Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Formação profissional

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Métodos de Identificação: Amido, Sacarose e Peróxido

Classificado em Formação e Orientação para o Emprego

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Identificação de Amido

Materiais e Equipamentos

  • Proveta de 10 mL
  • Béquer de 50 mL
  • Chapa aquecedora
  • Reagente: Solução de Lugol

Procedimento Experimental

Meça 10 mL da amostra em uma proveta. Transfira para um béquer e aqueça até ebulição em chapa aquecedora. Resfrie e adicione 2 gotas de solução de Lugol.

Na presença de amido, aparecerá uma coloração azul.

Notas

Para leite em pó, reconstitua o produto antes de realizar a prova para amido. No caso de leite fermentado, doce de leite, leite condensado e queijo, pese 10 g da amostra, adicione 50 mL de água e misture. Aqueça até fervura, esfrie e realize a prova para amido.

Identificação de Sacarose com Resorcina

Materiais e Equipamentos

  • Proveta de 20 mL
  • Tubo de ensaio de 50 mL
  • Béquer de
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Determinação de Cloro, Hipocloritos e Cloretos - Método

Classificado em Química

Escrito em em português com um tamanho de 4,09 KB

Determinação de Cloro e Hipocloritos

Materiais e equipamentos

  • Tubos de ensaio de 25 mL
  • Pipetas graduadas de 1 e 5 mL
  • Proveta de 10 mL
  • Banho-maria e suporte para tubos de ensaio
  • Solução de iodeto de potássio a 7,5% m/v
  • Ácido clorídrico (1+2) v/v
  • Solução de amido a 1% m/v (dissolver o amido em água e aquecer)

Lista complementar (texto original):

DETERMINAÇÃO DE CLORO E HIPOCLORITOS — 02 tubos de ensaio de 25 mL, 01 pipeta graduada de 1 mL, pipeta de 5 mL, proveta de 10 mL, suporte para tubos de ensaio. Banho-maria. Solução de iodeto de potássio a 7,5% (15 mL). Ácido clorídrico (1+2) v/v (25 mL). Solução de amido a 1% m/v (50 mL) – dissolver o amido na água e aquecer.

Procedimento experimental

  1. Em tubo de ensaio, transfira 5 mL da amostra
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Determinação de Gordura e Extrato Seco em Leite

Classificado em Química

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Determinação de Gordura pelo Método de Gerber

Materiais e Equipamentos

  • Lactobutirômetro de Gerber com respectiva rolha;
  • Balança semianalítica;
  • Pipetadores automáticos de 10 e 1 mL;
  • Termômetro;
  • Pipeta volumétrica de 11 mL;
  • Termocentrífuga de Gerber ou centrífuga de Gerber;
  • Banho-maria;
  • Papel absorvente e luvas;
  • Ácido sulfúrico (D = 1,820 - 1,825);
  • Álcool isoamílico (D = 0,815).

Materiais por Equipe, Reagentes e Equipamentos

Teor de Gordura:

  • 02 Lactobutirômetros de Gerber com respectiva rolha;
  • Pipetadores automáticos de 10 e 1 mL;
  • Termômetro;
  • Pipeta volumétrica de 11 mL;
  • Papel absorvente;
  • Balança semianalítica;
  • Termocentrífuga de Gerber ou centrífuga de Gerber;
  • Banho-maria;
  • Ácido sulfúrico (D = 1,820 - 1,825) – 80 mL;
  • Álcool isoamílico
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Guia de Análise de Qualidade e Acidez do Leite

Classificado em Química

Escrito em em português com um tamanho de 3,47 KB

01 – Análise do pH e Densidade do Leite

4 Procedimento Experimental

a) Análise do pH

Ler o pH da amostra, verificando se o eletrodo está totalmente imerso na amostra.

Resultado pH normal: 6,2-6,8.

b) Análise de Densidade

Colocar o leite em uma proveta grande, mergulhar o termolactodensímetro e ler a escala.

02 – Estabilidade ao Etanol a 68% (Teste do Álcool) e Teste do Alizarol

Materiais e Equipamentos

  • Tubo de ensaio;
  • Pipetas;
  • Pipetadores;
  • Leite;
  • Solução de álcool a 68%.

4 Procedimento Experimental

Adicione, em um tubo de ensaio, utilizando pipetas, 2 mL de leite e 2 mL de álcool a 68%, misture cuidadosamente e observe.

Resultado

  • Instável: coagulado
  • Estável: sem coagulação
  1. Sem coagulação: o leite normal desliza em tênue camada uniforme ao
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Análise Completa do Mel: Métodos e Resultados

Classificado em Química

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Análise Completa do Mel


1. Tomada de Amostra

- A amostra deve ser tomada de diferentes partes do lote antes de se proceder à mistura.

- Misturar bem 250 g do mel em análise e colocar em frasco fechado.

2. Características Externas e Organolépticas

- Observar e anotar a cor, sabor, odor e consistência.

