Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Francês

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Guia Prático de Ajuste Oclusal e Diagnóstico Clínico

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Análise de Contatos Oclusais

  • a) Na lateralidade direita, o dente 12 acompanhava o 13 em toque.
  • b) Na lateralidade esquerda, somente o 23 tocava no 33 no lado de trabalho.
  • c) Na MIH, o elemento 12 tocava mais forte com os elementos 41 e 42.
  • d) Na protrusiva, os dois centrais tocavam com os quatro incisivos inferiores.

1. Planejamento do Ajuste Oclusal

Após a identificação dos problemas na questão anterior, onde faríamos o ajuste oclusal neste paciente? Deve ser feito um desgaste na palatina do incisivo central superior.

2. Diagnóstico de Má Oclusão e Desvio de RC para MIH

Ao receber um paciente com grande desvio durante o fechamento da posição de RC para MIH, constatou-se a perda da DVO, perda de vários elementos dentários, desgaste das... Continue a ler "Guia Prático de Ajuste Oclusal e Diagnóstico Clínico" »

Regras de Navegação Marítima: Luzes, Sinais e Manobras

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Luzes de Reboque e Empurra

  1. Comprimento do Reboque Inferior a 200m: A embarcação (rebocador) deve exibir:

    • A – 2 luzes verticais de mastro à vante.
    • B – Luz de alcançado.
    • C – Luzes de bordo.
    • D – Luz de reboque (amarela) acima da luz de alcançado.
  2. Comprimento do Reboque Superior a 200m: (Isto é, se o tamanho do cabo de reboque, que vai da popa do rebocador até a popa do rebocado, for mais de 200 metros). Deve exibir:

    • A – 3 luzes verticais de mastro à vante.
    • B – Todas as outras luzes são as mesmas do comprimento de reboque inferior a 200m.
  3. Empurrando ou Rebocando a Contrabordo (ao lado): Deve exibir:

    • A – As mesmas luzes dos casos anteriores, exceto a luz amarela de reboque.
    • B – Se for incapaz de se desviar do seu rumo, deve também
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Revisão de Questões sobre Sinalização e Regras de Navegação

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1. Verdadeiro ou Falso (5 Perguntas sobre Posições)

FALSA Na posição 1, pela proa, estarei visualizando as seguintes luzes: Branca do mastro de vante, mastro principal, de poupa e dos bordos encarnado (bombordo) e verde (boreste).

__________ Na posição 2, estarei (bochecha de boreste) visualizando luz branca de mastro de vante, mastro principal, de poupa e dos bordos verdes por boreste.

__________ Na posição 1, pela popa, visualizarei luz branca de popa e dos bordos verde de bombordo.

Questão 2: Sinais de Reboque e Manobra Restrita

2 – Na figura acima, se a embarcação estiver rebocando a contrabordo durante o dia, que sinal deverá içar?

R: Balão.

Complemento. Noite: 3 luzes verticais de mastro de vante, exceto a luz amarela de reboque.... Continue a ler "Revisão de Questões sobre Sinalização e Regras de Navegação" »

Guia de Histologia e Embriologia Dentária

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Conceitos Fundamentais em Histologia e Embriologia Dentária

Estruturas Dentárias e Fisiologia

  • Esclerose dentinária: Obstrução dos túbulos dentinários pela deposição de dentina peritubular no seu interior.
  • Teoria hidrodinâmica: A alteração do equilíbrio hidrodinâmico (movimento do fluido dentro do túbulo) excita as células nervosas associadas aos odontoblastos.
  • Complexo dentino-pulpar: A formação da dentina coronária depende da indução dos ameloblastos sobre as células mesenquimais indiferenciadas da papila (células-tronco pulpares). A maior permeabilidade dentinária próxima à polpa explica-se pelo maior diâmetro e densidade tubular. Os fibroblastos são essenciais na síntese, secreção e degradação da matriz pulpar.
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Guia Completo de Acesso e Preparo Endodôntico

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Fases do Acesso Endodôntico

  1. Remoção total do tecido cariado;
  2. Ponto de eleição;
  3. Forma de contorno/Remoção total do tecido cariado;
  4. Trepanação;
  5. Remoção do teto da câmara pulpar;
  6. Desgaste compensatório/Coronário (Broca Endo Z);
  7. Limpeza e sanificação da cavidade.

Detalhes das Fases de Abertura Coronária

Ponto de Eleição

  • Dentes anteriores: face palatina ou lingual, aproximadamente 2mm acima do cíngulo.
  • Dentes posteriores: no meio do sulco principal.

Forma de Contorno

  • Incisivo: triangular com a base para a incisal.
  • Canino: losango.
  • Pré-molares: circular ou ovoide.
  • Molar superior: triângulo com base para vestibular.
  • Molar inferior: trapézio com base para mesial.

