Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

Ordenar por
Matéria
Nível

Debridamento Subgengival: Impacto e Considerações Clínicas

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 3,11 KB

A raspagem supragengival e subgengival resulta no rompimento mecânico da placa do biofilme e persiste como modalidade padrão-ouro para tratamento periodontal. A remoção da placa subgengival e dos depósitos de cálculo, através da raspagem, expõe o cemento, a dentina radicular e o epitélio da bolsa a uma nova colonização. A diminuição da profundidade da bolsa, como resultado da resolução da inflamação, diminuição do edema e readaptação do epitélio juncional, favorece a colonização de espécies aeróbicas.

Efeitos do Debridamento na Microbiota Subgengival

O debridamento subgengival resulta na diminuição do número total de microrganismos presentes nos sítios subgengivais e modifica a proporção relativa de diferentes... Continue a ler "Debridamento Subgengival: Impacto e Considerações Clínicas" »

Farmacologia: Anti-hipertensivos, Diuréticos e Hemostasia

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 12,22 KB

Fármacos Anti-hipertensivos

A pressão arterial (PA) é determinada pelo débito cardíaco (DC) multiplicado pela resistência vascular periférica (RVP). Os fármacos anti-hipertensivos atuam em diversos mecanismos:

  • Pré-carga: Ex: diuréticos.
  • Pós-carga.
  • Grau de trofia do músculo cardíaco: Ex: atletas. Ajuda na contração se não causar aumento da circunferência. Circunferência da câmara cardíaca patológica.
  • Inotropismo negativo: Ex: bloqueadores do canal de cálcio (1ª geração).
  • Efeito cronotrópico negativo: Diminuição da frequência cardíaca (medicamentos que atuam assim).
  • Perda da plasticidade do VE: Ex: doenças do colágeno, inflamatórias.

Bloqueadores Alfa (Sistema Nervoso Simpático - SNS)

  • Competem com a norepinefrina (NE)
... Continue a ler "Farmacologia: Anti-hipertensivos, Diuréticos e Hemostasia" »

Principais Parasitoses Humanas: Agentes, Ciclos e Tratamentos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 11,81 KB

Malária

Agentes Etiológicos: Plasmodium vivax (terçã bem), P. falciparum (terçã maligna), P. malariae (quartã), P. ovale (restrita à África).

Vetor: Anopheles (mosquito).

Ciclo: Mosquito $\rightarrow$ Homem (esporozoítos $\rightarrow$ hepatócitos $\rightarrow$ merozoítos $\rightarrow$ sangue $\rightarrow$ trofozoítos ou merozoítos (ciclo de multiplicação) ou gametócitos (Homem $\rightarrow$ Mosquito) $\rightarrow$ macrogametas (feminino) / microgametas (masculino)).

Sintomas: Febre com padrão (terçã a cada 48h; quartã a cada 72h), calafrios, esplenomegalia, hepatomegalia, dores, fadiga, icterícia, sudorese.

Diagnóstico: Laboratorial (microscopia da gota espessa de sangue ou testes rápidos imunocromatográficos).

Tratamento:

... Continue a ler "Principais Parasitoses Humanas: Agentes, Ciclos e Tratamentos" »

Espirro e Congestão Nasal: Causas, Agravantes e Sinais de Alerta

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 2,45 KB

Espirros: Definição e Sinais de Alerta

  • O espirro é uma resposta reflexa decorrente da congestão nasal e/ou da irritação da mucosa.
  • Quando este sinal ocorre acompanhado de lacrimejamento, rinorreia aquosa, prurido nasal e ocular, e congestão nasal, pode ser um sinal sugestivo de rinoconjuntivite alérgica que requer encaminhamento ao médico.

Congestão Nasal

  • A congestão nasal é um sinal frequente que ocorre em decorrência da dilatação de vasos sanguíneos nasais.
  • A mucosa fica edemaciada, geralmente com hiperemia e encoberta por secreção mucoide.
  • Durante os primeiros dois dias, a rinorreia é caracterizada por secreção nasal clara, rala e/ou aquosa.

Fatores que Agravam os Sinais e Sintomas

Temperatura Ambiente e Umidade do Ar

  • Permanecer
... Continue a ler "Espirro e Congestão Nasal: Causas, Agravantes e Sinais de Alerta" »

Patologias Orais: Infecções Fúngicas e Lesões Proliferativas

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 5,87 KB

Infecções Fúngicas

Candidíase (Candida albicans)

  • Fatores associados: imunossupressão, deficiência nutricional, uso prolongado de antibióticos, prótese, xerostomia, alterações hematológicas, diabetes mellitus.
  • Tratamento: Nistatina: 2 a 3 ml contendo 100.000 UI/ml (bochecho; a cada 6 horas; mínimo 14 dias).
  • Prótese sem metal: deixar de molho em Hipoclorito de Sódio.
  • Prótese com metal: deixar de molho em Bicarbonato de Sódio.
  • Se a lesão não regredir: Hemograma, anti-HIV, VHS, Ferro, Ácido Fólico, Vit. B12.

Glossite Romboidal Mediana (Candida albicans)

  • Fatores associados: Os mesmos da Candidíase.
  • Eritema na linha média da superfície da língua, anterior às papilas circunvaladas.

