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Odontologia Pediátrica: Guia Completo para Dentes Decíduos

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Superior: 16-26 / 21-11 / 22-12 / 24-14 / 25-15 / 23-13 / 27-17 / 28-18 Inferior: 36-46 / 31-41 / 32-42 / 33-43 / 34-44 / 35-45 / 37-47 / 38-38

Espaço Livre de Nance: É uma discrepância de diâmetro de dentes decíduos para permanentes. É a sobra de espaço no arco, pois o diâmetro mésio-distal (M-D) dos molares decíduos é maior que os prés permanentes. Para que serve? Para acomodação dos segundos molares permanentes.

ESPAÇO PRIMATA: diastema localizado no arco superior, entre incisivo lateral e canino; na arcada inferior, entre o canino e o 1º molar. Característica de normalidade. Se não houver, é uma falta de espaço futuro, anormalidade.

Descreva, utilizando a numeração dos dentes, a sequência correta de irrupção dos dentes

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Conceitos Essenciais de Anatomia Dental

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  1. Primeira parte atingida no tratamento endodôntico: teto.
  2. Fator que mantém a saúde periodontal: cíngulo.
  3. Movimentos da mandíbula: lateralidade, protrusão e retrusão.
  4. Manutenção dos dentes decíduos: manter espaço reservado para os permanentes e servir como guia.
  5. Os dentes posteriores protegem os anteriores: ocluindo durante o fechamento mandibular e limitando movimentos cêntricos.
  6. Projeção da polpa que segue a anatomia das cúspides e tubérculos: corno pulpar.
  7. Projeção do esmalte: tubérculo de Zuck.
  8. Número de raízes:
    • Dente 47: trirradicular
    • Dente 34: birradicular
    • Dente 35: unirradicular
    • Dente 25: trirradicular
  9. Não causa pigmentação: amelogênese imperfeita.
  10. Características de dentes decíduos: mais duros.
  11. Supranumerário entre incisivos:
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Nervos Cranianos: Anatomia, Funções e Lesões

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Introdução

Os nervos cranianos são um conjunto de 12 pares de nervos que emergem diretamente do encéfalo, atravessando forames e fissuras no crânio para inervar estruturas da cabeça, pescoço e outras regiões do corpo. Eles são responsáveis por funções sensoriais, motoras e autonômicas essenciais, e suas lesões podem resultar em déficits neurológicos significativos.

Nervos Sensoriais

Nervo Olfatório (I)

  • Ação principal: Olfação.
  • Lesão: Perda do sentido do olfato (anosmia).

Nervo Óptico (II)

  • Origem: Retina.
  • Ação principal: Visão.
  • Lesão: Defeitos no campo visual, perda da acuidade visual, papiledema (inchaço do disco óptico) por aumento da pressão intracraniana.

Nervo Vestibulococlear (VIII)

  • Ação: Audição e equilíbrio.
  • Lesão:
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Limite Apical e Localizadores Foraminais: Guia Completo em Endodontia

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Limite Apical e Localizadores Foraminais

Um estudo observou a existência de um canal dentinário, no qual trabalhamos, e, posteriormente, o canal cementário, localizado aproximadamente 1 mm aquém do ápice dental. Esse último milímetro foi denominado limite CDC, sendo o ponto de maior constrição apical, onde o canal dentinário (limite de obturação do CD) se encontra com o canal cementário e é constituído de tecido periodontal. Anteriormente, acreditava-se que não era necessário instrumentar até este limite, devendo-se deixar esse 1 mm de segurança para evitar uma instrumentação além do ápice. No entanto, com a evolução dos estudos, comprovou-se a necessidade de instrumentar até o limite CDC para prevenir a permanência... Continue a ler "Limite Apical e Localizadores Foraminais: Guia Completo em Endodontia" »

Morfologia Dental: Resumo das Características dos Dentes Permanentes

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Terminologia e Características Gerais

  • Divertículo: Reentrância na face Vestibular (V) e Palatina/Lingual (P).
  • Pré-Molares: Possuem forma de Pentágono.
  • Limite Cervical:
    • Face Vestibular (V): Côncavo para oclusal e convexo para o ápice.
    • Face Palatina/Lingual (P): Côncavo para o ápice radicular e convexo para oclusal.
  • Cristas Marginais: Volume de esmalte que circunda a fossa; relevo na face palatina.
  • Bossa: Volume vestibular, visível pelas faces distal ou mesial.
  • Cíngulo: Elevação arredondada de esmalte, convexidade palatina.
  • Fossetas: Formam as cristas marginais.

