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Anatomia do Sistema Reprodutor: Masculino e Feminino

Classificado em Biologia

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Anatomia do Sistema Reprodutor

Pênis

Órgão cilíndrico. Estrutura de condução do sêmen e da urina.

Anatomia Externa do Pênis:

  • Raiz do pênis (contato direto com o escroto e pelve)
  • Corpo do pênis (projeta o pênis para fora)
  • Glande do pênis (recoberta pelo prepúcio)
  • Coroa da glande (transição entre o corpo e a glande)
  • Prepúcio do pênis
  • Óstio externo da uretra
  • Frênulo do prepúcio (prende o prepúcio à glande)

Anatomia Interna do Pênis:

  • Ramos do pênis – fixação ísquio e púbis
  • Bulbo do pênis: reunião mais abaulada em contato direto com a pelve na raiz do pênis, dá continuidade ao corpo esponjoso.
  • Corpos cavernosos: se continuam a partir dos ramos do pênis.
  • Corpo esponjoso: tecido mais central de continuação do bulbo do pênis.
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Anatomia e Fisiologia do Sistema Urinário

Classificado em Biologia

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Função do Sistema Urinário

  • Realiza funções excretoras vitais e elimina resíduos orgânicos produzidos por células do corpo.
  • Regula os níveis iônicos do sangue.
  • Regula o volume sanguíneo e a pressão arterial.
  • Produz hormônios (*calcitriol* e *eritropoetina*) — não é classificado como glândula, mas libera essas substâncias na corrente sanguínea.

Substâncias Excretadas na Urina

Amônia
Degradação de aminoácidos.
Ureia
Degradação de aminoácidos.
Creatinina
Degradação de fosfato de creatina no músculo.
Ácido Úrico
Degradação de ácidos nucleicos.
Bilirrubina
Degradação de hemoglobinas.

Divisão do Sistema Urinário

  • Órgãos secretores (produzem urina): Rins.
  • Órgãos excretores (drenagem da urina para fora): Ureteres, Bexiga (armazenamento)
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Anatomia e Fisiologia dos Sistemas Reprodutores

Classificado em Biologia

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Ducto Deferente

O ducto deferente se continua com o epitélio pseudoestratificado cilíndrico e lâmina própria. Além disso, conta com:

  • Camada muscular (externa longitudinal e circular interna)
  • Camada adventícia

Próstata

Conjunto de glândulas túbulo-alveolares que desembocam na uretra prostática. Secreta substâncias que tornam o sêmen mais fluido e ajudam na mobilidade dos espermatozoides. Apresenta um estroma fibromuscular, composto por tecido conjuntivo e músculo liso.

Vesícula Seminal

Glândulas alongadas e tortuosas. Produzem material viscoso, responsável por 70% do sêmen. Apresentam mucosa intensamente pregueada e camadas de músculo liso.

Pênis

Revestido pela túnica albugínea (tecido conjuntivo denso). Apresenta corpos cavernosos... Continue a ler "Anatomia e Fisiologia dos Sistemas Reprodutores" »

Histologia do Rim: Estrutura e Néfron

Classificado em Biologia

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Histologia - Sistema Urinário

Rim

Cada rim tem formato de grão de feijão, com uma superfície côncava onde se encontra uma reentrância, o hilo renal, e uma superfície convexa em oposição. O hilo compreende a região de entrada e saída de vasos sanguíneos, nervos, cálices renais, pelve renal e ureter.

É um órgão situado em posição retroperitoneal. É fixado à parede dorsal do abdômen através de uma área de tecido adiposo unilocular que constitui a cápsula perirrenal.

O rim é recoberto por uma cápsula de tecido conjuntivo denso modelado. O rim tem duas regiões delimitadas em seu parênquima, o córtex renal e a medula renal. A cápsula do rim apresenta reentrâncias que dividem o órgão em lóbulos. Cada lobo renal é composto... Continue a ler "Histologia do Rim: Estrutura e Néfron" »

Guia de Diuréticos: Tiazídicos, de Alça e Poupadores

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Diuréticos Tiazídicos

Ação no túbulo distal:

Derivados de uma classe de compostos químicos chamados tiazidas, têm sua ação farmacológica bloqueando o cotransportador Na+/Cl- no túbulo distal. O sódio fica na luz do túbulo e, consequentemente, há mais liberação de sódio e água.

  • Principais indicações: hipertensão, redução de edema cerebral, etc. Ex: Hidroclorotiazida (Clorana), Clortalidona (Higroton), Indapamida (Natrilix).
  • Efeito urinário: aumentam a excreção renal de Na+, K+, Cl-, Mg2+.
  • Efeitos adversos: alcalose metabólica, interação com outros tipos de fármacos, impotência (reversível).

