Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Guia Abrangente: Doenças Ósseas, Articulares e Neuropatias Compressivas

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Osteoporose: Compreendendo a Saúde Óssea

Matriz Óssea: Composição e Função

A matriz óssea é constituída por aproximadamente 35% de material orgânico e 65% de material inorgânico.

  • Material orgânico: colagénio e proteoglicanos (conferem resistência flexível à matriz).
  • Material inorgânico: cristais de fosfato de cálcio (hidroxiapatite) (conferem à matriz resistência à compressão).

Osteoblastos: Células Formadoras de Osso

  • Sintetizam a parte orgânica da matriz óssea (colagénio e proteoglicanos).

Também formam vesículas que acumulam iões de cálcio, de fosfatos e várias enzimas. O conteúdo destas vesículas é libertado das células por exocitose e é utilizado na formação dos cristais de hidroxiapatite, sendo por isso... Continue a ler "Guia Abrangente: Doenças Ósseas, Articulares e Neuropatias Compressivas" »

Guia Completo: Vias de Administração de Fármacos

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Vias de Administração de Fármacos

São estruturas orgânicas com as quais a droga entra em contato para iniciar uma série de processos que visam seu efeito farmacológico.

Classificação Geral

  • Uso Interno: Ingestão de fármacos.
  • Uso Externo: Administração sem ingestão.

1. Via Enteral

O fármaco entra em contato com qualquer parte do trato digestivo (sublingual, oral, bucal e retal).

2. Via Parenteral

Não utilizam o tubo digestório (injeção, cutânea, respiratória, conjuntival, etc.).

Efeitos: Local e sistêmico.

Fatores que Determinam a Escolha da Via

  • Tipo de ação desejada;
  • Rapidez de ação desejada;
  • Natureza do medicamento.

Tipos de Vias

  • Enterais: Oral, bucal, sublingual e retal.
  • Parenterais Diretas: EV, IM, subcutânea, intra-arterial, intraperitoneal,
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Cuidados na DPOC e Pneumonia Bilateral Grave

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Monitoramento e Intervenções:

  • Monitorar continuamente os sinais vitais, incluindo frequência cardíaca, pressão arterial, temperatura e frequência respiratória.
  • Verificar a saturação de oxigênio regularmente e ajustar a oxigenoterapia conforme necessário.
  • Monitorar a drenagem do dreno torácico e observar sinais de complicações, como hemorragia ou pneumotórax.
  • Realizar higiene oral e bucal frequente para prevenir infecções secundárias.
  • Posicionar o paciente adequadamente para facilitar a expansão pulmonar e melhorar a ventilação.
  • Incentivar a mobilização precoce para prevenir complicações associadas ao repouso prolongado.
  • Administrar medicamentos prescritos, incluindo antibióticos e broncodilatadores, conforme orientação
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Guia Completo de Nutrição e Recomendações Alimentares

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h2> <p style=As recomendações de consumo diário devem ser ajustadas individualmente:

  • As crianças de 1 a 3 anos devem ser aconselhadas a cumprir os limites inferiores;
  • Rapazes adolescentes e homens ativos devem reger-se pelos limites superiores;
  • Os restantes indivíduos devem seguir os valores intermédios.

Cereais e Derivados, Tubérculos – 28% (4 a 11 porções/dia)

  • 1 pão (50g);
  • 1 fatia fina de broa (70g);
  • 1 e 1/2 batata – tamanho médio (125g);
  • 5 colheres de sopa de cereais de pequeno-almoço (35g);
  • 6 bolachas – tipo Maria/água e sal (35g);
  • 2 colheres de sopa de arroz/massa crus (35g);
  • 4 colheres de sopa de arroz/massa cozinhados (110g).

Hortícolas – 23% (3 a 5 porções/dia)

  • 2 chávenas almoçadeiras de hortícolas crus (180g);
  • 1 chávena almoçadeira
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Fisiologia Cardíaca: Controle, ECG, Ciclo e Patologias

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Mecanismos de Controle do Débito Cardíaco

Os mecanismos de controle do débito cardíaco (DC) e seu funcionamento são:

  • Mecanismo de Frank-Starling: Regula o débito cardíaco controlando o volume sistólico, ajustando a força das contrações do coração conforme o volume de sangue que retorna ao coração.
  • Regulação do Sistema Nervoso Autônomo (SNA): O sistema simpático aumenta a frequência cardíaca e a força das contrações, enquanto o sistema parassimpático diminui a frequência cardíaca, influenciando o débito cardíaco.
  • Regulação Hormonal: Hormônios como adrenalina e noradrenalina aumentam a frequência cardíaca e a contratilidade do coração, afetando o DC.
  • Regulação da Pressão Arterial (PA): Mudanças na pressão arterial
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Doenças do Sistema Respiratório em Bovinos: Guia Clínico

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Doenças do Sistema Respiratório

As funções do sistema respiratório incluem a oxigenação do sangue e a remoção de CO2, além de responder rapidamente ao controle ácido-base do pH. A insuficiência respiratória pode levar à anóxia ou hipóxia, sendo um evento terminal em casos fatais.

