Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Filosofia e Direito: Conceitos e Influências Históricas

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O QUE É FILOSOFIA?

R: É uma fundamentação teórica e crítica dos conhecimentos e práticas humanas. Suas principais características são reflexão, análise, crítica e a busca pela fundamentação de seu objeto de estudo.

CONCEITO DE FILOSOFIA:

R: A filosofia é a arte de pensar e de ver o mundo, buscando compreender nosso papel nele.

SÓCRATES E SUA INFLUÊNCIA NO DIREITO:

R: Sócrates, ao se submeter às leis de sua época, acreditava que beneficiava a pólis. Para ele, o respeito à lei diferenciava a civilização da barbárie, pois por meio dela se alcançava a igualdade entre os cidadãos. Com a força de seu ato, inspirou os cidadãos atenienses a respeitar as leis da cidade-estado em um período de crise.

PLATÃO E SUA INFLUÊNCIA

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Fundamentos da Lógica: Argumentos, Proposições, Validade e Silogismos

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Argumentos Lógicos

  • Uma ou mais premissas.
  • Conclusão (que é o resultado das ideias das premissas).

O que é uma Proposição?

  • As premissas e as conclusões são proposições.
  • É uma frase que exprime um valor de verdade (conteúdo falso ou verdadeiro).
  • É uma frase declarativa, pois frases interrogativas e imperativas não exprimem um conteúdo verdadeiro ou falso.

Proposição Ambígua

É uma frase que exprime mais do que uma proposição.

Indicadores de Argumentos

  • Indicadores de Conclusão: logo, portanto, por isso, por conseguinte, implica que, daí que, segue-se que.
  • Indicadores de Premissa: porque, pois, dado que, visto que, devido a, a razão é que, admitindo que.

O Conceito de Validade

Existem dois tipos de validade:

  1. Não Dedutiva: As premissas
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Dimensões Ontológicas, Mediação e Dialética no Serviço Social

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Dimensões Ontológicas e Reflexivas das Categorias da Dialética

Ontológica:
É a dimensão da categoria em si mesma, independente de a consciência conseguir capturar ou não; ela está presente. Exemplo: a categoria trabalho, que é imanente ao ser humano, independente de sua compreensão.
Reflexiva:
Necessária a partir do questionamento, da negação, onde se descobrem novos elementos da categoria. É uma descoberta que não se esgota, não está acabada, pois o saber humano é apenas aproximativo. As reflexões são infindáveis.

Por que Pontes afirma que a particularidade é um inteiro campo de mediações?

Porque para se chegar ao particular, as mediações necessárias são feitas a partir do universal, que abarca o todo (um emaranhado... Continue a ler "Dimensões Ontológicas, Mediação e Dialética no Serviço Social" »

Imunidade Adaptativa: Linfócitos B e T

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Imunidade Adaptativa
  • Linfócitos B: Produzem anticorpos.
  • Linfócitos T: Diferenciam-se em células T efetoras.
Características
  • Especificidade e diversidade: São específicos para diferentes antígenos e seus determinantes antigênicos.
  • Memória: A exposição do sistema imunológico a um antígeno estranho aumenta sua capacidade de responder novamente àquele antígeno específico. Respostas imunológicas secundárias ao mesmo antígeno geralmente são mais rápidas e de maior intensidade.
  • Expansão clonal: Refere-se a um aumento do número de células que expressam receptores idênticos para um mesmo antígeno, formando um clone.
  • Não reatividade ao próprio: A ausência de resposta imunológica é denominada de tolerância. A tolerância a antígenos
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Filosofia e Justiça: O Papel do Defensor Público

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1) A contribuição da Filosofia para o exercício do ser Defensor Público que somente se realiza sendo Defensor Público, é:

a) A Filosofia contribui na medida em que é, unilateralmente, visão de mundo e da Ciência, confere ao Defensor Público uma visão peculiarmente distante e abrangente das partes.

b) A Filosofia torna livre no Defensor o seu Ser, a necessidade interna de resgate de sua essência mais própria, de modo a conferir a essa essência a sua dignidade de ser Defensor Público.

c) A Filosofia é o pensar do pensar descompromissado, ainda que eventualmente, possa alcançar qualquer utilidade prática ou teórica para a função de Defensor Público.

