Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Desenvolvimento Embrionário: Fecundação à Gastrulação

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Da Fecundação à Segunda Semana de Desenvolvimento

Fecundação

  • Formação do zigoto (2n) (espermatozoide (n) + ovócito II (n) = célula totipotente).
  • Ocorre normalmente na ampola da tuba uterina, sua porção maior e mais dilatada.

Clivagem do Zigoto

  • Divisões mitóticas repetidas: rápido aumento do número de células.
  • A divisão inicia-se após 30 horas da fecundação.
  • Essas células embrionárias são chamadas de blastômeros.
  • 12 a 32 blastômeros formam a mórula.
  • As clivagens ocorrem quando o zigoto passa pela tuba uterina.

Implantação do Blastocisto (6º dia após a fecundação)

O trofoblasto diferencia-se em 2 camadas:

  • Sinciciotrofoblasto – produz hCG.
  • Citotrofoblasto.

Surgimento do hipoblasto na superfície do embrioblasto.

Segunda Semana

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Fisiologia Humana: Mecanismos Musculares e Digestórios

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Fisiologia Muscular

Potencial de Ação Muscular Esquelético

Liberação de Acetilcolina (Ach)

  • Chegada do impulso nervoso ao botão sináptico.
  • Exocitose de muitas vesículas.
  • Liberação do seu conteúdo de Ach.
  • A Ach se difunde através da fenda sináptica entre o neurônio motor e a placa motora.

Geração do Potencial de Ação Muscular

  • Influxo de Na+.
  • Despolarização da fibra.
  • Ocorre o potencial de ação muscular.
  • Propagação do potencial ao longo do sarcolema e pelos túbulos T.

Cessação da Atividade da Acetilcolina (Ach)

  • Degradação pela Acetilcolinesterase.
  • Produção de acetato e colina.
  • Fim da geração dos potenciais de ação musculares.
  • Os canais de Ca2+ na membrana do retículo se fecham.

Tecido Muscular Cardíaco

Características do Músculo

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Sedação Consciente e Analgésicos: Guia Rápido

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Sedação consciente: nível mínimo de depressão da consciência, mantendo a habilidade do paciente de respirar e responder à estimulação física e verbal.


Benzodiazepínicos:
1. Mecanismo de ação: Agonista dos receptores dos canais de CL-. Deixa a fibra em repouso e potencializa a função GABA.
Diazepam: 5mg-10mg 1h antes do procedimento (5mg para dor leve-10mg para dor alta); uso pediátrico e adulto.
Midazolam: 7,5mg-15mg 30min a 1h antes do procedimento; para crianças, pois tem ação rápida e curta.
Lorazepam: 1mg-2mg 2h antes do procedimento, 1 à noite e 1 de dia; para idosos.
Dipirona: 500mg a 1g, intervalo varia de 4/4h ou 6/6h, 4x ao dia por dois dias.
Dexametasona e Betametasona: 4 a 8mg 1 hora antes do procedimento.


Diferença
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Metabolismo de Aminoácidos: Ciclo da Ureia e Estados Nutricionais

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Ciclo da Ureia

A degradação das proteínas ocasiona uma perda diária de nitrogênio proteico, excretado na urina sob a forma de ureia, em concentrações de cerca de 35-55g/dia. Os aminoácidos (AAs) não utilizados pelo organismo são degradados. Na remoção do grupo amino, ocorre a liberação de amônia (produto extremamente tóxico), que é então convertida em ureia. A ureia é um composto de menor potencial tóxico, capaz de ser eliminada na urina sem causar danos ao organismo.

Gabarito da Prova

  1. Questão 1: Letra D (I, II, III, IV)
  2. Questão 2: Letra C (Aminopolipeptídeo converte)
  3. Questão 3: Letra D (F F V V)
  4. Questão 4: Letra C (Aumentada e Aumentada)
  5. Questão 5: Letra D (Na Dieta)
  6. Questão 6: Letra B (O piruvato proveniente da oxidação
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Conceitos Essenciais em Inflamação, SIRS, Choque e Oncologia

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Inflamação e Resposta Sistémica

Sinais Clínicos da Inflamação

  • Dor
  • Rubor (Vermelhidão)
  • Calor
  • Edema (Inchaço)
  • Perda de Função

Diferença entre Inflamação Aguda e Crónica

Inflamação Aguda: As células chamadas por quimiotatismo são as polimorfonucleares (neutrófilos e macrófagos).

Inflamação Crónica: Presença predominante de linfócitos e plasmócitos.

Causas do Rubor e Vasodilatação

O Rubor ocorre devido à vasodilatação e ao aumento do fluxo sanguíneo (sang.).

A Vasodilatação é causada pela libertação de mediadores químicos (ex: histamina, serotonina).

