Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Física

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Conversores CC-CC: Buck‑Boost e Conversores Isolados (Flyback, Forward)

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Buck‑Boost (comportamento por ciclo de trabalho)

Buck‑Boost (Vout > Vd ou Vout < Vd) dependendo do valor do ciclo de trabalho D;

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Estados de operação:

  1. Chave fechada: o diodo fica inversamente polarizado e a corrente no indutor cresce linearmente com inclinação Vd/L. O capacitor mantém a tensão na carga.
  2. Chave aberta: a corrente no indutor é mantida através do diodo. O indutor se descarrega auxiliando o capacitor a manter a tensão na carga. O sentido da corrente forçado pelo indutor carrega o capacitor com tensão negativa em relação à fonte de entrada.
  3. Chave aberta e indutor descarregado: a energia armazenada no indutor esgotou-se e, portanto, somente o capacitor mantém a tensão na carga (diodo bloqueado).

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Conceitos Fundamentais de Estática e Resistência dos Materiais

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Método dos Nós em Treliças

Este método baseia-se no fato de que, se a treliça inteira está em equilíbrio, cada um de seus nós também está. Ao desenhar o diagrama de corpo livre (DCL) de cada nó, as equações de equilíbrio de forças podem ser utilizadas para obter as forças atuantes. Como uma treliça plana possui forças situadas no mesmo plano, cada nó está sujeito a um sistema de forças coplanar e concorrente.

Método das Seções em Treliças

Baseia-se no princípio de que, se uma treliça está em equilíbrio, qualquer parte dela também está. O método das seções é utilizado para seccionar os membros de uma treliça. Ao desenhar o DCL das duas partes, aplicam-se as equações de equilíbrio para determinar as forças... Continue a ler "Conceitos Fundamentais de Estática e Resistência dos Materiais" »

Características de Horizontes de Solo Específicos

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Ortstein

O horizonte B espódico também pode se apresentar sob a forma consolidada, denominada ortstein (Esm, Bhsm ou Bhm). De espessura mínima de 2,5 cm, apresenta-se contínuo ou praticamente contínuo. A consistência muito firme ou extremamente firme é geralmente independente do teor de umidade do solo. Combinações dos horizontes acima podem ocorrer ao longo do perfil (como Bh-Bhs, Bh-Bs ou Bh-Bs-Bsm, etc.), com variações de transição, espessura, padrões de cor e outros atributos morfológicos, fortemente cimentado geralmente por complexos organometálicos.

Plácico

Outro horizonte que pode ocorrer associado ou como variação do B espódico é o plácico. Constitui um horizonte fino, de cor preta a vermelho-escura, aparentemente... Continue a ler "Características de Horizontes de Solo Específicos" »

Problemas de Transferência de Calor: Aletas e Barras

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  1. Análise de Barra Longa com Geração de Calor

    Uma barra muito longa de 5 mm de diâmetro e condutividade térmica k = 25 W/m.K é submetida a um processo de tratamento térmico. O centro, 30 mm da extremidade da barra, é colocado em um aquecimento por bobina de indução, estando sujeito a um fluxo de calor volumétrico uniforme de 7,5 x 106 W/m3. As regiões não aquecidas da barra, que se prolongam a partir da bobina de aquecimento de um lado ou de outro, estão sujeitas à convecção com o ar ambiente a T = 20 ºC e h = 10 W/m2.K. Considere que não há convecção a partir da superfície da barra no interior da bobina.

    1. Calcule a temperatura em regime permanente T0 da barra no ponto médio da porção aquecida da bobina.
    2. Calcule a temperatura
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Exercícios de Física: Notação Científica, Força e Ondas

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Plutão: Planeta Anão e o Cinturão de Kuiper

Plutão, formalmente designado 134340 Plutão, é um planeta anão do Sistema Solar e o nono maior e décimo mais massivo objeto observado diretamente orbitando o Sol. Originalmente classificado como um planeta, Plutão é atualmente o maior membro conhecido do Cinturão de Kuiper, uma região de corpos além da órbita de Netuno.

Como outros membros do Cinturão de Kuiper, Plutão é composto primariamente de rocha e gelo e é relativamente pequeno, com aproximadamente um quinto da massa da Lua e um terço de seu volume. Ele tem uma órbita altamente inclinada e excêntrica que o leva de 30 a 49 UA do Sol. Isso faz Plutão ficar periodicamente mais perto do Sol do que Netuno. Atualmente, Plutão... Continue a ler "Exercícios de Física: Notação Científica, Força e Ondas" »

O Diagnóstico na Fisioterapia: Guia de Imagens Clínicas

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O Diagnóstico na Fisioterapia

A finalidade do diagnóstico é orientar o terapeuta a determinar a intervenção mais apropriada para cada paciente. Oferece ao profissional da saúde uma compreensão e avaliação imensamente ampliadas sobre os relacionamentos entre múltiplos planos nos sistemas anatômicos do corpo humano. Tudo que contribui para o diagnóstico correto melhora a qualidade do tratamento que o paciente vai receber.

