Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Geologia

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Fraturas e Juntas em Geologia: Conceitos e Classificação

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Introdução às Fraturas

Fraturas são descontinuidades em rochas, que podem ser juntas (diáclases) ou falhas. Elas são classificadas principalmente por seu tipo de deslocamento:

  • Fraturas Extensionais: O deslocamento é perpendicular à fratura tensional.
  • Fraturas de Cisalhamento: O deslocamento é paralelo às fraturas (do tipo transcorrente ou em tesoura).

Definições Básicas

  • Junta: Uma fratura extensional natural ao longo da qual não houve movimento significativo.
  • Veio: Uma fratura preenchida por precipitados minerais ou argila.
  • Dique: Uma fratura preenchida por rochas ígneas ou rochas sedimentares clásticas remobilizadas.
  • Família de Juntas: Um conjunto de juntas paralelas ou subparalelas com um padrão regular.
  • Sistema de Juntas: Ocorre
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Geologia Estrutural: Estudo de Juntas e Falhas Geológicas

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Importância das Juntas

Nas escavações subterrâneas, as juntas facilitam o desmonte, mas há necessidade de escoramento. Permitem a formação de aquíferos, mas também permitem a infiltração de água em obras subterrâneas. Controlam mineralizações, condicionam o relevo e a drenagem. Permitem a ação rápida da erosão, propiciando a mais rápida denudação do terreno. Na mineração, auxiliam o desmonte de rocha, mas não são adequadas para a extração de rocha ornamental.

  • Fratura plumosa: formato em pluma devido à propagação da tensão de fratura.
  • Hidrofraturas: geração de fraturas em função hidrostática.

Definições

Falha é uma descontinuidade planar entre blocos de rocha, os quais apresentam movimentos relativos entre... Continue a ler "Geologia Estrutural: Estudo de Juntas e Falhas Geológicas" »

Empurrões e Cavalgamentos: Geologia e Thrust Belts

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Empurrões e cavalgamentos (thrust belts) são definidos pela superposição vertical de duas séries de estratos cuja sucessão não é normal. Há contato inverso:

  • a) No caso de rochas sedimentares, tratar-se-á de uma sucessão que não se encontra conforme as leis da estratigrafia;
  • b) No caso de rochas cristalinas.

Falhas inversas (empurrão) ou de cavalgamento são formadas em função de um stress compressivo horizontal e causam encurtamento e espessamento da crosta. Em função do teto deslocar-se em movimento relativo para cima do muro, a maior parte das falhas mostra rochas mais velhas sobre as mais novas. Falhas de cavalgamento apresentam, tipicamente, baixos ângulos (entre 10º e 40º). Todavia, podem seccionar a estratigrafia na forma... Continue a ler "Empurrões e Cavalgamentos: Geologia e Thrust Belts" »

Fundamentos da Física e Propriedades Agronômicas do Solo

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  1. O que é solo do ponto de vista agronômico?

    R: O solo é o meio para o desenvolvimento das plantas, sendo a camada externa e agriculturável da superfície terrestre que, juntamente com o clima, compõe o meio físico que condiciona toda a atividade agropecuária.

  2. Como descrever o solo e seus atributos?

    R: O solo é de maior interesse agronômico. Suas características são definidas por:

    • Atributos: Referem-se à sua natureza, pelo que é intrínseco (morfologia e composição do sistema do solo).
    • Propriedades: Referem-se aos seus comportamentos, reações e fatores externos.
  3. Quais os horizontes do solo quanto à morfologia? Descreva cada um.

    R: São os horizontes A, B, C e D:

    • A: Matéria orgânica (M.O.) não decomposta, M.O. humificada, horizonte
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Frequências, Tempos de Recorrência e Infiltração no Solo

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Frequências e Tempos Totais

A frequência é o número de vezes que um fenômeno, com características iguais a outro, ocorre em um período de tempo.

A frequência (relativa) com que um evento de ordem m foi igualado ou superado é:

  • Método da Califórnia: FR = m/n
  • Método de Kimball: FR = m/(n+1)

Exemplos:

  • Probabilidade de precipitação ≥ 124mm/mês: FR = 4/12
  • Probabilidade de precipitação ≥ 28mm/mês: FR = 12/12 (Evento certo!)

Tempo de Recorrência (ou Tempo de Retorno)

É o intervalo médio de tempo (dia, mês, ano) em que um dado evento pode ocorrer ou ser superado.

TR = 1/FR ou FR = 1/TR

Sempre que o tamanho de uma amostra for grande, assumimos que a frequência relativa é uma estimativa de probabilidade (P = 1/TR). A aceitação de que... Continue a ler "Frequências, Tempos de Recorrência e Infiltração no Solo" »

Fundamentos de Geologia: Datação, Intemperismo e Processos

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Datação Geológica: Relativa e Absoluta

A datação relativa é feita por fósseis e a datação absoluta por meio da radioatividade.