O mel pode ser branco (provavelmente centrifugado), pardo (provavelmente de coníferas) ou com coloração intermediária de amarelo claro a amarelo esverdeado. O sabor, se mais ou menos doce, com ligeira sensação acre, é devido à presença de pequenas quantidades de ácidos fórmico e málico. O aroma, se agradável, é característico de mel normal.

3. Preparo da Solução de Mel

- Dissolver 25 g de mel em quantidade suficiente de água quente... Continue a ler "Análise Completa do Mel: Métodos e Resultados" »

Guia Completo de Formas, Cimbramento e Concretagem

Classificado em Matemática

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Formas: Função e Importância

A principal função de um sistema de formas é condicionar a geometria da estrutura acabada a certas tolerâncias dimensionais, de modo a não causar interferências ou danos a futuras etapas da construção.

Tipos de Formas

  • Convencional
  • Moduladas
  • Trepantes
  • Deslizantes Verticais
  • Deslizantes Horizontais

Materiais para Formas: Madeiras

Tipos de madeiras para tábuas: cedrinho, jatobá, pinus e eucalipto.

Materiais para Formas: Chapas de Compensado

Chapas de compensado são usadas em substituição às tábuas nos painéis das formas dos elementos de concreto armado aparente, proporcionando um acabamento superior.

Execução de Formas para Pilares

  1. Apicoamento do concreto
  2. Posicionamento das três faces do pilar
  3. Prefixação nos
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Liderança e Motivação: Fatores Decisivos

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Liderança e Motivação de Equipes: Fatores Decisivos

Liderança e motivação de equipes são aspectos que dependem de fatores subjetivos e da presença de pessoas que exerçam influência. O autor Idalberto Chiavenato define essa influência como a capacidade de mobilizar as características de seus funcionários de forma a alcançar determinados objetivos.

Há diversas maneiras de se manifestar liderança. No entanto, o que nem sempre é corretamente exposto ou identificado é o conjunto de fatores que agem sobre a produtividade.

Isso significa que, além da presença de um líder, é necessário que um profissional em posição de comando saiba lidar com diversos fatores internos e externos. É dessa relação que trataremos neste texto.... Continue a ler "Liderança e Motivação: Fatores Decisivos" »

Relações Humanas: Definição, Empatia e Autoconhecimento

Classificado em Psicologia e Sociologia

Escrito em em português com um tamanho de 4,86 KB

O que São Relações Humanas?

Relações Humanas são relações interpessoais. Dizem respeito aos relacionamentos que podem ocorrer:

  • Entre uma pessoa e outra;
  • Entre membros de um grupo;
  • Entre grupos numa organização.

Essas relações acontecem em diversos níveis. Porém, você, como pessoa, pode relacionar-se consigo mesmo, o que chamamos de comunicações interiores ou intrapessoal.

Ou seja, as relações podem ser INTERPESSOAIS ou INTRAPESSOAIS.

Relações Humanas e a Ciência do Comportamento

As Relações Humanas, como ciência do comportamento humano, valem-se de outras ciências para estudá-las, como a Sociologia, a Filosofia, além da Psicologia.

  • Podem haver conflitos nestas relações.
  • Precisamos ser capazes de compreender e lidar com problemas
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SQL Essencial: Inserir, Excluir e Consultar Dados

Classificado em Computação

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Inserir Dados em Tabelas (INSERT)

A instrução INSERT INTO é utilizada para adicionar novos registros a uma tabela no banco de dados.

INSERT INTO nome_tabela [(nome_coluna,...)] VALUES (valores, ...)

Exemplo:

mysql> INSERT INTO filmes (cod, titulo, ano, diretor) VALUES (0, 'King Kong', 2006, 'Peter Jackson');

Esta instrução insere um registro na tabela filmes.

  • Note que o primeiro valor após VALUES é zero. Isso ocorre porque o campo COD é do tipo AUTO_INCREMENT: ao informar 0 ou NULL, o banco de dados calcula automaticamente o próximo valor válido.
  • Valores do tipo texto (string) são colocados entre aspas (simples ou duplas).
  • Valores do tipo DATE também devem ser formatados e, geralmente, colocados entre aspas.

Excluir Dados de Tabelas (

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Surrealismo, Psicanálise e Arte Contemporânea

Classificado em Psicologia e Sociologia

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A Representação do Inconsciente: O Surrealismo

Decorrendo em parte do Movimento Dada, o Surrealismo foi sobretudo um movimento de ideias que se estendeu a vários campos: da literatura às artes plásticas, da fotografia ao cinema, passando também pela música.

O nome surgiu pelo escritor Guillaume Apollinaire, que utilizou pela primeira vez o termo para descrever o bailado de Eric Satie, Parade, de 1917: “a kind of surrealism”.

O surrealismo surgiu como reação à civilização e cultura ocidentais, ao senso comum, num tempo marcado pelas guerras.

Defendeu valores como os da liberdade e da irracionalidade, do sonho, da metáfora, do inverossímil e do insólito, características que já se podiam vislumbrar na obra de Hieronymus Bosch... Continue a ler "Surrealismo, Psicanálise e Arte Contemporânea" »