Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Secundária

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Experiência Estética e Teorias da Arte

Classificado em Filosofia e Ética

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Experiência Estética

A experiência estética

- A obra de arte implica sempre uma interpretação por parte daquele que a vê ou a ouve, reclamando uma construção de sentido pelo espetador.

- Na base desta construção está a experiência estética – experiência do belo artístico.

- A experiência estética envolve uma vertente racional e outra mais sensível.

A experiência estética (Kant)

Kant afirma que o belo é aquilo que agrada universalmente sem conceito: o belo não está nas coisas; é subjetivo, depende do gosto individual do sujeito e, como tal, não existe uma regra que determine que um poema seja belo.

A experiência estética é desinteressada: Kant afirma que ela não procura satisfazer nenhuma necessidade prática. A experiência... Continue a ler "Experiência Estética e Teorias da Arte" »

Processos Conativos, Intencionalidade e Ciclo Motivacional

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Processos Conativos: Os processos conativos são as tendências do ser humano para agir deliberadamente, ou seja, são as ações, os comportamentos. A conação tem duas componentes:

Componente Objetiva: De execução, que se manifesta nos movimentos e que se pode observar.

Componente Subjetiva: Uma disposição interna para a ação, que é a conação.

Assim, ligado à conação está a motivação, o empenho, a vontade, o desejo, ou seja, tudo o que move os indivíduos em direção a um fim ou objetivo.

Intencionalidade: A intencionalidade de um pensamento ou emoção existe quando esse mesmo pensamento ou emoção é acerca de algo, ou seja, dizer que um estado mental tem intencionalidade significa que ele é acerca de alguma coisa. Por exemplo,... Continue a ler "Processos Conativos, Intencionalidade e Ciclo Motivacional" »

Memória e Esquecimento: Tipos, Funções e o Processo Dinâmico da Mente

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Tipos de Memória de Longo Prazo: Declarativa e Não Declarativa

A memória a longo prazo retém os materiais durante horas, meses ou toda a vida. Há dois tipos principais de memória a longo prazo: a memória não declarativa e a memória declarativa.

  • A memória não declarativa é automática e retém informações do tipo "como fazer?". É o exercício e a repetição do conjunto de práticas que tornam a atividade automática. Só conseguimos atingir este tipo de memória através da ação.

  • A memória declarativa, explícita ou com registo, implica consciência do passado, do tempo, de experiências vividas, de acontecimentos e pessoas. Esta memória lida com conteúdos que podem ser declarados, ou seja, transpostos para palavras. Dentro

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Perceção Social, Cultura e os Processos de Memória

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Conceito de Perceção Social

A perceção social é o processo que está na base das interações sociais, ou seja, o modo como conhecemos os outros, analisamos os seus comportamentos e entendemos os seus perfis. É o modo como percecionamos as situações sociais e o comportamento dos outros que orienta o nosso próprio comportamento. Por isso, podemos afirmar que a perceção social está inteiramente relacionada com os grupos sociais, a cultura e o contexto social do indivíduo. A predisposição percetiva mostra-nos que os indivíduos e os grupos sociais atribuem significados particulares à realidade física, reconstruindo-a e, muitas vezes, percebendo situações de modo diferente. Um exemplo disso é o efeito dos estereótipos e dos... Continue a ler "Perceção Social, Cultura e os Processos de Memória" »

Análise dos Episódios em Os Maias — Eça de Queirós

Classificado em Língua e literatura

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O Jantar no Hotel Central

Neste jantar, Ega pretende homenagear Cohen, o marido de Raquel, por quem Ega estava apaixonado e com quem mantinha uma relação. Em roda da mesa surgiram assuntos do foro literário e político que permitem ter uma noção da situação de Portugal.

Literário:

  • Alencar defende o ultra‑romantismo, enquanto Ega defende o realismo/naturalismo — mostra uma sociedade dominada por valores tradicionais, que se opõe a uma nova geração, a Geração de 70 representada por Ega.
  • Ega defende, de forma exagerada, a inserção da ciência na literatura.

Político: Ega critica a decadência do país e afirma desejar a bancarrota e a invasão espanhola.

A Corrida de Cavalos

É uma sátira ao desejo de imitar o que se faz no estrangeiro,... Continue a ler "Análise dos Episódios em Os Maias — Eça de Queirós" »

Ética Kantiana: Imperativo Categórico

Classificado em Filosofia e Ética

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Definição de Imperativo Categórico

  • Age de tal forma que a tua ação possa tornar-se lei universal.
  • O Imperativo Categórico é o único critério válido que devemos seguir para decidir se um ato é, ou não, moralmente permissível.
  • É absolutamente boa a vontade que age segundo uma máxima que, ao transformar-se em lei universal, não se contradiz nem se derrota a si mesma.

