Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Secundária

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Panorama Global: Economia, Conflitos e Desafios do Século XXI

Classificado em História

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O Espaço Económico da Ásia-Pacífico

  • Os Quatro Dragões Asiáticos

O sucesso do Japão serviu de incentivo e de modelo à primeira geração de países industriais do Leste Asiático. Estes países tinham, à partida, poucos trunfos em que se apoiar. Em contrapartida, não faltava vontade política, determinação e capacidade de trabalho. Com o objetivo de crescimento económico, os governos procuraram atrair capitais estrangeiros, adotaram políticas protecionistas, concederam grandes incentivos à exportação e investiram fortemente no ensino. A mão de obra esforçada e barata permitiu a produção, a preços imbatíveis, de têxteis e produtos de consumo corrente, que inundaram os mercados ocidentais. Os “quatro dragões” constituíram

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As Questões Transnacionais: Migrações e Segurança

Classificado em História

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Dificilmente vivemos imunes aos acontecimentos que nos chegam pelos média. As questões transnacionais cruzam as fronteiras do mundo, afetam sociedades distantes e lembram-nos que a Terra e a humanidade, apesar das divisões e da diversidade, são unas. Resolvê-las, minorá-las, ultrapassa o controlo de qualquer Estado-nação, exigindo a colaboração da ONU, de organizações supranacionais, regionais e não-governamentais.

Migrações

Em 2000 existiam no mundo cerca de 150 milhões de pessoas a viver num país que não aquele onde tinham nascido. Tal como há 100 anos, os motivos económicos continuam determinantes nas migrações mais recentes. Mas os motivos políticos também pesam, especialmente se nos lembrarmos dos múltiplos conflitos... Continue a ler "As Questões Transnacionais: Migrações e Segurança" »

Felizmente Há Luar: Análise Crítica e Relevância Atemporal

Classificado em Língua e literatura

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Análise de Felizmente Há Luar: Drama e Alegoria

Felizmente Há Luar é um drama narrativo de caráter social, alinhado aos princípios do teatro épico de Brecht. A obra analisa criticamente a sociedade, expondo a realidade para levar o espectador a tomar uma posição.

Temas Centrais e Mensagem

  • Exprime a revolta contra o poder despótico e sublinha o direito e o dever de homens e mulheres transformarem a sociedade.
  • A obra é entendida como uma alegoria política. Sttau Monteiro remete o leitor/espectador para os problemas sociais e políticos de Portugal, não apenas no início do século XIX e durante o regime ditatorial do século XX, mas para todos os regimes despóticos e situações repressivas.
  • Existe um paralelismo entre a ação presente
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Experiência Estética e Teorias da Arte

Classificado em Filosofia e Ética

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Experiência Estética

A experiência estética

- A obra de arte implica sempre uma interpretação por parte daquele que a vê ou a ouve, reclamando uma construção de sentido pelo espetador.

- Na base desta construção está a experiência estética – experiência do belo artístico.

- A experiência estética envolve uma vertente racional e outra mais sensível.

A experiência estética (Kant)

Kant afirma que o belo é aquilo que agrada universalmente sem conceito: o belo não está nas coisas; é subjetivo, depende do gosto individual do sujeito e, como tal, não existe uma regra que determine que um poema seja belo.

A experiência estética é desinteressada: Kant afirma que ela não procura satisfazer nenhuma necessidade prática. A experiência... Continue a ler "Experiência Estética e Teorias da Arte" »

Processos Conativos, Intencionalidade e Ciclo Motivacional

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Processos Conativos: Os processos conativos são as tendências do ser humano para agir deliberadamente, ou seja, são as ações, os comportamentos. A conação tem duas componentes:

Componente Objetiva: De execução, que se manifesta nos movimentos e que se pode observar.

Componente Subjetiva: Uma disposição interna para a ação, que é a conação.

Assim, ligado à conação está a motivação, o empenho, a vontade, o desejo, ou seja, tudo o que move os indivíduos em direção a um fim ou objetivo.

Intencionalidade: A intencionalidade de um pensamento ou emoção existe quando esse mesmo pensamento ou emoção é acerca de algo, ou seja, dizer que um estado mental tem intencionalidade significa que ele é acerca de alguma coisa. Por exemplo,... Continue a ler "Processos Conativos, Intencionalidade e Ciclo Motivacional" »

Memória e Esquecimento: Tipos, Funções e o Processo Dinâmico da Mente

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Tipos de Memória de Longo Prazo: Declarativa e Não Declarativa

A memória a longo prazo retém os materiais durante horas, meses ou toda a vida. Há dois tipos principais de memória a longo prazo: a memória não declarativa e a memória declarativa.