Mecanismo da Dor na Inflamação

A dor resulta da estimulação dos recetores nociceptivos. O estímulo entra nas porções posteriores dos cornos da medula e é transmitido... Continue a ler "Conceitos Essenciais em Inflamação, SIRS, Choque e Oncologia" »

Anatomia do Sistema Respiratório Animal

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Nariz Externo

O nariz externo é a entrada do ar através das narinas. As cavidades nasais, direita e esquerda, são revestidas por mucosa respiratória. O septo nasal separa as duas cavidades, enquanto os pelos no interior das narinas filtram partículas de poeira inaladas.

Morfologia das Narinas por Espécie

  • Suínos: Narinas arredondadas.
  • Bovinos: Em forma de vírgula.
  • Caprinos: Em forma de fenda.
  • Equinos: Possuem duas narinas, com divertículo nasal (dorsal) e cavidade nasal (ventral).

Cavidade Nasal

Composta por uma fina lâmina óssea, complexo de vasos sanguíneos e mucosa. As conchas nasais (projeções ósseas tubulares) aquecem o ar inspirado via plexo venoso e umedecem o ar através da mucosa, que retém partículas, bactérias e vírus.

  • Conchas
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Controle Motor: Núcleos da Base, Cerebelo e Distúrbios

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Controle do Movimento

O núcleo ventro-lateral projeta-se excitatório para o início do movimento. O Globo pálido inibe o ventro-lateral do tálamo. Já o núcleo subtalâmico excita o globo pálido interno, que inibe o tálamo, impedindo o movimento. Por outro lado, a substância negra excita o putâmen, que inibe o globo pálido interno, permitindo o movimento.

Lesão nos Núcleos da Base

Distúrbios Hipocinéticos

Caracterizam-se por dificuldades na iniciação do movimento (acinesia), redução da amplitude e da velocidade dos movimentos voluntários (bradicinesia), rigidez muscular (resistência aumentada a deslocamentos passivos), um tremor de 4 a 6 Hz em repouso e postura flexionada. Exemplo: lesão na substância negra.

Distúrbios Hipercinéticos

Caracterizam-... Continue a ler "Controle Motor: Núcleos da Base, Cerebelo e Distúrbios" »

Congestão Nasal: Causas, Tratamentos e Cuidados

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Tratamentos Prévios ou Concomitantes ao Episódio Atual

Uso Prolongado de Medicamentos

  • A utilização de medicamentos pelo paciente deve ser avaliada como parte da anamnese farmacêutica, pois alguns podem causar congestão nasal.
  • Alguns anti-hipertensivos e medicamentos para disfunção erétil podem produzir vasodilatação, causando congestão nasal.
  • O uso abusivo de descongestionantes adrenérgicos, principalmente por via nasal, pode levar à"rinite causada por medicamento ou de rebot".

Tratamento Prévio para os Sinais e Sintomas

  • Durante a anamnese farmacêutica, é importante avaliar o histórico de uso de medicamentos para tratar congestão nasal ou espirro, principalmente em casos de falha terapêutica ou reações adversas.

Preferências

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Resposta Imune: Inata e Adaptativa

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Imunidade Inata (I.I)

Age precocemente, retardando a disseminação da infecção, enquanto solicita a ação dos linfócitos. É inespecífica aos antígenos, sendo uma barreira natural cuja resistência não é alterada pela infecção repetida. É composta por fatores solúveis (lisozimas, proteína C reativa, interferon, sistema complemento) e células (fagócitos e células NK). Raramente associada a deficiências hereditárias.

Imunidade Adaptativa (I.A)

Proporciona defesa especializada, desenvolvendo-se contra patógenos específicos. Não pode ser desencadeada sem uma resposta inata precedente.

Saúde, Colonização, Infecção e Doença

  • Saúde: Sistema imune em equilíbrio com a população de microrganismos.
  • Colonização: Microrganismos
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Farmacologia Essencial: Bioequivalência, Receptores e Sinalização

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Bioequivalência Farmacêutica

Bioequivalência Farmacêutica: Droga A = Droga B / Mesmo princípio ativo, mesma dose e mesma via de administração.

Bioequivalência Terapêutica

Bioequivalência Terapêutica: Mesma biodisponibilidade, mesma taxa e extensão de absorção. Observação: Para o fármaco ser comercializado, ele precisa ser bioequivalente ao original.

Mecanismos de Transdução Intracelular

Proteínas G e Seus Mecanismos

  • Proteína GS

    Proteína GS (β1 no coração): Receptores: adrenalina, dopamina, noradrenalina, serotonina e histamina. Enzimas-alvo: ativa a adenilato ciclase, que aumenta a formação de AMPc (um mensageiro secundário) e leva à ativação de canais de cálcio.

  • Proteína GI

    Proteína GI (M2 no coração): Receptores:

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