Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de História

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A Questão Social: Origens, Evolução e Desafios no Brasil

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A Questão Social: Origens e Conceituação

No que diz respeito à questão social, esta reflexão parte do princípio relacional da questão social com o modo de produção capitalista, no bojo do processo de industrialização e do surgimento do proletariado e da burguesia industrial. Historicamente, a “questão social” é uma nominação surgida na segunda metade do século XIX, na Europa Ocidental, a partir das manifestações de miséria e de pobreza oriundas da exploração das sociedades capitalistas com o desenvolvimento da industrialização. É neste contexto que se iniciam as respostas para o enfrentamento desse novo cenário do capitalismo. Segundo Cerqueira Filho (1982, p.21):

Por questão social, no sentido universal do termo,

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Questões Fundamentais da História e Direito Brasileiro

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1- Juridicamente, a Carta Régia editada em 1808 – Abertura dos Portos às Nações Amigas.

R: O rompimento do pacto colonial através da emancipação econômica da colônia pelo livre comércio, iniciando um processo de transformação na Colônia Brasil que culminará com o rompimento político com Portugal em 1822.

2- Quando se afirma "O Reino de Portugal nasceu das armas", é possível concluir que esta afirmação se deve ao fato de que:

R: O Reino de Portugal constrói sua independência a partir das lutas que travou contra os mouros e, ao mesmo tempo, contra Castela a partir do Século XII.

3- Marca ou característica histórica fundamental do Estado nacional português em seu processo de formação e que influenciaria a Colonização

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Enfrentamento da Violência Contra Mulheres no Brasil

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Enfrentamentos às Violências Contra as Mulheres no Brasil

A partir da década de 1980, foram criadas diversas políticas que visavam ao enfrentamento das violências contra as mulheres. A Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, denominada “Convenção de Belém do Pará”, que ocorreu em 1994, foi um marco importante. Ela promoveu o reconhecimento das violências contra as mulheres como violações aos direitos humanos, além de estabelecer deveres aos estados signatários no enfrentamento às violências contra as mulheres.

Há três principais momentos de mudanças institucionais que demonstram as políticas públicas relacionadas ao enfrentamento às violências contra as mulheres no Brasil:... Continue a ler "Enfrentamento da Violência Contra Mulheres no Brasil" »

Portugal no pós-Primeira Guerra: da República ao Estado Novo

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Portugal no primeiro pós‑guerra

Portugal no primeiro pós‑guerra. A 1.ª República Portuguesa foi um período conturbado por graves problemas sociais, económicos e políticos. Assim, o contexto político, económico e social que Portugal atravessava não favoreceu em nada a 1.ª República, que rapidamente deixou de o ser por não responder às questões levantadas pela crise: as dificuldades económicas, uma indústria atrasada e insuficiente, o predomínio da agricultura, o aumento do custo de vida, a balança orçamental deficitária e a falta de bens essenciais que levou à subida dos preços.

  • Dificuldades económicas e indústria atrasada;
  • Predomínio da agricultura e falta de bens essenciais;
  • Aumento do custo de vida e balança orçamental
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O Século XX: Da Grande Depressão à Guerra Fria

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A Inflexão Intervencionista dos Estados Democráticos

Intervencionismo do Estado

A depressão dos anos 30 revelou as fragilidades do capitalismo liberal. Até então, acreditava-se na livre iniciativa, na livre produção e na livre concorrência como capazes de proporcionar a riqueza social. Interpretavam-se as crises cíclicas como reajustamentos naturais entre a oferta e a procura, que por si se resolveriam, sem ser necessária a regulação das atividades económicas por parte do Estado. As proporções adquiridas no mundo pela crise de 1929 provaram o contrário.

