Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de Economia de Universidade

Orçamento do Estado: Análise e Perspetivas

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**1. Orçamento do Estado: Conceitos e Estrutura**

**1.1** O Orçamento de Estado (OE) é definido como o ato anual, em forma de lei, que prevê e autoriza as receitas e despesas do Estado. Constitui um instrumento económico, político e jurídico essencial para a gestão pública. Enquanto instrumento económico, fornece previsões sobre a atividade económica do país, como taxas de crescimento do PIB, emprego e inflação. Politicamente, representa a autorização dada pela Assembleia da República para a execução das políticas públicas e, juridicamente, é um mecanismo legal que regula os limites do governo. Os seus elementos principais incluem as previsões e autorizações das receitas e despesas, organizadas em mapas contabilísticos...

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Empreendedorismo e Inovação: Conceitos e Práticas

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Aula 1: Fundamentos do Empreendedorismo

Segundo o Sebrae (2021), o empreendedorismo é a capacidade de identificar oportunidades e problemas, desenvolvendo soluções e criando algo novo para a sociedade que ainda não existia.

Conforme Schumpeter (1942), a capacidade empreendedora é o motor das mudanças econômicas e da geração de empregos, vinculando o empreendedorismo à inovação e à criatividade como impulsos fundamentais para o desenvolvimento socioeconômico.

A essência do empreendedorismo reside na percepção e no aproveitamento de novas oportunidades de negócios, permitindo olhar o mercado sob novas perspectivas. Pode manifestar-se em um negócio, projeto ou movimento que gere impacto real no cotidiano.

O Impacto do Empreendedorismo

O...

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Economia Brasileira: Plano Real, Lula e Estabilidade

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Implantação do Plano Real (1993-1994)

Preparação e Ajuste Econômico:

  • Medidas Fiscais e Administrativas: Ajustes nas contas públicas, com cortes de gastos e aumento de receitas para controlar o déficit fiscal.
  • Criação da URV: Unidade de conta que ajustava preços, salários e contratos à inflação, preparando a transição para a nova moeda.
  • Transição para o Real: Substituição do Cruzeiro Real pela nova moeda, o Real, com paridade inicial de 1 Real para 1 URV.
  • Estabilização Monetária: Medidas para garantir a credibilidade da nova moeda, como a política de câmbio fixo e controle da inflação.

Consolidação e Sustentação do Plano

  • Políticas de Estabilização: Adoção de políticas econômicas para manter a inflação sob controle
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Plano Real e a Crise Econômica Brasileira (1994-2017)

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O Plano Real, implementado no Brasil em 1994, foi uma iniciativa econômica para combater a hiperinflação e estabilizar a economia. Desenvolvido durante o governo de Itamar Franco, com a liderança do então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, o plano introduziu a nova moeda, o real (R$), substituindo o cruzeiro real. As principais medidas incluíram a criação da Unidade Real de Valor (URV) como moeda de transição, controle rigoroso dos gastos públicos e uma política cambial inicial de paridade com o dólar. O Plano Real conseguiu reduzir drasticamente a inflação, estabilizar a economia e promover um ambiente favorável ao crescimento econômico sustentável.

Crise Econômica no Brasil (2014-2017)

Causas

  • Política Fiscal:
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História Econômica do Brasil: De 1930 aos Planos de Estabilização

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A Revolução de 1930 e a Queda da Bolsa de NY

A Revolução de 1930 e a queda da Bolsa de Nova York levaram ao colapso do modelo econômico baseado na exportação de bens primários. Isso resultou na perda de poder político dos cafeicultores e na transformação da economia brasileira, dando lugar a uma sociedade urbano-industrial. Esse processo foi impulsionado pela Substituição de Importações (PSI), levando o país a produzir internamente bens que antes eram importados. Inicialmente, a produção concentrou-se em bens de consumo não duráveis e, depois, expandiu-se para bens duráveis e de capital.

Até então, o Brasil era dominado por um Estado Oligárquico, caracterizado pelo poder concentrado nas mãos de poucos e pela dominação...

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Modelo de Negócios Canvas: Entendendo a Empresa e Suas Visões

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MODELAGEM DE NEGÓCIOS CANVAS

A EMPRESA E SUAS VISÕES: O mundo mudou, o consumidor mudou, e a forma de se fazer negócios também mudou. É preciso agilidade, coerência, discernimento, visão de cada elemento e visão do todo, visão clara dos processos, das finanças, do mercado, do cliente, do produto ou serviço, maneiras inovadoras de fazer negócios etc.

