Sanções Internacionais e Direito da Guerra
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Xenofobia: É o medo irracional, a aversão ou a profunda antipatia em relação ao estrangeiro. A xenofobia pode ter como alvos não somente pessoas de outros países, mas de outras culturas ou crenças.
Início da Xenofobia: Com a queda do comunismo, o que possibilitou um grande fluxo imigratório. Os principais países afetados foram: França, Bélgica e Alemanha.
A xenofobia estaria relacionada com o desemprego. Imigrantes, após a Segunda Guerra Mundial, foram bem-vindos devido aos salários baixos. Exemplos incluem:
Imigrantes vivem em situações difíceis. Na Alemanha, acredita-se que o país estava "ficando mais... Continue a ler "Xenofobia e Terrorismo: Conceitos e Contextos Globais" »
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Estaline defendia a necessidade de consolidar a revolução primeiro no país e só depois partir para a internacionalização. Era a "revolução num só país", em oposição a Trotsky. Iniciou um processo de controlo absoluto que o tornou chefe incontestado. Toda a sua ação política tinha dois objetivos: a construção irreversível da sociedade socialista e a transformação da URSS numa grande potência mundial. A coletivização dos meios de produção, a planificação da economia e a instauração de um Estado totalitário foram as estratégias fundamentais para alcançar esses objetivos.
Com o reforço do centralismo político, Estaline impôs o centralismo... Continue a ler "O Estalinismo: Economia, Política e Totalitarismo" »
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A maior dificuldade foi desmontar e confrontar uma estruturação organizacional social-democrata consolidada durante décadas, que deixou marcas profundas dentro do próprio proletariado. Outro fator foram os conflitos internos, que impediram a criação de uma organização alternativa capaz de se contrapor aos sindicatos e aos partidos tradicionais.
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Suas principais contribuições para a arquitetura romana são o uso do arco e da abóbada, e a estrutura de seus templos, cujo modelo foi seguido pelos templos romanos.
Apesar de algumas de suas características serem inspiradas pelo templo grego, sua estrutura é original. O templo etrusco repousava sobre um pódio elevado de pedra e possuía um alpendre com colunas toscanas tetrastilo, apenas na fachada principal. Atrás deste, geralmente havia três portas que davam para três celas paralelas, dedicadas às três principais divindades etruscas. O telhado era de duas águas (gabled) e a decoração escultórica era colocada sobre ele, bem como em placas de terracota policromada em relevo que protegiam as vigas... Continue a ler "Arte Etrusca e Romana: Arquitetura, Escultura e Pintura" »
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Os 4 Dragões (Hong Kong, Singapura, Coreia do Sul e Taiwan) destacaram-se como potências económicas após o Japão. Apesar da escassez de recursos naturais, terra fértil e capital inicial, superaram dificuldades através de vontade política, determinação e capacidade de trabalho. Para alcançar o crescimento, os governos atraíram capital estrangeiro, adotaram políticas protecionistas, incentivaram a exportação e investiram fortemente no ensino. Com mão de obra barata, dominaram o mercado têxtil e, posteriormente, setores como o automóvel, construção naval e novas tecnologias.
Apesar do sucesso, os Novos Países Industrializados (NPI) enfrentaram dependência externa e rivalidade... Continue a ler "Geopolítica e Transformações Globais no Século XX e XXI" »
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As economias não crescem de forma contínua e linear ao longo do tempo, mas por fases de rápido crescimento seguidas de outras de crescimento moderado e até mesmo de decréscimo do produto, apresentando desequilíbrios em torno de uma tendência de longo prazo.
A esta sucessão de flutuações designamos por ciclos económicos, que apresentam sempre uma fase de expansão seguida de uma fase de recessão. Se a recessão for prolongada e grave, designamos por depressão. A fase de expansão caracteriza-se por um grande dinamismo económico com mais investimento, mais produção, mais rendimento e um aumento do emprego, que tem como consequências um aumento do consumo privado e a captação de mais impostos.... Continue a ler "Ciclos Económicos, Mundialização e Globalização: Análise Detalhada" »
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Embora, em 1143, Afonso VII tivesse reconhecido Afonso Henriques como rei na **Conferência de Zamora**, nos séculos XII e XIII, em plena Reconquista, **D. Afonso Henriques** transformou o Condado Portucalense no reino autónomo de Portugal. O Papa Alexandre III deu-lhe proteção da Santa Sé em 1179 e, a partir dessa data, desvinculou-se do seu primo, rei de Leão e Castela. Entretanto, D. Afonso Henriques prosseguia à conquista dos territórios aos muçulmanos. Foi com D. Afonso III que ficou concluída a reconquista do Algarve. Teve ainda de resolver vários conflitos com o rei de Leão e Castela, tendo sido celebrados vários tratados de paz, sendo... Continue a ler "Portugal: Da Reconquista à Consolidação do Reino" »
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O movimento que rompeu a unidade do cristianismo ocorreu devido aos abusos de poder da Igreja, que incluíam a venda de terras, a exigência de dízimos cada vez maiores e a comercialização de relíquias sagradas para aumentar seu poder aquisitivo. Essa postura gerou insatisfação entre fiéis, reis (que buscavam a ascensão real), cleros humildes e a burguesia (que visava o aumento de seu poder), culminando nas Reformas Religiosas. Esse processo transformou o sistema econômico, cultural e social do Estado, sendo também impulsionado pelo Renascimento, que refletiu o desenvolvimento de uma nova mentalidade.
A fase açucareira corresponde ao período... Continue a ler "Reforma Protestante e o Ciclo do Açúcar no Brasil" »