O economista John Keynes duvidou da capacidade autorreguladora da economia capitalista, chamando a atenção para um maior intervencionismo por parte do Estado. Criticou as políticas... Continue a ler "O Século XX: Da Grande Depressão à Guerra Fria" »

Guerra Fria: Bloco Soviético, Expansão e Japão

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O Bloco Soviético e a Doutrina Jdanov

Do lado leste e comunista, Estaline respondeu ao Plano Marshall com a Doutrina Jdanov, que assentava na ideia de divisão do mundo em dois campos opostos: um "imperialista" e um "anti-imperialista". A influência soviética deveu-se à formação do COMECON, em 1949, que pretendia estabelecer a coordenação dos planos económicos e a ajuda financeira; através do Cominform, uma organização internacional dos partidos comunistas, criada em 1947; e à formação de um bloco militar alternativo comunista, através do Pacto de Varsóvia, em 1955. Todos estes instrumentos foram responsáveis pela dominação dos países da "cortina de ferro". Por outro lado, todos estes países contavam com o apoio do Exército... Continue a ler "Guerra Fria: Bloco Soviético, Expansão e Japão" »

Renascimento e Descobrimentos: Cultura, Ciência e Arte

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Centros Culturais do Renascimento

No Renascimento, os principais centros culturais foram: Itália, berço do Renascimento e da cultura, com algumas das mais importantes cidades, como Florença ou Roma. Daí espalhou-se para o resto da Europa, abrangendo países como:

  • Inglaterra
  • França
  • Alemanha
  • Países Baixos
  • Hungria
  • Polónia
  • Portugal
  • Espanha

Condições para a Expansão Cultural

As condições que permitiram a expansão cultural foram:

  • A recuperação demográfica, urbana e mercantil;
  • O crescimento da burguesia, agora mais rica;
  • A centralização do poder político;
  • O aumento demográfico (devido às melhores condições de vida e melhores anos agrícolas);
  • Com isto, a imprensa surge também e a divulgação de textos é mais facilitada, fazendo com que mais
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Denis Diderot e a Revolução no Teatro Francês

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Escreva seu Denis Diderot foi um influente filósofo e uma figura importante no assim chamado “partido dos filósofos”. Conhecido como o fundador da Enciclopédia junto com D'Alembert na Europa de 1758. Essa identificação com o “partido dos filósofos” não era merecida em função dos livros que havia publicado, mas sim por suas atividades à frente da Encyclopédie, que nesse momento passava por uma transição e momentos delicados. D’Alembert, o maior colaborador, havia deixado a elaboração da Encyclopédie e, não bastasse a saída de D’Alembert, no ano seguinte o conselho do Rei revogaria os privilégios da impressão da obra. Diante desses sobressaltos, Diderot entrega a um editor a peça O Pai de Família, juntamente... Continue a ler "Denis Diderot e a Revolução no Teatro Francês" »

Revoluções Russas: De Czarismo à URSS (1917-1924)

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A Rússia Antes da Revolução

No século XX, a Rússia era um país com uma economia atrasada. Era governada pelo czar Nicolau II, um monarca absoluto cujo poder vinha diretamente de Deus. A monarquia russa era apoiada pela nobreza e pelo clero. A maioria da população era composta por camponeses. Devido ao atraso do país, a burguesia e os trabalhadores não eram numerosos.

Revolução de Fevereiro de 1917

Após o assassinato de Rasputin, a burguesia russa iniciou uma revolução e rejeitou a forma czarista. Estabeleceu-se um parlamento e um governo, criando uma república na Rússia. O governo burguês de Kerensky desejava manter a aliança com a França e demonstrar sua vontade de continuar na Primeira Guerra Mundial. Kerensky organizou uma... Continue a ler "Revoluções Russas: De Czarismo à URSS (1917-1924)" »

O Primeiro Franquismo (1939-1959): Evolução Política e Ideológica

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O 1º Franquismo (1939-1959): Evolução Política e Ideológica

Instituições

  • Exército: Defendia o regime e o seu sistema jurídico. Tinha jurisdição sobre os crimes políticos através dos "conselhos de guerra". Franco seguia a sua ideologia: anticomunismo, rejeição do separatismo e tenacidade em assuntos de política pública.
  • Falange: Defendia uma síntese do patriotismo nacional e autoritarismo fascista. Franco assumiu o partido e a Falange foi diluída no chamado Movimento Nacional.
  • Igreja Católica: Representava um elemento punitivo da legitimidade do regime de Franco. A Concordata de 1953 consolidou a presença da Igreja no ensino secundário e na vida intelectual. Havia uma estreita aliança entre a Igreja e o novo estado. A Igreja
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