-2047
    5. 49153-65535
  3. Por que os números de porta estão incluídos no cabeçalho de um segmento TCP?

    1. Para indicar a interface do roteador correta a ser utilizada para apresentar uma série de sessões.
    2. Para determinar quais
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Conceitos de Redes: Largura de Banda, OSI e TCP/IP

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Largura de Banda e Throughput

Largura de banda: É definida como a quantidade de informações que flui através da conexão de rede durante um certo período de tempo. É um fator importante na análise do desempenho da rede, na criação de novas redes e no entendimento da Internet.

Throughput: Refere-se à largura de banda real medida, em uma hora do dia específica, usando rotas de Internet específicas e durante a transmissão de um conjunto específico de dados na rede.

Vantagens do Modelo OSI

O modelo OSI reduz a complexidade, padroniza as interfaces, facilita a engenharia modular, acelera a evolução e simplifica o ensino e o aprendizado. Além disso:

  • Decompõe as comunicações de rede em partes menores e mais simples.
  • Evita que as mudanças
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Conceitos Fundamentais de Redes de Computadores e Modelo OSI

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1. O que é uma Rede?

Uma rede é um conjunto de computadores interconectados que podem se comunicar por compartilhamento de dados e recursos, independentemente da localização física dos diversos dispositivos.

2. Qual é o Modelo OSI?

O Modelo de Referência OSI (Open System Interconnection) foi criado para desenvolver protocolos "padrão" para cada camada, servindo como um modelo padrão de comunicação entre as camadas, usado em redes de computadores.

3. Como a Informação é Transferida Segundo o Modelo OSI?

A transferência de informação ocorre através de sete camadas. A arquitetura do modelo de referência OSI divide a comunicação de rede em sete níveis. Cada nível abrange diversas atividades, equipamentos ou protocolos de rede....

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Semáforos e o Problema dos Filósofos Comensais

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Semáforos

Semáforos são ferramentas de sincronização utilizadas para resolver problemas de seções críticas e sincronização. Trata-se de uma variável inteira que só pode ser acessada através de duas operações atômicas: Wait (P) e Signal (V).

  • Wait (P): Diminui o valor do semáforo. Se o valor se tornar negativo, o processo é bloqueado.
  • Signal (V): Aumenta o valor do semáforo. Se o valor for positivo, um processo bloqueado pelo Wait é desbloqueado.

Sistemas operacionais utilizam semáforos para controlar o acesso a seções críticas ou compartilhamento de recursos. O semáforo é inicializado com um valor correspondente ao número de recursos disponíveis. Quando o contador é 0, todos os recursos estão em uso e os processos que...

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Instruções e Pinagem do Microcontrolador 8051

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Instruções do Microcontrolador 8051

Do ponto de vista funcional, as instruções dos processadores da família do 8051 são agrupadas em cinco grandes grupos:

  • Operações Aritméticas;
  • Operações Lógicas;
  • Transferências de Dados;
  • Processamento Booleano a Nível de Bit;
  • Salto ou Transferência de Controlo.

Operações Aritméticas

ADD A, <operando>

Quando uma instrução deste tipo é executada, o conteúdo do acumulador é somado com um segundo operando, e o resultado da operação é registado no acumulador. O segundo operando é um byte que pode ser endereçado em qualquer dos seguintes modos:

  • Direto - exemplo, ADD A, 20H;
  • Registo - exemplo, ADD A, R7;
  • Registo Indireto - exemplo, ADD A, @R0;
  • Imediato - exemplo, ADD A, #20H.

INC e DEC

Quando a...

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h3: Organização da Memória e ALU no 8051

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1.2. Organização da Memória Nos processadores da família do 8051, as memórias de programa e de dados são fisicamente separadas; tanto os dados como os programas podem ser memorizados internamente, ou em dispositivos de memória externa. Para viabilizar a identificação das posições de memória externa (de programa e de dados) que são acedidas, durante a execução das instruções, o microprocessador gera impulsos na linha ALE - Address Latch Enable - e controla o estado da saída PSEN - Program Store Enable -, como adiante se descreve.

1.2.1. A Memória de Programa Nos sistemas baseados em processadores da família do 8051, a seleção da memória de programa (interna e/ou externa) é feita pelo projetista de hardware. O microprocessador...

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Gerenciamento de Memória: Linux, Solaris e Windows 2000

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Gerenciamento de Memória no Linux

Alocação de páginas: O Linux utiliza um mecanismo para lidar com blocos contíguos de quadros de página. Para isso, emprega o sistema de camarada (buddy system), onde o kernel mantém listas de grupos de quadros de páginas contíguas de tamanho fixo.

Algoritmo de substituição de página: O algoritmo utilizado no Linux é baseado no relógio (NUR ou NRU), que combina um bit de uso e um bit de modificação para cada página da memória principal.

Gerenciamento de Memória no Solaris

Sistema de paginação e estruturas de dados: Para a memória virtual paginada, o Solaris utiliza estruturas de dados independentes da arquitetura:

  • Tabela de páginas: Uma tabela por processo, com uma entrada para cada página
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Criptografia: Técnicas Clássicas e Modernas de Cifragem

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Criptografia II:

Técnicas Clássicas de Cifragem

  • Cifra de César: É uma cifra de substituição em que cada letra é substituída por outra letra que está em alguma posição fixa adiante no alfabeto. A cifra de César é facilmente quebrada utilizando força bruta.
  • ROT13 ("Rotate by 13 places"): É uma cifra de substituição derivada da cifra de César que utiliza um deslocamento fixo de 13 letras, o que faz com que o mesmo algoritmo seja utilizado para cifrar e decifrar.
  • Cifras Monoalfabéticas: São cifras de substituição derivadas da cifra de César em que cada letra é substituída por qualquer outra letra do alfabeto que ainda não foi utilizada. Aumenta consideravelmente o número de chaves possíveis de 25 (da cifra de César) para
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