Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de Filosofia e Ética de Bacharelato

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Produção do Conhecimento e Metodologia de Seminários

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Produção do Conhecimento - Tema 2: A Importância da Comunicação

Iniciando nosso diálogo

Prezado aluno, neste segundo módulo, você terá a oportunidade de conhecer e refletir sobre as diretrizes para preparar e apresentar um seminário. Entenderemos que o seminário possui objetivos claros ao ser realizado: é uma didática utilizada em sala de aula que auxilia no aprofundamento de temas estudados em sua formação.

O seminário é preparado com orientações de leitura, análise e interpretação de texto, formulando-se um roteiro para facilitar a apresentação. Além disso, é importante frisar que os participantes devem estar preparados para debater o tema ao final da exposição. Você encontrará muitos professores que aplicam esta... Continue a ler "Produção do Conhecimento e Metodologia de Seminários" »

A Ética Kantiana: Autonomia, Dever e Imperativo Categórico

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“O que importa é o motivo”

  • Não tomar os costumes como soberanos para a lei moral, nem levar em conta fatores externos.
  • No senso comum, liberdade seria acabar com as leis, o que é uma grande ilusão, pois geraria o caos, tirando a liberdade. A anomia (caos, barbárie) é um retrocesso; deveríamos ir para a autonomia (cada um seguir suas leis). No entanto, é mais cômodo seguir as leis já criadas: “Povo é o rebanho que segue o pastor”.
  • Somente o próprio agente moral sabe de sua real intenção. Não devemos julgar os outros, apenas a nós mesmos.
  • Deve haver a universalização de uma lei moral. Quando se pratica a pura razão prática, todos chegam a uma única lei moral. Ou seja, cada um, sem se basear em fatores externos, deve criar
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Hermenêutica Jurídica: Conceitos, Distinções e Aplicação

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Hermenêutica, Interpretação e Aplicação: Conceitos

A Hermenêutica tem por objeto investigar e coordenar de modo sistemático os princípios científicos e leis decorrentes do sentido e dos fins das normas jurídicas. A Interpretação, por meio de regras e processos especiais, procura realizar esses princípios e estas leis científicas. A Aplicação das normas jurídicas consiste na técnica de adaptação dos preceitos nelas contidos.

Interpretação Contextualizada e o Ideal de Justiça

É preciso buscar a melhor interpretação para cada caso concreto. Torna-se necessário, cada vez mais, buscar soluções específicas para casos específicos. Do contrário, com a utilização apenas de critérios jurídicos, as soluções estarão... Continue a ler "Hermenêutica Jurídica: Conceitos, Distinções e Aplicação" »

Antropologia: Objeto de Estudo, Escopo e Humanismo

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Tema Central: A Evolução Humana

O tema central da Antropologia é a evolução humana.

O Escopo Abrangente da Antropologia

A Antropologia é uma ciência que se interessa por ideias, valores, símbolos, normas, costumes, crenças, invenções, ambiente, etc. Por isso, encontra-se associada a outras ciências, tais como:

  • Direito
  • Sociologia
  • Política
  • História
  • Geografia
  • Linguística

A Dificuldade na Definição do Objeto

A dificuldade em se definir o objeto é notória. Segundo Lévi-Strauss, a Antropologia não se distingue das outras ciências humanas e sociais por um objeto de estudo que lhe seja próprio.

Evolução do Foco de Estudo

Inicialmente, a Antropologia começou estudando as sociedades ditas primitivas. Atualmente, seu vínculo e relevância... Continue a ler "Antropologia: Objeto de Estudo, Escopo e Humanismo" »

Análise das Teses sobre o Estado: Organicista, Marxista, Voluntarista

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Principais Teses sobre a Origem e Natureza do Estado

(Ver Capítulos 14 e 15 para mais detalhes)

3. Teses Organicistas

Estas teses oscilam entre a consideração do Estado como unidade espiritual e a equiparação a um organismo natural ou biológico. A primeira vertente, no seguimento da escola histórica alemã, defende que o Direito e o Estado são expressões do espírito de um povo, como princípio vital. A segunda vertente liga-se ao positivismo e ao cientismo, que procuram alargar ao domínio do político e do jurídico os esquemas dos cientistas da natureza, encarando o Estado como um ser vivo.