Datação Relativa

Fósseis são quaisquer vestígios de vida existente no passado geológico. Assim, foi definida uma escala de tempo geológico por datação relativa. Obviamente, a datação relativa só pôde ser feita para rochas portadoras de fósseis.

Datação Absoluta

Radioatividade: Os isótopos instáveis (i.e. que têm decaimento radiativo) são importantes para se definir a idade das rochas.

Idades Absolutas e Rochas

A temperatura de bloqueio é aquela na qual o sistema isotópico se fecha, dando início ao “relógio” radiométrico.

As rochas magmáticas possibilitam datações mais seguras por proporcionarem... Continue a ler "Fundamentos de Geologia: Datação, Intemperismo e Processos" »

Tipos de Aglomerantes: Cimentos, Cal e Aplicações

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Tipos de Aglomerantes e suas Aplicações

Aglomerante é o material ativo, ligante, geralmente pulverulento, cuja principal função é formar uma pasta que promove a união entre os grãos do agregado.

Tipos de Aglomerantes:

  • Asfálticos
  • Cales
  • Gessos
  • Cimentícios - Especiais
  • Cimento aluminoso
  • Cimento Sorel
  • Cimentos resistentes a ácidos
  • Outros

Cimentos Asfálticos

São materiais termoplásticos, variando a consistência de firme a duro, em temperaturas normais. Origem: Materiais residuais compostos de asfalto e óleo. Destilação a baixa temperatura a vácuo (cerca de 250 graus).

São classificados conforme ensaio de penetração (consistência ou dureza). Agulha padronizada de 100 g durante 5 s. Determinação do ponto de fulgor: vapores se inflamam temporariamente... Continue a ler "Tipos de Aglomerantes: Cimentos, Cal e Aplicações" »

Fundamentos de Pedologia: Intemperismo, Minerais e Solos

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Litosfera e Minerais

  • Elementos da Litosfera: Oxigênio, Silício, Alumínio, Ferro, Cálcio.
  • Minerais da Litosfera: Feldspatos, Piroxênios e Anfibólios, Quartzo, Micas, Carbonatos, Óxidos e Sulfetos, Olivina.

Tipos de Intemperismo (Meteorização)

Intemperismo Físico

Processos que causam a desagregação da rocha sem alterar sua composição química:

  • Temperatura (expansão e contração térmica)
  • Congelamento da água (gelifração)
  • Cristalização de sais
  • Alívio de pressão
  • Não forma minerais secundários.

Intemperismo Químico

Processos que causam a decomposição da rocha, alterando sua composição química. A água é o principal agente.

  • Hidrólise
  • Oxidação e Redução (Oxirredução)
  • Hidratação (ex: alteração do feldspato)

Intemperismo Biológico

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Fundamentos e Tipos de Nivelamento Topográfico

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Tipos de Nivelamento

  • Nivelamento Geométrico: Feito através da leitura direta em miras graduadas para as cotas verticais e trena para cotas horizontais.
  • Nivelamento Taqueométrico: Utiliza teodolito visando a altura do sinal do fio médio da luneta sobre uma mira colocada verticalmente no ponto cuja diferença de nível é o objeto de determinação.
  • Nivelamento Trigonométrico: Determina a diferença de nível entre pontos do terreno através do ângulo vertical da direção que os une e da distância entre eles.

Curvas de Nível

Curvas de Nível são pontos de mesma cota ou mesma altitude.

Funções e Obtenção das Curvas de Nível:

  • Servem para determinar o tipo de terreno, indicando aclives ou declives, cotas e altitudes de um ponto.
  • Representam
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Conceitos de Pedologia e Características dos Solos

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4) Explique os significados práticos dos conceitos “capacidade máxima para a água” e “capacidade de água utilizável”.

Capacidade máxima para a água: A porosidade é exclusivamente ocupada por água, isto é, o solo encontra-se saturado, sendo o potencial de água igual a 0.

Capacidade utilizável (C.U.): Humidade retida no solo entre a capacidade de campo (C.C.) e o coeficiente de emurchecimento (C.E.). Fórmula: C.U. = C.C. – C.E.

5) Escreva a equação de Dokutchaiev e explique o seu significado.

S = f (c, o, r, p, t)

Onde:

  • c: representa o clima;
  • o: os organismos;
  • r: o relevo ou a topografia;
  • p: a rocha-mãe;
  • t: o Homem (tempo/ação humana).

6) Estabeleça a distinção entre: descarbonatação e descalcificação.

  • Descarbonatação:
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