Notas, resumos, trabalhos, provas e problemas de Filosofia e Ética

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Maquiavel e Hobbes: Absolutismo e Estado

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Maquiavel e a Inovação Política

A inovação de Maquiavel reside na forma inédita com que aborda o fato político. Deixando de lado as discussões sobre governos e governantes ideais, ele se preocuparia em saber como os homens se governavam de fato. Maquiavel tinha uma ideia de contingência, que dizia que não existem verdades absolutas, não há um agir correto imóvel, imutável, permanente. O pensamento de Maquiavel contribuiu para a criação de justificativas para os governos absolutistas e divinizados dos séculos XVII e XVIII, rompeu definitivamente com a política medieval. Quando Maquiavel escreveu O Príncipe, ele estava atento ao que acontecia ao seu redor e estudava meticulosamente a história para extrair dela os exemplos de... Continue a ler "Maquiavel e Hobbes: Absolutismo e Estado" »

Ética na Filosofia: Aristóteles, Cínicos, Estoicos e Mais

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Ética de Aristóteles

Segundo Aristóteles, o homem é composto de corpo e alma. A alma é dividida em duas partes: a vegetativa, a animal e a racional.

A maioria dos seres humanos deve contentar-se com a operação de sua alma vegetativa e animal, cujo objetivo é atingir a ética das virtudes por meio da ação e da realização de hábitos de ação que devem ser corretos e sempre buscar o meio-termo. Isso significa que não se deve incorrer em um vício por omissão ou por excesso.

A Ética dos Cínicos

Para Sócrates e Diógenes, o homem era bom por natureza, portanto, deve viver de acordo com ela, ou seja, deve ser livre na ação e na fala. Fundamentalmente, valorizavam o esforço de educação pessoal como uma forma de alcançar a autossuficiência... Continue a ler "Ética na Filosofia: Aristóteles, Cínicos, Estoicos e Mais" »

Hipóteses e Teorias Científicas: Definição e Tipos

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O Papel da Hipótese na Ciência

Uma hipótese é uma proposta de resposta a um problema científico. Sua função é orientar a pesquisa, indicando os principais focos que devem ser analisados. A hipótese serve como ponte ou ligação entre a teoria e a pesquisa empírica. Uma hipótese bem formulada serve de guia para a investigação e, após sua verificação, gera novo conhecimento que se integra ao conhecimento humano.

A construção da hipótese apoia-se num sistema de conhecimentos organizados, formando um quadro teórico. Este quadro, demonstrado através da verificação empírica, busca explicar e prever possíveis eventos ou fenômenos, caso a relação proposta se confirme.

Tipos de Hipótese

Hipótese Indutiva

Parte da observação... Continue a ler "Hipóteses e Teorias Científicas: Definição e Tipos" »

Teorias da Linguagem e Estética na Filosofia

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7. Pensamento e Linguagem: Teorias Linguísticas Críticas e Alternativas

Crítica das Teorias Linguísticas: É preciso explicar a evolução da linguagem. Se a teoria linguística se fecha, vai acabar dizendo que o pensamento humano está mudando porque a língua evolui. Mas quem faz o idioma evoluir? Para explicar a evolução da língua, existem duas opções:

  • Ou a própria língua evolui.
  • Ou a língua evolui como resultado de experiências humanas.

Teorias Alternativas da Linguística: A experiência humana é variada e não se limita à experiência intelectual. Muitas vezes, o pensamento vai e volta em novas situações, e a linguagem tem de se esticar e dar-lhes nomes. Por exemplo, eles descobriram um novo continente e foi dado o nome de... Continue a ler "Teorias da Linguagem e Estética na Filosofia" »

Ética de Kant: Dever e Boa Vontade

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A Ética do Dever de Kant

A questão central da ética de Kant é: o que devo fazer? Isso nos leva a pensar que a moralidade está diretamente relacionada ao dever, à questão do que deve ser feito e o que deve ser evitado. De acordo com Kant, a ética deve ser universal; seus princípios devem ser válidos para todos os seres racionais de forma absoluta e necessária. Uma moralidade que se baseia na experiência particular de um sujeito tem apenas um valor contingente e particular. A moralidade não pode ser deduzida a partir de casos específicos e deve ser baseada em um princípio universal que oriente as ações. Este princípio da moralidade reside na razão e não pode ser derivado dos sentimentos, inclinações ou desejos, mas deve ser... Continue a ler "Ética de Kant: Dever e Boa Vontade" »

A Renovação da Geografia: Da Crise à Crítica

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O Movimento de Renovação da Geografia

O movimento de renovação da Geografia começa em meados da década de 1950 e se desenvolve aceleradamente a partir de 1970, quando a Geografia Tradicional é definitivamente enterrada. Essa crise é benéfica: introduz um pensamento crítico e a possibilidade do novo, de uma Geografia mais generosa. Instala-se um tempo de críticas e de propostas.