4. Tese Marxista

Aqui, o Estado surge sem substância própria perante a economia, sendo uma consequência da sociedade sem classes e uma máquina... Continue a ler "Análise das Teses sobre o Estado: Organicista, Marxista, Voluntarista" »

Teoria Crítica e Fenomenologia: Uma Análise Filosófica

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A Teoria Crítica de Max Horkheimer

A afirmação de que "a contribuição do indivíduo não depende só dele, mas também da sociedade" reflete a visão de Max Horkheimer e da Teoria Crítica em relação à interação entre o indivíduo e a sociedade. Essa perspectiva enfatiza que as ações individuais não podem ser compreendidas de forma isolada, mas devem ser vistas no contexto das estruturas sociais. Para Horkheimer, a sociologia não deve considerar a sociedade como um produto natural, mas como um fenômeno histórico e dinâmico, moldado por fatores culturais, políticos e econômicos.

Sobre a metafísica, o autor argumenta que ela assumiu diferentes roupagens com o progresso cultural, sendo parte de uma concepção mitológica superada... Continue a ler "Teoria Crítica e Fenomenologia: Uma Análise Filosófica" »

Antropologia: Descoberta e Estranhamento

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Descoberta do Novo Mundo

A gênese da reflexão antropológica é contemporânea à descoberta do Novo Mundo. A partir desse período, o problema das descontinuidades e das diferenças culturais se projetou sobre a consciência ocidental de modo súbito e dramático.

Chegou-se a duvidar da condição humana do aborígene.

A teoria monogenista, segundo a qual todas as raças humanas descendem de um único ramo, foi posta em dúvida.

Estranhamento

Os homens da Renascença, ao estudarem outras culturas, especialmente a cultura greco-romana, desenvolveram um método intelectual que pode ser denominado técnica do estranhamento.

Estranhamento significa perplexidade diante de uma cultura diferente. Essa perplexidade implica reconhecer que algo, antes considerado... Continue a ler "Antropologia: Descoberta e Estranhamento" »

Principais Filósofos Pré-Socráticos e Sócrates

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Tales de Mileto

Buscou explicar os fenômenos naturais, que até então eram explicados através dos mitos, usando uma metodologia de cunho predominantemente racional. “Todas as coisas são feitas de água”.

Anaximandro

Discípulo de Tales, discorre sobre a origem das coisas, que ao mesmo tempo é o destino de todas elas. Esse movimento de origem e fim em uma mesma coisa é permanente, ou seja, possui um “devir”, um fluxo contínuo. Vale ressaltar que ele afirma que as coisas serão julgadas pela sua injustiça, estabelecendo um juízo sobre todas as coisas.

Heráclito

Conhecido como "o obscuro", fundava no fogo a base da natureza, a origem da physis. O fogo procedia a uma constante transformação de todas as coisas. Nada é permanente,... Continue a ler "Principais Filósofos Pré-Socráticos e Sócrates" »

Tipos de Conhecimento, Pesquisa e Normas ABNT

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Tipos de Conhecimento

  1. Senso Comum (Empírico)

    Características:

    • Transmitido de geração em geração;
    • Baseado na imitação;
    • Empírico;
    • Superficial;
    • Sensitivo;
    • Subjetivo (experiência pessoal);
    • Acrítico;
    • Valorativo – baseado em ânimo e emoções;
    • Reflexivo – observação do objeto (limitada);
    • Assistemático – baseado em experiências, não em um método científico;
    • Falível;
    • Inexato.
  2. Religioso

    Características:

    • Sistemático (há origem, finalidade, significado);
    • Não verificável (fé), baseado em evidências da revelação divina.
  3. Filosófico

    O conhecimento filosófico é caracterizado pelo esforço da razão pura para questionar os problemas humanos.

    Características:

    • É valorativo – baseado em ânimo e emoções;
    • Proveniente da experiência (dedutivo)
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Teleologismo e correntes interpretativas do Direito

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Teleologismo de Rudolf von Jhering

Teleologismo em Rudolf von Jhering integra a oposição ao padectismo, isto é, ao método extremamente lógico-formal que visa extrair do direito romano princípios gerais e abstratos. No teleologismo de Ihering, o método de interpretação da norma jurídica tem como premissa mais importante a finalidade para a qual a norma foi criada. Cabe, então — e isso passa a ser obrigatório — compreender as circunstâncias em que a norma foi elaborada; do contrário, não encontraremos sua real finalidade.

Livre investigação científica do direito

É a teoria que sustenta que o juiz, no caso de lacuna, pode agir como legislador. Foi defendida por François Gény, em 1899.

Escola do Direito Livre

A Escola do Direito... Continue a ler "Teleologismo e correntes interpretativas do Direito" »