Salto em Distância e Triplo: fases, técnicas e fundamentos
Resumo
O documento apresenta, em formato de esquema, as fases do salto em distância e do salto triplo, desde a concentração até a queda na caixa de areia. Também descreve as técnicas usadas na flutuação (grupada, do arco, passada no ar e mista), a técnica de queda e os fundamentos técnicos, como as marcas inicial e intermediária e as forças envolvidas. O estudante aprende a sequência de movimentos e as principais diferenças entre as duas modalidades.
Pontos-chave
- No salto em distância, a corrida deve ser feita na maior velocidade possível; no salto triplo, deve ser ritmada.
- A impulsão é feita sobre a tábua de impulsão, onde o atleta obtém o maior aproveitamento do salto.
- Na flutuação há quatro técnicas: grupada, do arco, passada no ar e mista.
- Na queda, o atleta deve projetar os dois calcanhares alinhados e aproximar as nádegas dos calcanhares.
- A marca intermediária indica se a velocidade da corrida está correta para chegar à tábua de impulsão.
- No salto triplo, o primeiro e o segundo impulso são dados com a mesma perna, e o terceiro com a outra.
Salto em Distância e Triplo (Divisão Esquemática)
- Concentração: Na marca inicial, onde o atleta relaxa a musculatura, faz uma visualização breve e se mantém preparado.
- Corrida: No salto triplo, a corrida deve ser ritmada; no salto em distância, a corrida deve ser na maior velocidade possível.
- Impulsão: É feita exatamente sobre a tábua de impulsão, onde o atleta obtém o maior aproveitamento do salto.
- Elevação: Fase final, quando não há mais ganho de altura.
- Flutuação: Momento em que não há mais elevação.
- Queda: Momento em que o atleta faz a aterrissagem na caixa de areia, tentando registrar a melhor distância possível.
Técnicas na Flutuação
- Técnica grupada: O atleta projeta os pés para frente, as mãos em direção aos pés e realiza uma flexão máxima do tronco.
- Técnica do arco: O atleta projeta o quadril para frente, enquanto os pés e as mãos ficam atrasados em relação ao quadril.
- Técnica passada no ar: Onde o atleta faz uma passada no ar antes de finalizar o salto com a queda.
- Técnica mista: O atleta faz o arco, uma passada no ar e, em seguida, o grupado.
Técnica na Queda
É desejado que o atleta projete os dois calcanhares alinhados, faça uma flexão do joelho e da articulação coxofemoral, aproxime as nádegas dos calcanhares e se projete para frente ou, por vezes, para o lado.
Fundamentos Técnicos
- Marca inicial: Local onde o atleta inicia a corrida, cuja distância até a tábua de impulsão deve ser a necessária para alcançar a melhor velocidade.
- Marca intermediária: Serve para que o atleta, durante a corrida, saiba se está ou não com a velocidade correta para chegar à tábua de impulsão.
- Força vertical: Aplicada na hora da impulsão.
- Resultante horizontal: Desenvolvida durante a corrida.
Fases do Salto Triplo
- Primeiro salto: Impulsão, elevação, flutuação e queda.
- Segundo salto: Impulsão, elevação, flutuação e queda, sendo feita com a mesma perna do salto anterior.
- Terceiro salto: Impulsão, elevação, flutuação e queda, feita com a outra perna e na posição grupada.
- Técnica no salto triplo: Entre o primeiro e o segundo salto, utiliza-se a passada no ar; o primeiro e o segundo impulso devem ser dados com a mesma perna.
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Qual a diferença entre a corrida no salto em distância e no salto triplo?
No salto em distância a corrida deve ser feita na maior velocidade possível. No salto triplo, a corrida deve ser ritmada.
Em que consiste a técnica grupada?
O atleta projeta os pés para frente, leva as mãos em direção aos pés e realiza uma flexão máxima do tronco.
Para que serve a marca intermediária?
Ela serve para que o atleta, durante a corrida, saiba se está ou não com a velocidade correta para chegar à tábua de impulsão.
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