Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de História de Ensino Fundamental II

O Iluminismo e as Grandes Revoluções do Século XVIII

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O Iluminismo no Século XVIII

O século XVIII é o século das Luzes ou do Iluminismo. Este conceito evoca, antes de mais, a luz da Razão (inteligência, esclarecimento). O raciocínio humano seria o meio de atingir o progresso em todos os campos (científico, social, político, moral). Por contraposição, os autores identificavam, nesta época, a ignorância com as trevas: Galileu, nomeadamente, refere a importância da linguagem matemática sem a qual "vagueia-se num labirinto, às escuras".

Pontos-Chave do Pensamento Iluminista

A corrente filosófica iluminista acreditava (na esteira do pensamento de John Locke, filósofo do século XVII) na existência de um direito natural – um conjunto de direitos próprios da natureza humana (e, como...

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Revolução Francesa: Etapas e Conquistas

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A ação da Assembleia Nacional Constituinte

- A reunião dos Estados Gerais, em maio de 1789, iniciou-se, desde logo, com uma questão controversa: a votação das propostas deveria fazer-se por cabeça (cada deputado, um voto) ou por ordem (cada grupo social, um voto)? Se a votação por cabeça ganhasse, os deputados do Terceiro Estado, maioritários, fariam valer as suas propostas. Porém, se a votação se fizesse por ordem, as duas ordens privilegiadas (clero e nobreza) poderiam unir-se, dado que tinham interesses convergentes, na defesa do seu estatuto.

Perante este impasse e a indecisão de Luís XVI, os deputados do Terceiro Estado (juntamente com alguns deputados do clero e da nobreza que partilhavam das mesmas ideias) reuniram-se à

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História das Constituições Brasileiras: Um Resumo

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1) Constituição de 1824

Contexto: Após a independência do Brasil, ocorreu uma intensa disputa pelo poder entre as principais forças políticas. O Partido Brasileiro, representando a elite latifundiária escravista, produziu um anteprojeto apelidado de "Constituição da Mandioca", que limitava o poder imperial (antiabsolutista) e discriminava os portugueses (antilusitano). Dom Pedro I, apoiado pelo Partido Português (ricos comerciantes e altos funcionários públicos), dissolveu a Assembleia Constituinte em 1823 e, no ano seguinte, impôs seu próprio projeto, que se tornou a nossa primeira Constituição.

2) Constituição de 1891

Contexto: Logo após a Proclamação da República, predominaram os interesses ligados à oligarquia latifundiária,...

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Indústria Europeia, Nacionalismo e EUA: Análise Geográfica

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A Indústria Alemã

  • Mais importante da Europa
  • Rica em ferro e carvão
  • Indústrias de base: siderúrgica, metalúrgica, termoelétrica

Depende da importação de petróleo e gás natural.

Indústria Inglesa

  • Fase de declínio: já foi a maior do mundo
  • Berço da Primeira Revolução Industrial
  • Escoamento da produção: Rio Tâmisa (Sul) (Londres)
  • Poucos parques industriais relevantes
  • Relativamente rica em recursos energéticos (petróleo, gás natural e carvão), mas não é autossuficiente, importa 40% da demanda
  • 6º parque industrial do mundo

Indústria Francesa

  • 2ª potência industrial europeia
  • II Revolução Industrial
  • Compete com a Alemanha na produção tecnológica de ponta
  • Líder europeia na produção de aviões e armas (não considerando a Rússia)

Europa:

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A Condição Operária e a Evolução do Liberalismo

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Condição Operária

A aplicação do liberalismo económico nos países industrializados, ao estabelecer a não-intervenção do Estado, deixou os operários à mercê das regras do mercado. O proletário é aquele que não tem qualquer poder sobre a produção; ele apenas tem os seus filhos e um salário pelo seu trabalho, o qual aumenta ou diminui conforme a prosperidade da empresa, sem que um salário mínimo esteja assegurado.

Neste contexto, os operários da Segunda Revolução Industrial enfrentavam graves problemas dentro e fora do local de trabalho:

  • Ausência de redes de solidariedade;
  • Elevado risco de acidentes de trabalho e de doenças profissionais;
  • Ausência de medidas de apoio social;
  • Proibição e repressão de todo o tipo de reivindicação
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A Europa nos Séculos XV e XVI: Renascimento e Descobertas

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A Europa de 400 e 500

A Época Moderna inicia-se por volta de 1450 e coincide com um notável dinamismo civilizacional do Ocidente.