Decisões Baseadas em Evidências Clínicas

O atendimento ao paciente melhora quando se tomam decisões baseadas em evidências clínicas, apoiadas por dados provenientes de estudos multicêntricos e de estudos que usam a meta-análise. As imagens clínicas permitem que os profissionais da saúde “vejam” dentro... Continue a ler "O Diagnóstico na Fisioterapia: Guia de Imagens Clínicas" »

SPDA: Proteção Contra Descargas Atmosféricas e Para-raios

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SPDA: Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas

O SPDA é um sistema completo destinado a proteger uma estrutura contra os efeitos das descargas atmosféricas. É composto por um sistema externo e um sistema interno de proteção.

Componentes do SPDA

Sistema Externo de Proteção

  • Subsistema de captores
  • Subsistema de condutores de descida
  • Subsistema de aterramento

Sistema Interno de Proteção

Dispositivos que reduzem os efeitos elétricos e magnéticos da corrente de descarga atmosférica dentro do volume a proteger.

Formação das Descargas Atmosféricas

Formação das Cargas nas Nuvens

As nuvens formam um enorme bipolo com cargas positivas na parte superior e negativas na inferior.

Formação da Descarga Atmosférica (Raio)

Ocorre um raio quando... Continue a ler "SPDA: Proteção Contra Descargas Atmosféricas e Para-raios" »

Fundamentos da Termodinâmica: Leis, Sistemas e Calor

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As Duas Leis Fundamentais da Termodinâmica

  1. Energia não pode ser criada ou destruída, mas somente convertida de uma forma em outra (Conservação da Energia).
  2. Energia, espontaneamente, sempre se desloca de níveis mais altos para níveis mais baixos de energia.

Primeira Lei da Termodinâmica

  • Toda transformação de energia vem acompanhada de produção de energia térmica (calor).
  • Qualquer forma de energia ou trabalho pode ser totalmente convertida em calor.
  • Calor não pode ser totalmente convertido em trabalho ou em outra forma de energia.
  • Em todas essas transformações e processos, a soma total de energia é sempre constante, ou seja, a energia do universo é constante.

Segunda Lei da Termodinâmica

  • É possível, com a realização de trabalho,
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Guia de Métodos de Concentração Mineral

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Métodos de Concentração

  • Polaridade
  • Susceptibilidade magnética
  • Gravíticos

Flotação: Trabalha com a propriedade diferenciada do minério em meio aquoso (ex: quartzo/ferro). O amido diminui o ferro, fazendo-o afundar, enquanto o quartzo torna-se hidrofóbico.

  • Xantato: Não tem função de espumante.
  • Amido: É um depressor de hematita.

Métodos Gravíticos: Baseados na diferença de densidade.

Concentração: Separação por espécies úteis feita por processo dinâmico. Tem como objetivo o enriquecimento e a máxima recuperação, visando o ganho de teor.

Concentração Gravítica: A forma das partículas influencia na concentração; é uma das formas mais antigas de processamento mineral.

  • Aceleração diferencial: Delta t muito curto.
  • Sedimentação
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Física: Capacidade Térmica, Máquinas Térmicas e Reflexão da Luz

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Capacidade Térmica

A capacidade térmica é uma propriedade dos materiais que indica a quantidade de calor necessária para variar a sua temperatura em um grau Celsius (ou Kelvin). Quanto maior a capacidade térmica de um material, mais calor ele pode absorver ou ceder para que sua temperatura varie pouco.

Exemplos de Materiais com Alta Capacidade Térmica

  • Isopor
  • Madeira
  • Porcelana
  • Alguns plásticos

Cálculo da Capacidade Térmica

A capacidade térmica (C) é calculada pela razão entre a quantidade de calor (ΔQ) que um corpo recebe ou cede e a variação de temperatura (ΔT) resultante:

C = ΔQ / ΔT

Onde:

  • ΔQ = Variação do calor (quantidade de calor trocada)
  • ΔT = Variação de temperatura

Unidade de Medida

A unidade usual para medir a capacidade térmica... Continue a ler "Física: Capacidade Térmica, Máquinas Térmicas e Reflexão da Luz" »