Imperativo Hipotético

  • O Imperativo Hipotético prescreve que uma ação é boa porque é um meio necessário para conseguir algum propósito ou fim.
  • O Imperativo Hipotético é particular e contingente.
  • A Ética Kantiana é formal e centrada na autonomia da verdade, opõe-se às éticas materiais e heterônomas.

Imperativo Categórico

  • O Imperativo Categórico prescreve que
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Personagens de Os Maias: Ega, Dâmaso e Alencar

Classificado em Língua e literatura

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João da Ega

João da Ega usava "um vidro entalado no olho", tinha "nariz adunco, pescoço esganiçado, punhos tísicos, pernas de cegonha". João da Ega é a projeção literária de Eça de Queirós. É um personagem contraditório: por um lado, romântico e sentimental; por outro, progressista, crítico e sarcástico do Portugal Constitucional. Amigo íntimo de Carlos desde os tempos de Coimbra, onde se formara em Direito (muito lentamente). A mãe era uma rica viúva e beata que vivia ao pé de Celorico de Basto, com a filha. Boémio, excêntrico, exagerado, caricatural, anarquista sem Deus e sem moral. É leal com os amigos e sofre também de diletantismo. Terminado o curso, vem viver para Lisboa e torna-se amigo inseparável de Carlos.... Continue a ler "Personagens de Os Maias: Ega, Dâmaso e Alencar" »

Análise de 'Os Maias': Narrador, Intriga e Simbolismo

Classificado em Língua e literatura

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Os Maias: Análise Estrutural e Simbólica

O Narrador

O narrador em "Os Maias" é heterodiegético, ou seja, não participa da história. Geralmente, assume uma atitude de observador. As suas marcas linguísticas incluem:

  • Verbos na 3ª pessoa.
  • Pronomes e determinantes na 3ª pessoa.
  • Discurso indireto livre (nesta obra).

O narrador omnisciente sabe tudo sobre as personagens.

Intriga Principal e Crónica de Costumes

A intriga principal pressupõe um desfecho; os acontecimentos sucedem-se por uma relação de causalidade. É uma ação fechada, pois no final ocorre a destruição da família.

A crónica de costumes foca-se na construção de ambientes e na atuação de personagens-tipo, apresentando uma ação aberta. Estas duas vertentes articulam-se... Continue a ler "Análise de 'Os Maias': Narrador, Intriga e Simbolismo" »

Religião, Existencialismo e o Sentido da Vida

Classificado em Filosofia e Ética

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A Natureza como Hierofania

Os religiosos acreditam no seu Deus, logo acreditam que foi este que criou o Universo e tudo o que existe, incluindo, claro, a natureza. Assim, estes acreditam que a natureza inteira é uma realidade cósmica, ou seja, foi criada por Deus e, como todo o universo, é sagrada. Mircea Eliade refere-se ao facto de o homem religioso admitir a existência de dois domínios com caracteres que os distinguem e, mesmo, opõem: o profano e o sagrado. O primeiro diz respeito ao mundo físico e aos acontecimentos naturais e humanos que nele ocorrem; o segundo respeita a um mundo metafísico cujos seres e acontecimentos são de ordem natural. Como tal, podemos considerar que a natureza é uma hierofania (manifestação do sagrado)... Continue a ler "Religião, Existencialismo e o Sentido da Vida" »

Guia Completo de Conjunções e Determinantes em Português

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Conjunções Coordenativas

Conjunções CoordenativasLocuções Coordenativas
Copulativase, nem, tambémnão só… mas também/como também, tanto… como, nem... nem
Adversativasmas, porém, todavia, contudoapesar disso, no entanto, ainda assim, não obstante, de outra sorte
Disjuntivasouou… ou, já… já, ora… ora, quer… quer, seja… seja, seja… ou
Conclusivaslogo, pois, portanto, assimpor conseguinte, por consequência, por isso
Explicativaspois-

Conjunções Subordinativas

TipoConjunções SubordinativasLocuções Subordinativas Adverbiais
Completivasque, se, …-
Temporaisquando, enquanto, apenas, mal, que (= desde que)até que, à medida que, antes que, logo que, sempre que, assim que, desde que, …
Finaisque (= para que)para que, a
... Continue a ler "Guia Completo de Conjunções e Determinantes em Português" »