Características dos Dentes Anteriores

Incisivo Central Superior (ICS 11/21)

  • Formato: Trapézio Quadrado.
  • Borda Mesial (M): Maior e retilínea.
  • Borda Distal (D): Menor e arredondada.
  • Incisal
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Guia de Preparo para Coroas e Retentores Metálicos

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Preparo para Coroa Metaloplástica em Dentes Anteriores

R.: Realizar sulco de orientação para desgaste vestibular em dois planos (incisal e gengival) com a broca 4137 (menos de ½ broca); realizar sulcos de orientação para a redução incisal com a broca 4137 (1,5 mm de profundidade); redução vestibular e incisal (com a broca inclinada para a lingual) utilizando a 4137, sendo na vestibular com término em chanfro largo; desgaste lingual abaixo do cíngulo com chanfro curto utilizando a 4138 (½ broca); redução do ponto de contato com a 2200; redução axial das superfícies proximais com a 4138 (½ broca); término do preparo com ½ chanfro curto lingual e ½ chanfro longo vestibular; realizar desgaste lingual acima do cíngulo com a

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Endodontia: Acesso, Instrumentação e Tratamento

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Marcação do Lençol para Endodontia: Dividir o arco em 4 partes. Incisivos: 1cm para cima. Pré-molares: 1cm para cima e 1cm para o lado. Molares: 1cm para cima e 2cm para o lado.

Sequência da Instrumentação Rotatória:

  1. Acessar o canal e irrigar.
  2. Lima 10 no comprimento de trabalho (CD) para cateterismo, irrigar (IRR).
  3. Lima 15 no comprimento provisório de trabalho (CPT), IRR.
  4. Lima X1 no CPT, IRR.
  5. Odontometria.
  6. Lima X1 no comprimento de trabalho (CT), IRR.
  7. Lima 10 na patência, IRR.
  8. Lima X2 no CD, IRR.
  9. Lima 10 no comprimento real de trabalho (CRD).

Acesso em Pré-Molares Superiores

  1. Radiografia: Escolher a broca no sentido vestíbulo-palatino (VP).
  2. Ponto de Eleição: Face oclusal. Usar ponta diamantada compatível com o canal.
  3. Zona de Abordagem: Sentido
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Guia de Preparo Cavitário e Restauração Dental

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Cavidade Patológica

Forma e dimensões irregulares, causada pela destruição do tecido duro do dente. Nem toda cavidade patológica necessita passar por uma cavidade terapêutica. Exemplo: uma cavidade patológica por abrasão não necessita de mais desgaste da estrutura dental.

Cavidade Terapêutica

Possui forma geométrica e dimensão definida. É necessário remover o tecido cariado e, a partir disso, fazer o preparo cavitário para futura restauração.

Preparo Cavitário Operatório

Processo onde a cavidade patológica se transforma em cavidade terapêutica.

Classificação das Cavidades (Black)

  • Classe I: Pré-molares e molares (cicatrículas e fissuras).
  • Classe II: Pré-molares e molares (face proximal).
  • Classe III: Dentes anteriores (face proximal,
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Isolamento absoluto: dique de borracha e manejo pulpar

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Vantagens

  • Manter o campo operatório limpo e seco.
  • Menor risco de problemas pós‑operatórios provenientes da contaminação por fluidos bucais.
  • Tempo ganho ao trabalhar em campo limpo.
  • Melhor acesso e visibilidade (afastamento gengival; afasta bochechas, lábio e língua e controla a umidade).
  • Eficiência operatória (mantém a boca do paciente aberta durante todo o procedimento e estabiliza a língua).

Desvantagens

  • Tempo gasto na instalação (eliminado com treino e prática).
  • Dificuldade de aplicação em dentes pouco erupcionados, alguns terceiros molares e dentes mal posicionados.
  • Desconforto para o paciente.
  • Risco de alergia do paciente ao material de borracha.

Materiais

  • Dique de borracha (isola o dente da cavidade).
  • Arco porta-dique (fixação
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Guia Essencial de Oclusão e Desenvolvimento Dentário

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Espaço Primata

O Espaço Primata serve para compensar a diferença de tamanho entre os dentes decíduos e permanentes.

Classificação do Plano Terminal dos Segundos Molares Decíduos

Plano Terminal Reto: A face distal entre os segundos molares decíduos coincide.

Plano Terminal com Degrau Mesial: A face distal dos segundos molares decíduos apresenta um degrau para mesial.

Plano Terminal com Degrau Distal: A face distal dos segundos molares decíduos apresenta um degrau para distal.

Classificação da Chave dos Caninos

Classe I: A ponta da cúspide oclui no espaço primata inferior ou quando não há espaço entre o canino e o primeiro molar inferior.

Classe II: A ponta da cúspide do canino superior oclui com a ponta da cúspide do canino inferior.... Continue a ler "Guia Essencial de Oclusão e Desenvolvimento Dentário" »