Diuréticos de Alça

Ação na alça de Henle:

São os diuréticos mais poderosos, capazes de possibilitar a excreção de até 25%... Continue a ler "Guia de Diuréticos: Tiazídicos, de Alça e Poupadores" »

Metabolismo da Glutamina, Tampões e Ação de Diuréticos

Classificado em Química

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Síntese de Bicarbonato e Metabolismo da Glutamina

Além da reabsorção de bicarbonato, as células do túbulo proximal podem metabolizar a glutamina, formada no fígado a partir do metabolismo de proteínas, que gera substâncias ácidas.

Quando a glutamina chega às células do túbulo proximal, ela sofre transformações que originam bicarbonato e íon amônio (NH3). Se houver hidrogênio por perto, o NH3 se torna amônia (NH4+). A amônia tampona o hidrogênio livre, tornando o pH mais alcalino. Ao metabolizar a glutamina, reabsorve-se bicarbonato e secreta-se amônia (NH3 ou NH4), solúvel em água. O odor da urina é característico da amônia.

Sistema Tampão Amônio

A secreção de amônia é mais comum nos ductos coletores. As células... Continue a ler "Metabolismo da Glutamina, Tampões e Ação de Diuréticos" »

Regulação Renal do Equilíbrio Ácido-Base: Fisiologia e Mecanismos

Classificado em Biologia

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Regulação Renal do Equilíbrio Ácido-Base

Ácido: molécula que em solução doa H+

Base: molécula que remove H+ dos fluidos

O nosso organismo possui um metabolismo ácido. Enquanto estamos vivos, estamos produzindo moléculas ácidas. No entanto, mantemos um pH mais básico do que ácido. Nosso pH gira em torno de 7,3-7,4; ele é ligeiramente alcalino, pois tem tendência a se acidificar. O pH do plasma é de 7,38-7,42.

A escala do pH é logarítmica e não linear. Qualquer alteração mínima causa uma grande diferença no meio. Nosso corpo tem vários artifícios para reduzir a acidez, diminuindo o hidrogênio livre.

Como Conter a Acidificação?

Para evitar alterações de pH, temos soluções tampão, que incluem:

  • Bicarbonato no líquido
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Aldosterona e Peptídeos Natriuréticos: Funções e Efeitos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Aldosterona

Hormônio mineralocorticoide produzido na zona glomerulosa da glândula adrenal (ou suprarrenal).

Função da Aldosterona

  • Aumenta a reabsorção renal de sódio (Na+) no túbulo distal e ducto coletor. As células aumentam a síntese de Na+/K+ ATPase, sendo capazes de transportar mais sódio para o interstício. A água acompanha o sódio por osmose.
  • Aumenta a secreção de potássio (K+). Devido à ação da bomba de Na+/K+, aumenta a concentração de potássio dentro da célula. O potássio, então, começa a vazar de dentro da célula para a luz do túbulo.

Efeitos da Aldosterona

  • O excesso de aldosterona aumenta o Líquido Extracelular (LEC) e a pressão arterial, mas não apresenta grande variação na concentração de sódio excretado.
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Fisiologia Renal: ADH, Contracorrente e Sistema Renina-Angiotensina

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Mecanismo Celular do Hormônio Antidiurético (ADH)

A célula principal apresenta membrana luminal e membrana intersticial. Na membrana luminal, na situação normal, é impermeável, sem aquaporinas. Mas na presença de ADH na corrente sanguínea, receptores na membrana basolateral (o Receptor V2) se ligam ao hormônio. Esse receptor ativado, acoplado à Proteína Gs (estimulatória), estimula a Adenilato Ciclase, transformando ATP em AMPc. O aumento do AMPc dentro da célula sinaliza a necessidade de reabsorver água.

O AMPc ativa as Proteínas Quinases A (PKA), que causam a fosforilação das Aquaporinas presentes em vesículas. A ativação dessas aquaporinas promove a movimentação das vesículas pelos microtúbulos para fusão com a membrana... Continue a ler "Fisiologia Renal: ADH, Contracorrente e Sistema Renina-Angiotensina" »

Transporte de Água e Solutos no Néfron Renal

Classificado em Biologia

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Tipos de Transporte: Passivo e Ativo

O transporte passivo ocorre sem gasto energético, enquanto o transporte ativo exige gasto energético.

Exemplos de Transporte Celular

  • Os gases atravessam a membrana livremente, simplesmente saindo e entrando pela membrana (difusão simples).
  • Moléculas lipídicas atravessam a membrana livremente, pois grande parte da membrana é hidrofóbica.
  • Substâncias polares só entram e saem da célula através de proteínas transportadoras, como as aquaporinas.
  • A glicose não consegue atravessar a membrana livremente, pois é uma molécula grande e hidrofílica; logo, precisa de uma proteína transportadora.
  • Os íons têm uma particularidade: eles possuem carga. Devido a isso, sua passagem é seletivamente impedida.

Polarização

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