Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Bacharelato

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O Método Cartesiano: Regras e Dúvida Metódica

Classificado em Filosofia e Ética

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Descartes prossegue a desenvolver o método pelo qual se deve considerar falso tudo aquilo que não se observa com exatidão. Ele formulou quatro regras que resumem suas análises e reflexões sobre o método da matemática e sua aplicabilidade à filosofia. A primeira regra de Descartes é que, na busca pela verdade, há dois elementos importantes: primeiro, evitar a precipitação e a prevenção. A precipitação é aceitar como óbvio o que é confuso e obscuro. A prevenção é não aceitar como óbvio o que não é claro e distinto. O erro reside em ambos os casos, mas isso não se deve à razão, mas à vontade, que aceita como verdade aquilo sobre o qual não temos certeza absoluta. Em segundo lugar, estabelece claramente a presença... Continue a ler "O Método Cartesiano: Regras e Dúvida Metódica" »

Metafísica, Críticas e Iluminismo em Immanuel Kant

Classificado em Filosofia e Ética

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Metafísica, Críticas e Iluminismo

Na obra "Crítica da Razão Pura", Kant distingue duas esferas: o uso teórico e o uso prático da razão (metafísica e ética). Quando a razão é chamada de "pura", refere-se ao conhecimento que não se mistura com o empírico, sendo, portanto, a priori.

Sobre a possibilidade da metafísica como ciência, Kant afirma: "Eu tive de suprimir o conhecimento para dar espaço à fé". A conclusão da metafísica kantiana é agnóstica, mas ela fundamenta os postulados da razão prática: Deus, Liberdade e Imortalidade.

Fundamentação da Metafísica dos Costumes

Esta obra foca na ética e, principalmente, na tripla formulação do imperativo categórico:

  1. "Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo
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Kant: O Giro Copernicano e os Limites do Conhecimento

Classificado em Filosofia e Ética

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O Giro Copernicano de Kant: Uma Revolução no Conhecimento

Turnabout

Kant explica a mudança que sua filosofia representa na concepção de conhecimento, baseada em uma analogia com a revolução copernicana. Em Astronomia, Copérnico percebeu que não conseguia entender o movimento dos corpos celestes com a visão de que a Terra estava no centro do universo e o Sol e outros objetos celestes giravam em torno dela. Ele percebeu que, para compreender o movimento dos objetos celestes, era necessário mudar a relação, colocando o Sol no centro e assumindo que a Terra girava em torno dele.

A filosofia de Kant acredita que tal revolução é necessária, à semelhança de Copérnico. Antes de Kant, a filosofia supunha que, na experiência de conhecer,... Continue a ler "Kant: O Giro Copernicano e os Limites do Conhecimento" »

Arquitetura Romana: Ara Pacis, Panteão e Coliseu

Classificado em História

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Ara Pacis

O Ara Pacis, um altar erguido em 13 a.C., celebra o fim das guerras na Gália e na Espanha. O tema central é a procissão da família imperial, juízes, senadores e sacerdotes fazendo ofertas no altar da Paz Augusta. Roma é representada como uma figura feminina. O altar é cercado por uma parede retangular de mármore, decorada com relevos externos: na parte inferior, uma decoração floral com pequenos animais; no topo, uma magnífica procissão com retratos reais, não abstratos, que conferem profundidade e realismo à cena. Em uma das portas, destaca-se uma representação mitológica da Terra, acompanhada por ninfas e animais. O interior é decorado com bucrânios e guirlandas.

Panteão de Roma

O Panteão é o ápice da arquitetura... Continue a ler "Arquitetura Romana: Ara Pacis, Panteão e Coliseu" »

Impacto Ambiental: Recursos, Poluição e Mudanças Climáticas

Classificado em Geografia

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Impacto Ambiental: O Planeta Ferido

A Revolução Industrial marcou um ponto de viragem na exploração de recursos. Para o crescimento das indústrias, foi necessário um montante crescente de matérias-primas e energia. O desenvolvimento de sistemas mais sofisticados exigiu a obtenção de mais recursos e tecnologia.

Classificação dos Recursos

  • Recursos Renováveis: Aqueles com energia inesgotável, como a energia solar ou eólica.
  • Recursos Não Renováveis: Aqueles que existem em quantidades limitadas, como o petróleo.
  • Recursos Renováveis Gerenciáveis: Podem ser renovados com a intervenção humana (ex: pesca sustentável).

Água

A Terra é um planeta de água.