  • A memória não declarativa é automática e retém informações do tipo "como fazer?". É o exercício e a repetição do conjunto de práticas que tornam a atividade automática. Só conseguimos atingir este tipo de memória através da ação.

  • A memória declarativa, explícita ou com registo, implica consciência do passado, do tempo, de experiências vividas, de acontecimentos e pessoas. Esta memória lida com conteúdos que podem ser declarados, ou seja, transpostos para palavras. Dentro

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Perceção Social, Cultura e os Processos de Memória

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Conceito de Perceção Social

A perceção social é o processo que está na base das interações sociais, ou seja, o modo como conhecemos os outros, analisamos os seus comportamentos e entendemos os seus perfis. É o modo como percecionamos as situações sociais e o comportamento dos outros que orienta o nosso próprio comportamento. Por isso, podemos afirmar que a perceção social está inteiramente relacionada com os grupos sociais, a cultura e o contexto social do indivíduo. A predisposição percetiva mostra-nos que os indivíduos e os grupos sociais atribuem significados particulares à realidade física, reconstruindo-a e, muitas vezes, percebendo situações de modo diferente. Um exemplo disso é o efeito dos estereótipos e dos... Continue a ler "Perceção Social, Cultura e os Processos de Memória" »

Análise dos Episódios em Os Maias — Eça de Queirós

Classificado em Língua e literatura

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O Jantar no Hotel Central

Neste jantar, Ega pretende homenagear Cohen, o marido de Raquel, por quem Ega estava apaixonado e com quem mantinha uma relação. Em roda da mesa surgiram assuntos do foro literário e político que permitem ter uma noção da situação de Portugal.

Literário:

  • Alencar defende o ultra‑romantismo, enquanto Ega defende o realismo/naturalismo — mostra uma sociedade dominada por valores tradicionais, que se opõe a uma nova geração, a Geração de 70 representada por Ega.
  • Ega defende, de forma exagerada, a inserção da ciência na literatura.

Político: Ega critica a decadência do país e afirma desejar a bancarrota e a invasão espanhola.

A Corrida de Cavalos

É uma sátira ao desejo de imitar o que se faz no estrangeiro,... Continue a ler "Análise dos Episódios em Os Maias — Eça de Queirós" »

Ética Kantiana: Imperativo Categórico

Classificado em Filosofia e Ética

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Definição de Imperativo Categórico

  • Age de tal forma que a tua ação possa tornar-se lei universal.
  • O Imperativo Categórico é o único critério válido que devemos seguir para decidir se um ato é, ou não, moralmente permissível.
  • É absolutamente boa a vontade que age segundo uma máxima que, ao transformar-se em lei universal, não se contradiz nem se derrota a si mesma.

Imperativo Hipotético

  • O Imperativo Hipotético prescreve que uma ação é boa porque é um meio necessário para conseguir algum propósito ou fim.
  • O Imperativo Hipotético é particular e contingente.
  • A Ética Kantiana é formal e centrada na autonomia da verdade, opõe-se às éticas materiais e heterônomas.

Imperativo Categórico

  • O Imperativo Categórico prescreve que
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Personagens de Os Maias: Ega, Dâmaso e Alencar

Classificado em Língua e literatura

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João da Ega

João da Ega usava "um vidro entalado no olho", tinha "nariz adunco, pescoço esganiçado, punhos tísicos, pernas de cegonha". João da Ega é a projeção literária de Eça de Queirós. É um personagem contraditório: por um lado, romântico e sentimental; por outro, progressista, crítico e sarcástico do Portugal Constitucional. Amigo íntimo de Carlos desde os tempos de Coimbra, onde se formara em Direito (muito lentamente). A mãe era uma rica viúva e beata que vivia ao pé de Celorico de Basto, com a filha. Boémio, excêntrico, exagerado, caricatural, anarquista sem Deus e sem moral. É leal com os amigos e sofre também de diletantismo. Terminado o curso, vem viver para Lisboa e torna-se amigo inseparável de Carlos.... Continue a ler "Personagens de Os Maias: Ega, Dâmaso e Alencar" »