No que difere um Modelo de Negócios para um Plano de Negócios?

Plano de Negócios:

  • Modelo testado e validado
  • Oferece “respostas”
  • Textual
  • Tradicional
  • Permite Múltiplas Visões
  • Aprofunda em Dados de Mercados
  • Pouca Diversificação
  • Fase Consolidada
  • Ferramenta detalhada sobre a empresa
  • Pode facilitar quando é necessário investimento de capital de risco
  • Serve para definir as hipóteses do negócio
  • Ponto
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Análise Financeira Completa: Indicadores e Interpretação

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Variações das Rubricas do Balanço: (Valor do Último Ano - Valor do Primeiro Ano)

-% (Análise Horizontal): (Vfinal - Vinicial / Vinicial) x 100
*ATIVO: A empresa aumentou/diminuiu o seu ativo em X, ou seja, X%. Este acréscimo/decréscimo foi devido a um claro aumento/diminuição das rubricas correntes em X%/não correntes em X%. Como nos AFT/AI em X, em %.
*CP: Diminuição/aumento em X%, resultando do prejuízo/ganho na atividade do ano X.
*PASSIVO: Aumento/diminuição em X% com um valor de X no PC/PNC.

Variações do Resultado Líquido (RL):

Variação -/+ de X%, ou seja, X euros por causa do RO de X (+/-), EBIT em % (+/-) de X euros.

Análise Vertical (Comparação entre o Primeiro Ano e o Último Ano: Quadro E - ANC e AC / D - CPP e PC)

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Garantias e os C's do Crédito: Guia de Análise

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Definição de Garantia

A garantia é uma segurança adicional dada pelo devedor; sua finalidade é fornecer ao credor meios pelos quais poderá recorrer caso o pagamento não se materialize.

Condições Básicas para Concessão de Crédito

  • Fornecer informação atualizada;
  • Não possuir restrições;
  • Ter capacidade de treinamento.

Os Novos C's do Crédito

  • Custo;
  • Caixa;
  • Concorrência.

Análise do C de Caráter

Para analisar o Caráter, é necessário verificar: pontualidade, restrições, experiência em negócios e atuação na praça.

Diferença entre Garantias Pessoais: Aval e Fiador

A diferença entre o aval e o fiador dá-se pela assinatura: o avalista assina apenas títulos de crédito, enquanto o fiador assina contratos e documentos à parte.

Principais

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h2 Teoria do Consumidor e Estruturas de Mercado

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1 - Teoria da Escolha do Consumidor - Tradeoffs enquanto consumidores


2 - Restrição Orçamental - Compram na medida do seu ordenado;
3 - Inclinação da Restrição Orçamental - Taxa da troca de um bem pelo outro;
4 - Utilidade - Satisfação tirada do consumo de um bem;
- Inicial - 1ª unidade consumida;
- Total - Soma de todas as unidades;
- Marginal - Acréscimo de 1 unidade;
- Atinge-se 0 no ponto de equilíbrio;
- Consumimos até a utilidade marginal = preço (se tiver que pagar);
- Consumimos até a utilidade marginal = 0 (Se não tiver que pagar);


5 - Taxa Marginal de Substituição (TMS) - Mede quantas unidades de um bem se exige pela redução de uma unidade de outro bem;


6 - Curvas da Indiferença
- Elevadas (+ à direita)
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Modelos de Inovação, Sustentabilidade e Competitividade

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Modelos de inovação

Linear

Linear: uma etapa/processo de cada vez.

Simultâneo

Simultâneo: pesquisa, fabricação, marketing. Ocorrem simultaneamente. Contrapartida ao modelo linear; considera que o processo de inovação é complexo e, portanto, mais realista.

Interativo

Interativo: acontecem ao mesmo tempo e interagem — se conversam. Ocorre de modo semelhante ao modelo linear, mas com interferência de novas tecnologias.

Inovação aberta

Inovação aberta: significa que deve haver uma mudança na forma como as pessoas veem a empresa e seu ambiente. Envolve outros parceiros no desenvolvimento de novos produtos, tecnologias ou serviços para agregar valor.

Características:

  • Não precisa lucrar com todas as pesquisas;
  • Menor preocupação com pioneirismo
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