  • Hidrosfera: Formada por mares, rios, lagos, águas subterrâneas, calotas polares
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Escultura Romana: Características, Retrato e Relevo

Classificado em História

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Esculturas Romanas

Características Gerais

  1. Dupla influência:

    • a) Etrusca (mais popular): Influencia o realismo que advém da cópia de máscaras funerárias etruscas, a representação única dos retratos de busto e a representação em bronze de animais fantásticos.
    • b) Grega Helenística (mais erudita): Reflete-se no gosto por alegorias e temas mitológicos, e particularmente, em figuras em movimento.
  2. Técnica de escultura altamente desenvolvida, especialmente nos relevos.
  3. Os materiais e técnicas utilizados pelos romanos são semelhantes aos gregos: trabalho em pedra, sobretudo mármore (talha), e bronze (técnica de cera perdida), mas também utilizam materiais como cerâmica, vidro, madeira ou marfim.
  4. É uma escultura notavelmente realista, especialmente
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"pluralidade processual" teoria geral do processo

Classificado em Filosofia e Ética

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Opinião e crença

O parecer é uma avaliação subjetiva, muitas vezes, uma avaliação pessoal da realidade com base em nossos interesses, crenças, desejos, mas não com base em razões imperiosas.

As crenças podem ser de dois tipos:

• Use duvidosa: Será que realmente não tem a certeza da verdade, tenho dúvidas sobre o cumprimento.

• Use assertiva: Falamos de fé quando temos a certeza de algo, mas não temos evidências suficientes pára provar isso.

O conhecimento é a crença de que estamos seguros e podemos provar. Racional pára justificar uma coisa é carácterístico do conhecimento. A crença não se torna conhecimento subjetiva e objetivamente verdadeiro

• Teórica: aquele que permanece no nível de abstração do conhecimento.... Continue a ler ""pluralidade processual" teoria geral do processo" »

Hominização e a Evolução do Cérebro Humano

Classificado em Desporto e Educação Física

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A hominização, processo de surgimento e evolução dos hominídeos, está ligada a uma grande mudança global ocorrida há cerca de 3 milhões de anos. Esse fenômeno substituiu as florestas pelo cerrado africano (savana), levando os ancestrais humanos a abandonarem a vida arbórea.

  • Bipedismo: A adoção da postura ereta e bípede proporcionou uma melhor visão e facilitou a travessia de riachos rasos. Com as mãos liberadas, tornou-se possível manusear objetos, criar ferramentas e armas de caça, mantendo ainda a capacidade de subir em árvores. A mão desenvolveu preensão de precisão e pressão, com maior mobilidade. A coordenação complexa entre mãos e visão impulsionou o desenvolvimento da parte posterior do cérebro.
  • Mudanças Anatômicas:
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O Método e a Dúvida em René Descartes

Classificado em Filosofia e Ética

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O Método Cartesiano

Descartes entende por método:

Uma série de regras simples e verdadeiras que, se observadas rigorosamente, garantem que o indivíduo nunca tome o falso por verdadeiro, permitindo aumentar o seu conhecimento passo a passo.

As Quatro Regras do Método

O método é composto por quatro regras:

  1. Regra da Evidência (ou da Dúvida): Aceitar apenas o que se apresenta à mente de forma clara e distinta, livre de qualquer possibilidade de dúvida.
  2. Regra da Análise (ou da Divisão): Dividir cada dificuldade em tantas partes quantas forem necessárias para melhor resolvê-la.
  3. Regra da Síntese (ou da Ordem): Conduzir ordenadamente os pensamentos, começando pelos objetos mais simples e fáceis de conhecer, para ascender gradualmente ao
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h2: O Mito da Caverna de Platão: Uma Análise Detalhada

Classificado em Filosofia e Ética

Escrito em em português com um tamanho de 2,79 KB

Neste trecho do livro VII da República de Platão, o autor explica os diferentes níveis de conhecimento e o mundo a que pertencem, reforçando a teoria das ideias e do conhecimento (teorias que não se desenvolvem nesta seção, mas sim na alínea c). Ele recorre ao famoso mito da caverna. Para explicar o mito, descreve a caverna para nos colocar em situação: imagine uma caverna no interior da qual se encontra um grupo de homens acorrentados, incapazes de mover um músculo. Estes olham para a parede à sua frente, na qual se refletem sombras. Estas sombras são de figuras que outro grupo de homens, que está por trás da parede, na parte traseira do primeiro grupo, projeta com a luz do fogo. Se continuarmos a olhar para o fim do caminho,... Continue a ler "h2: O Mito da Caverna de Platão: Uma Análise Detalhada" »