Classificação da Anóxia

  • Anóxia Anóxica: O2 do sangue diminuído. Causas: pneumonias, pneumotórax, edema, congestão pulmonar, altas altitudes, depressão do centro respiratório ou paralisia muscular (botulismo, tétano).
  • Anóxia Anêmica: Deficiência de hemoglobina (anemias, tristeza parasitária bovina, intoxicação por nitrito ou monóxido de carbono).
  • Anóxia Estagnante: Fluxo sanguíneo reduzido nos capilares (ICC, IC periférica, obstrução
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Lesões Desportivas: Guia de Classificação e Diagnóstico

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1. Como Quantificar a Severidade de uma Lesão Desportiva?

A severidade/gravidade de uma lesão desportiva é quantificada pelo tempo perdido de atividade:

  • Não Considerável: Sem tempo perdido.
  • Ligeira (Minor): 1 a 7 dias de tempo perdido.
  • Moderada: 8 a 21 dias de tempo perdido.
  • Grave (Major): Mais de 21 dias de tempo perdido.
  • Severa: Incapacitante permanente.

2. O que Entende por Tríade da Mulher Atleta, Consequências e Ocorrência?

A Tríade da Mulher Atleta é uma condição médica que afeta mulheres envolvidas em atividades desportivas intensas, composta por três componentes inter-relacionados, existindo um espectro desde a função normal até à disfunção. Não se deve assumir que todas as disfunções menstruais estão relacionadas com... Continue a ler "Lesões Desportivas: Guia de Classificação e Diagnóstico" »

Protocolos Clínicos e Inclusão na Odontologia

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Protocolo de Atendimento (O Mais Importante)

Nível 1: Baixo Risco

Níveis: Glicemia em Jejum entre 101-125 mg/dL (ou < 200 mg/dL no fluxograma). HbA1c < 6,5%.

Ação: Atendimento normal / de rotina.

Antibiótico? Não rotineiro. Só se houver campo contaminado + condição bucal precária.

Nível 2: Risco Moderado

Níveis: Glicemia em Jejum entre 126-199 mg/dL (ou 200-250 mg/dL no fluxograma). HbA1c ≥ 6,5% a 8,5% (ou 7-9% no fluxograma).

Ação: Pode realizar exame bucal, radiografia, OHI, raspagem, endodontia.

Antibiótico? Sim, para procedimentos cruentos (ex: cirurgia oral).

Protocolo ATB: Dose de ataque (ex: 2g Amoxicilina 1h antes).

Nível 3: Alto Risco

Níveis: Glicemia em Jejum ≥ 200 mg/dL (ou > 250 mg/dL no fluxograma). HbA1c >

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Cuidados em Enfermagem Cirúrgica: Guia Completo

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Classificação das Áreas Hospitalares (Potencial de Contaminação)

Preencha as lacunas corretamente:

  • Áreas Críticas: Locais com alto volume de procedimentos invasivos, alta contaminação ou pacientes imunodeprimidos. Exemplos: Sala de Operações (SO), salas de parto, UTI, Pronto-Socorro (PS), isolamento, unidade de queimados, berçário de risco, hemodiálise, hemodinâmica, laboratório, anatomia patológica, banco de sangue, necrópsia, cozinha, lactário, lavanderia.
  • Áreas Semicríticas: Pacientes com doenças infecciosas de baixa transmissibilidade e não infecciosas (excluindo áreas críticas). Exemplos: setores de internação, ambulatórios.
  • Áreas Não Críticas: Áreas não ocupadas por pacientes e sem procedimentos invasivos.
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Guia Prático de Medicina Veterinária: Casos e Respostas

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1. Doenças Cardiovasculares: Sobrecarga de Pressão

A sobrecarga de pressão é acompanhada de um aumento de pressão e uma hipertrofia concêntrica.

2. Cálculo de Fluidoterapia para Animal de 10 kg

A resposta para o cálculo é: 370 ml.

3. Fluidoterapia Individualizada: Uso de Isotônicos

O uso de soluções isotônicas pode ser utilizado com uma quantidade de sódio semelhante à da composição corporal, na concentração de 0,9%.

4. Diretrizes de Vacinação Canina (VGG)

4.1. Avaliação de Asserções sobre Vacinas Essenciais

A asserção 1 é verdadeira, e por isso a leptospirose não pode ser considerada uma doença de importância global, invalidando a asserção 2.

4.2. Armazenamento e Manuseio de Vacinas

  • (V) As vacinas devem ser armazenadas
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