Nela, elites burguesas e aristocráticas fazem fortunas.

A cargo dos povos ibéricos, a abertura ao mundo concretiza-se com a descoberta das rotas do Cabo e das Américas. Uma pluralidade de mares, terras e gentes oferece-se ao olhar curioso dos europeus.

Revolucionam-se as técnicas e os conhecimentos:

  • a náutica e a cartografia sofrem transformações de vulto, acompanhando o domínio do espaço planetário;
  • a pólvora e as armas de fogo ditam a supremacia do Ocidente no mar e em terra;
  • a imprensa – inventada pelo alemão Gutenberg – espalha-se pela Europa e pelo mundo, permitindo a expansão cultural;
  • o intercâmbio
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A Revolução Liberal de 1820 em Portugal

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As invasões francesas deixaram o nosso país em muito mau estado. Portugal ficou devastado e arruinado, já que os exércitos invasores praticaram roubos, destruíram casas e ruas e deixaram as atividades económicas (agricultura, indústria e comércio) praticamente paralisadas.

Para além disto, a população portuguesa estava também descontente porque:

  • Os portos brasileiros deixaram de ser exclusivos de Portugal e abriram as portas ao comércio com outros países;
  • Em 1815, o Brasil deixou de ser uma colónia portuguesa e foi elevado à categoria de Reino, tornando-se a cidade do Rio de Janeiro a sua verdadeira capital (atualmente é Brasília);
  • A família real e a corte portuguesa continuavam no Brasil (o rei estava fora de Portugal e os ingleses
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A História da 2ª Guerra Mundial: Do Início ao Fim

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A 2ª Guerra Mundial

A 1 de setembro de 1939, o exército alemão invadiu a Polónia, o que levou a França e a Inglaterra a declararem guerra à Alemanha. Aqui deu-se o início da Segunda Guerra Mundial.

A 1ª fase da guerra caracterizou-se por uma sequência de vitórias da Alemanha, onde os alemães conquistaram praticamente a Europa inteira, numa guerra-relâmpago. Em três semanas, a Polónia foi vencida; mais tarde, entre abril e junho de 1940, a Alemanha dominou a Dinamarca, Noruega, Holanda, Bélgica e, posteriormente, a França.

Em toda a Europa Ocidental, apenas a Inglaterra continuava a resistir contra a Alemanha. A evolução da guerra dependeu do esforço inglês, pois Winston Churchill decidiu lutar até ao fim com as suas tropas....

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h3: Escravidão no Brasil Colônia: Vida, Origens e Resistência

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AFRICANOS NA COLÔNIA

O sistema escravista foi o motor da economia colonial brasileira, onde os africanos escravizados eram a força de trabalho essencial. Os escravos eram as mãos e os pés do senhor de engenho. Para o escravo, eram necessários os “três P”, a saber:

  • Pau (castigos físicos);
  • Pão (comida escassa);
  • Pano (alguma roupa).

Ou seja, para continuar trabalhando, bastavam ao cativo alguma roupa, comida escassa e castigos físicos. A pessoa de cor negra tornou-se sinônimo de escravo e passou a ser encarada como mercadoria. Como propriedade do senhor, ele podia ser vendido, alugado, hipotecado ou emprestado. Seus filhos já nasciam escravos e eram obrigados a trabalhar desde tenra idade.

BANTOS E SUDANESES: As Origens

Os africanos trazidos...

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Os Pilares da Longevidade do Estado Novo (1933-1974)

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O Enquadramento e Controlo das Massas

A longevidade do Estado Novo explica-se pelo conjunto de instituições e processos que conseguiram enquadrar as massas e obter a sua adesão ao projeto do regime. Estes mecanismos incluíam:

  • O Secretariado da Propaganda Nacional (SPN), dirigido por António Ferro, que divulgou os ideais do regime.
  • A União Nacional, partido político oficial que transmitia o espírito da Nação, enquanto a oposição era duramente reprimida.
  • O funcionalismo público foi obrigado a fazer prova da sua fidelidade ao regime através de um juramento.
  • Organizações milicianas como a Legião Portuguesa, que se destinava a defender o património espiritual da Nação.
  • A Mocidade Portuguesa, de inscrição obrigatória, que ensinava
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