Queilite Angular (Candida albicans)

  • Fatores associados:
... Continue a ler "Patologias Orais: Infecções Fúngicas e Lesões Proliferativas" »

Contração Muscular: Ciclo, Acoplamento e Junção Neuromuscular

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 3,34 KB

Ciclo da Contração Muscular

Início da Contração

  • O retículo sarcoplasmático libera íons cálcio.
  • O cálcio se prende à troponina, causando o afastamento do complexo troponina-tropomiosina.
  • Exposição dos sítios fixadores de miosina na actina.

Hidrólise do ATP

  • As cabeças da miosina contêm um bolsão fixador de ATP e uma ATPase.
  • A ATPase energiza a cabeça da miosina.
  • Os produtos da hidrólise do ATP (ADP e um radical fosfato) permanecem ligados à cabeça da miosina.

Fixação da Miosina à Actina: Pontes Cruzadas

  • A cabeça energizada da miosina se prende ao sítio fixador de miosina na actina.
  • O radical fosfato é liberado.

Movimento de Força

  • O bolsão na cabeça da miosina se abre.
  • Ocorre rotação das cabeças de miosina.
  • Liberação do ADP.
... Continue a ler "Contração Muscular: Ciclo, Acoplamento e Junção Neuromuscular" »

Histologia: Sistemas Cardiovascular, Linfático e Imune

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 24,31 KB

Sistema Cardiovascular: Componentes e Histologia

Vasos Sanguíneos: Definições e Funções

Coração

Função: bombear sangue.

Artérias

Vasos que se ramificam e diminuem de calibre, com função de levar o sangue com nutrientes e O2 do coração para os tecidos.

Capilares

Vasos sanguíneos delgados (visíveis somente no microscópio). Pelas suas paredes ocorre o intercâmbio entre o sangue e os tecidos adjacentes. Também são chamados de vasos de troca.

Veias

Vasos que convergem para canais cada vez mais calibrosos, transportando sangue dos tecidos para o coração.

Sistema Vascular Linfático

Função: retornar ao sangue o fluido contido nos espaços intersticiais.

Observação: Todos os vasos sanguíneos e linfáticos têm como revestimento interno... Continue a ler "Histologia: Sistemas Cardiovascular, Linfático e Imune" »

Medicação em Grupos Especiais: Precauções e Riscos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 2,42 KB

Identificação de Situações Especiais e Precauções

Em Crianças:

  • O uso de algumas classes terapêuticas é contraindicado até os 2 anos de idade, em razão da baixa eficácia, risco de reações adversas e maior vulnerabilidade a complicações respiratórias.
  • Os medicamentos utilizados para o tratamento sintomático de resfriado e tosse estão entre as 20 principais causas de intoxicação em crianças até cinco anos de idade. Por este motivo, a prescrição de tais medicamentos para esta faixa etária deve ser feita com cautela.

Gestantes:

  • Na gravidez, ocorrem várias alterações das funções respiratória e circulatória, com aumento do risco de edema nas mucosas do trato respiratório superior.
  • Nas mucosas nasais, o aumento das concentrações
... Continue a ler "Medicação em Grupos Especiais: Precauções e Riscos" »

Desenvolvimento Embrionário: Fecundação à Gastrulação

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 4,45 KB

Da Fecundação à Segunda Semana de Desenvolvimento

Fecundação

  • Formação do zigoto (2n) (espermatozoide (n) + ovócito II (n) = célula totipotente).
  • Ocorre normalmente na ampola da tuba uterina, sua porção maior e mais dilatada.

Clivagem do Zigoto

  • Divisões mitóticas repetidas: rápido aumento do número de células.
  • A divisão inicia-se após 30 horas da fecundação.
  • Essas células embrionárias são chamadas de blastômeros.
  • 12 a 32 blastômeros formam a mórula.
  • As clivagens ocorrem quando o zigoto passa pela tuba uterina.

Implantação do Blastocisto (6º dia após a fecundação)

O trofoblasto diferencia-se em 2 camadas:

  • Sinciciotrofoblasto – produz hCG.
  • Citotrofoblasto.

Surgimento do hipoblasto na superfície do embrioblasto.

Segunda Semana

... Continue a ler "Desenvolvimento Embrionário: Fecundação à Gastrulação" »

Fisiologia Humana: Mecanismos Musculares e Digestórios

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 3,55 KB

Fisiologia Muscular

Potencial de Ação Muscular Esquelético

Liberação de Acetilcolina (Ach)

  • Chegada do impulso nervoso ao botão sináptico.
  • Exocitose de muitas vesículas.
  • Liberação do seu conteúdo de Ach.
  • A Ach se difunde através da fenda sináptica entre o neurônio motor e a placa motora.

Geração do Potencial de Ação Muscular

  • Influxo de Na+.
  • Despolarização da fibra.
  • Ocorre o potencial de ação muscular.
  • Propagação do potencial ao longo do sarcolema e pelos túbulos T.

Cessação da Atividade da Acetilcolina (Ach)

  • Degradação pela Acetilcolinesterase.
  • Produção de acetato e colina.
  • Fim da geração dos potenciais de ação musculares.
  • Os canais de Ca2+ na membrana do retículo se fecham.

Tecido Muscular Cardíaco

Características do Músculo

... Continue a ler "Fisiologia Humana: Mecanismos Musculares e Digestórios" »