Motivos da Crise da Geografia Tradicional:

  • Alteração da base social que engendrou as formulações da Geografia Tradicional.
  • A produção capitalista havia superado seu estágio concorrencial, entrando na era monopolista.
  • O liberalismo econômico foi enterrado: a crise de 1929 coloca a necessidade da intervenção estatal na economia.
  • Junto à intervenção do
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Nietzsche: Vontade de Poder e Crise da Razão

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NIETZSCHE: A proposta de construção: Nietzsche, nesta fase, abrange: vontade de poder, o super-homem e o eterno retorno.
Will, essa reclamação e Super-homem. A vontade é o princípio fundamental, a força de onde surgem todas as coisas e seres humanos. Para Schopenhauer, vontade é desejo; para Nietzsche, poder é querer mais, querer tudo. A vontade é o self. Não sou eu quem faz a vontade, mas o inverso: o que quero me constitui e me destrói. O super-homem é aquele que pode querer mais do que até agora amou, estando além do bem e do mal.
O eterno retorno do mesmo. Tudo se repete infinitamente. Nietzsche explica pela força do mundo como tempo finito e infinito, recombinando-se sempre. A questão não é se o eterno retorno acontecerá,... Continue a ler "Nietzsche: Vontade de Poder e Crise da Razão" »

Filosofia Moderna: Racionalismo Cartesiano

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ITEM 4. Filosofia Moderna: Racionalismo Cartesiano

1. RESUMO: O Racionalismo na Filosofia Moderna

A) Características Gerais do Racionalismo:

  1. Importância do conhecimento do sujeito: O próprio pensamento é a realidade radical; tudo retorna à subjetividade.
  2. Racionalismo cria grandes sistemas de pensamento: dos primeiros princípios, deduzem-se teoremas, formando um sistema global por inferência.
  3. Uso do método lógico-dedutivo.
  4. Trata de questões metafísicas dos escolásticos: Deus, o mundo e a alma.
  5. Autonomia da razão: Primado da razão contra o dogma e a fé (Deísmo).
  6. Racionalistas aplicam o método matemático à metafísica: busca rigorosa de certezas apodícticas e dedução lógica, aplicação da geometria analítica encontrada por Descartes.
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Antropologia de platão

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Pára Aristóteles, o ser humano é dotado de uma ciência de uma única alma (não tres, como afirma Platão), podendo ter várias funções ou faculdades.

  ha uma faculdade nutritiva e reprodutiva, cuja função vital é conservar e reproduzir a vida; uma faculdade sensitiva, responsável pelos sentimentos (tato,paladar,olfato,audição e visão); uma faculdade locomotora-apetitiva,que orienta o seres vivos a evitar a dor é buscar o prazer; e uma faculdade racional, responsável pelo pensamento e pelo intelectual.

A Filosofia Cartesiana: Substância e Método

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Antropologia

Para Descartes, é necessária uma dúvida universal: rejeitamos como falso tudo aquilo que não tem provas ou cuja validade não é certa. Descartes propôs regras para isso, conhecidas como a "dúvida metódica". Primeiro, ele rejeita todas as informações fornecidas pelos sentidos, porque podem levar ao engano, como já aconteceu várias vezes ao longo da história. Em segundo lugar, ele admite que os seres humanos podem estar sujeitos a erros de raciocínio e, portanto, também duvida de todos os argumentos e demonstrações. Por outro lado, também reconhece a dificuldade de diferenciar entre sonhos e pensamentos, e que não há nada que nos diga exatamente quando estamos sonhando ou acordados. E, finalmente, considera a ideia... Continue a ler "A Filosofia Cartesiana: Substância e Método" »