d) A Filosofia é a visão panorâmica e histórica dos filósofos e a partir... Continue a ler "Filosofia e Justiça: O Papel do Defensor Público" »

A Moral Individualista e Suas Contradições

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Origens e Características

  • O descompasso entre os princípios morais e as exigências da realidade pode levar as pessoas a cair no extremo do individualismo.
  • Na modernidade, ocorre uma reação aos exageros de uma sociedade baseada na tradição e nos costumes, como era a sociedade medieval.
  • O princípio que norteia a modernidade é que cada indivíduo deve sair da menoridade, isto é, não deve guiar-se pela tradição e por um conjunto de verdades preestabelecidas, mas deve ele mesmo escolher o que é melhor para si e para a sociedade.
  • Essa posição, onde cada um encontra em si mesmo o critério para bem julgar, acabou por produzir também os seus excessos, levando ao surgimento de uma moral individualista.
  • Adotou-se a máxima do "cada um por
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h2

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A abordagem de Tomás de Aquino parte da singularidade, para chegar a conceitos mais abstratos. O autor busca elementos para consolidar a fé, que não pode ser baseada em sentimentos e afetos. O teólogo alcança o processo de síntese entre Filosofia e Teologia. Aquino entende que devemos aspirar e contemplar a Deus como intelecto e investigar pela razão. Portanto, a filosofia é um estudo que segue a fé. O raciocínio da conveniência: parte do pressuposto de que Deus atua de maneira ordenada. Todos os eventos e coisas, contingentes e necessários, possuem uma estrutura que pode ser conhecida. Tudo que é criado por um Ser ordenado pode apontar para uma estrutura ordenada passível de conhecimento. A Encarnação do Filho evidencia a presença... Continue a ler "h2" »

Mimese em Platão e Aristóteles: A Arte e a Verossimilhança

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A Mimese em Platão: A Arte como Ilusão

Em Platão, a arte como mimese desloca o artista para o papel de um imitador de terceiro grau, uma vez que este imitaria o mundo material, o qual já seria uma representação do mundo das ideias. Haveria prejuízo para a percepção, o que relegaria à arte uma menor importância. Mais que isto, a arte figuraria como obstáculo à verdade, onde os objetos teriam aparência ilusória. O poeta imitativo seria capaz, utilizando-se da emoção, de levar o cidadão ao engano.

A Poética de Aristóteles: A Arte como Representação

A Poética de Aristóteles compreende a poesia como mimese, mas, em oposição a Platão, não a relega a uma mera imitação de terceiro grau. A arte, por meio da linguagem e da... Continue a ler "Mimese em Platão e Aristóteles: A Arte e a Verossimilhança" »

Modernidade e Transformações Culturais

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Modernidade e as Transformações Culturais

O século XVIII exigiu a especialização do homem e de seu trabalho, e conclamou que este se libertasse de suas dependências históricas (Estado, religião, moral, economia). Dentre todas essas posições, o homem resistiria a ser nivelado e uniformizado por mecanismos sócio-tecnológicos.

Segundo Simmel, há um profundo contraste entre a vida na cidade e a vida no campo.

O autor afirma que a metrópole extrai do homem uma quantidade diferente de consciência, sendo que a vida da pequena cidade descansa mais sobre relacionamentos profundamente sentidos e emocionais. Ou seja, o homem metropolitano reagiria com a cabeça em lugar do coração. Entende-se, dessa forma, que a pessoa intelectualmente sofisticada... Continue a ler "Modernidade e Transformações Culturais" »

Argumentos Indutivos e Falácias Informais

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Argumentos Indutivos

Os argumentos indutivos são aqueles em que a verdade das premissas torna a conclusão provável, mas não necessariamente verdadeira. Ao contrário dos argumentos dedutivos, a conclusão de um argumento indutivo vai além do que é estritamente contido nas premissas, oferecendo apenas apoio parcial.

Generalização e Previsão

Generalização

É um argumento indutivo em que a conclusão é mais abrangente que a premissa. A sua força não se deve à forma lógica, mas ao conteúdo. Numa generalização, a conclusão ultrapassa o que está contido nas premissas de tal forma que, sendo as premissas verdadeiras (V), a conclusão será apenas provavelmente verdadeira (e não necessariamente, como nos dedutivos). As premissas dão... Continue a ler "Argumentos Indutivos e Falácias Informais" »