Trepanação

Com broca esférica (nº 2, 4, 6), haste média, em baixa rotação,... Continue a ler "Guia Completo de Acesso e Preparo Endodôntico" »

Preparo Cavitário e Manipulação de Amálgama de Prata

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Preparo Cavitário para Restauração com Amálgama

Padrão de Desenvolvimento da Cárie

  • Classe I: Fissuras (Oclusal)
  • Classe II: Superfícies Lisas (Proximal)

Preparos de Classe I

Instrumental e Procedimento:

  • Escavador de dentina.
  • Brocas esféricas (1, 2, 4, 6, 8, 10, 11).
  • Broca 245 para abertura.
  • Ângulo cavo superficial de 70º (utilizando brocas 245 ou 330).
  • A parede pulpar deve ser paralela à face oclusal.

Preparos de Classe II

  1. Abertura com broca 245.
  2. Remoção de dentina cariada da caixa oclusal.
  3. Confecção do túnel com broca 245.
  4. Fratura da crista marginal remanescente com recortador de margem gengival.
  5. Remoção da dentina cariada da caixa proximal.

Esboço do Preparo de Classe II (MO)

Paredes do Preparo: Vestibular, Lingual, Distal, Gengival, Axial... Continue a ler "Preparo Cavitário e Manipulação de Amálgama de Prata" »

Guia Completo de Crescimento e Desenvolvimento Dentário

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Crescimento

  • Intersticial: Aumento por mitoses. Exemplo: tecido epitelial.
  • Aposicional: Deposição por superposição. Exemplo: tecido ósseo.
  • Interstício-Aposicional: Cartilagem. Exemplo: pericôndrio.

Crescimento Ósseo

Ossificação

  • Intramembranosa: Origem conjuntiva, maxila, mandíbula (exceto côndilo e sínfise).
  • Endocondral: Origem cartilaginosa, substituição da cartilagem, côndilo e sínfise mandibular, base do crânio.

Mecanismos de Crescimento

  • Deslizamento: Onde há deposição óssea, é onde ocorre o deslizamento.
  • Deslocamento Primário: Quando o osso se desloca pelo próprio crescimento (para cima e para baixo).
  • Deslocamento Secundário: Quando o osso se desloca no osso vizinho (interferência do osso vizinho).
  • Remodelação: Um lado reabsorve,
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Anatomia Dental: Características e Estruturas dos Dentes

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Dentes: Funções Essenciais

Os dentes desempenham funções cruciais para a estética, fonação, mastigação, proteção e sustentação dos tecidos moles.

Características Gerais Comuns dos Dentes

As características gerais comuns dos dentes incluem:

  • A face mesial é maior, mais alta e mais larga que a distal.
  • A face vestibular é maior que a lingual (com exceção do primeiro molar).
  • O ângulo coroa-raiz e as convergências sempre ocorrem do maior para o menor.

Estruturas Anatômicas Comuns a Todos os Dentes

Todos os dentes compartilham as seguintes estruturas anatômicas:

  • Linha do colo
  • Borda incisal
  • Bossas (vestibulares, linguais, mesiais e distais)
  • Linha equatorial
  • Cristas marginais

Estruturas Anatômicas Comuns dos Dentes Posteriores

Nos dentes posteriores,... Continue a ler "Anatomia Dental: Características e Estruturas dos Dentes" »

Esmalte e Dentina: Histologia, Composição e Estruturas

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Histologia e Composição do Esmalte

O esmalte é o tecido mineralizado mais duro do organismo humano. Sua composição é de aproximadamente 96% de componentes inorgânicos, 3,6% de água e 0,4% de proteína. É um tecido avascular e seu processo de formação é centrífugo.

Propriedades e Características

  • Propriedades: Dureza, densidade, cor, solubilidade e compressibilidade.
  • Coloração: Pode ser branco, cinza azulado ou amarelado, dependendo da dentina subjacente.
  • Espessura: Variável de acordo com a região do dente.
  • Primeiro Esmalte: O esmalte próximo à junção amelodentinária (JAD) é o primeiro a ser produzido e pode apresentar penachos ou lamelas.

Aminoácidos Comuns

Os aminoácidos mais comuns na elaboração do esmalte são: cisteína,... Continue a ler "Esmalte e Dentina: Histologia, Composição e Estruturas" »

Gramática: Oposição, Mais-que-perfeito e Mídia

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Expressão de Oposição

Na expressão de oposição, refere-se que um fato é oposto a outro sem que exista qualquer relação de causa e efeito. Opor é colocar em relevo uma ideia, contrapondo-a a outra.

São vários os advérbios e conjunções coordenativas que exprimem a oposição; contudo, mas e pourtant (no entanto) são as mais conhecidas.

O Pretérito Mais-que-perfeito

Quando utilizar o mais-que-perfeito? O indicativo mais-que-perfeito geralmente expressa uma ação no passado que já está concluída, mas também pode expressar:

  • Situação em um momento no passado: Ela viveu em Paris em 2009. Ela tinha encontrado trabalho, tudo estava bem. Cinderela tinha fumado suas articulações.
  • Repetição durante um período anterior: Quando eu
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