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Histologia Dentária: Dentina, Esmalte, Polpa e Periodonto

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Teoria da Hidrodinâmica

A Teoria da Hidrodinâmica postula que fluidos presentes nos túbulos dentinários sofrem agitação após mudanças térmicas, físicas e osmóticas, levando a descargas neurais por meio do estímulo de mecanorreceptores. Esta movimentação hidrodinâmica gera uma mudança de pressão intratubular e excitação das terminações nervosas pulpares, iniciando a sensação dolorosa. Por exemplo, o movimento da ponta diamantada causa a movimentação do fluido dentinário dentro do túbulo, ativando as fibras nervosas e causando dor.

Ameloblastos Protetores e Erupção Dental

Após o término da síntese de esmalte, os ameloblastos protetores formam uma camada que recobre a coroa até a erupção. Essa função preserva... Continue a ler "Histologia Dentária: Dentina, Esmalte, Polpa e Periodonto" »

Anatomia da Cabeça e Pescoço para Odontologia

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Músculos da Região da Cabeça e Pescoço

  • Divisão dos Músculos da Cabeça

    Os músculos da região da cabeça dividem-se em dois grupos principais:

    • Cutâneos: Inervados pelo Nervo Facial (VII par), inseridos na pele, responsáveis pela mímica facial.
    • Mastigatórios: Inervados pelo Nervo Trigêmeo (V par), inseridos na mandíbula, responsáveis pelos movimentos da mastigação.
  • Músculos Supra-Hióideos e Funções

    Estes músculos (Digástrico, Gênio-hioideo, Milo-hioideo e Estilo-hioideo) têm como função abaixar a mandíbula e elevar o osso hioide:

    • Digástrico
    • Gênio-hioideo
    • Milo-hioideo: Atua na elevação da língua.
    • Estilo-hioideo: Responsável pelo deslocamento do hioide.
  • Músculos Infra-Hióideos

    São considerados abaixadores indiretos da mandíbula,

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Morfologia radicular e canais dentários

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Incisivo central superior

  • Raízes: raiz única, sem bifurcações; formato cônico-piramidal com arestas arredondadas, sendo delgada e achatada no sentido mesio-distal.
  • Canais: único; ocupa posição mediana, volumoso, de forma cônica, mais largo no sentido vestíbulo-lingual.

Incisivo central inferior

  • Raízes: raiz única, sem bifurcações; muito fina, com seção oval e fortemente achatada no sentido mesio-distal. As faces proximais têm sulcos longitudinais largos e profundos, sendo o da face distal quase sempre o mais profundo. O ápice é ligeiramente curvado no sentido vestibular.
  • Canais: possui canal e forame únicos, correspondendo à forma externa da raiz, com sua maior extensão no sentido vestíbulo-lingual. O achatamento no sentido
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Protocolos de Limpeza e Preparo Cavitário para Restaurações

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Limpeza da Cavidade

A limpeza visa remover restos de dentina cariada, óleo, bactérias e impurezas.

A) Amálgama

  • Utilizar Clorexidina 2%.
  • Lavar e secar.
  • Aplicar bolinha de algodão com solução fluoretada a 2% durante 1 minuto (proteção contra recidivas de cáries).

B) Resina

  • Utilizar Clorexidina 2%.
  • Lavar e secar.
  • Aplicar Ácido Fosfórico, Adesivo e Fotopolimerizar.

Preparo Cavitário para Amálgama

Objetivo do preparo: Prevenir novas cáries e favorecer o restabelecimento da função.

Requisitos do Preparo Classe I

  • Ângulo interno arredondado.
  • Parede pulpar paralela ao plano oclusal.
  • Espaço mínimo de 1,5 mm de amálgama.
  • Ausência de esmalte sem suporte.
  • Paredes circundantes Mésio-Distais (M-D) paralelas ou pouco divergentes.
  • Paredes circundantes Vestíbulo-
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Guia de Colocação de Cúspides Dentárias e Oclusão

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Maxilar Superior: Oclusão Topo de Crista Marginal

A colocação das cúspides funcionais (linguais) do maxilar superior em relação à oclusão topo de crista marginal:

  1. Primeiro Pré-molar (Cúspide Vestibular): Fossa distal do primeiro pré-molar.
  2. Segundo Pré-molar (Cúspide Vestibular): Fossa distal do segundo pré-molar.
  3. Primeiro Molar (Cúspide Mésio-lingual): Fossa central do primeiro molar.
  4. Primeiro Molar (Cúspide Disto-lingual): Crista marginal distal do primeiro molar e crista marginal mesial do segundo molar.
  5. Segundo Molar (Cúspide Mésio-lingual): Fossa central do segundo molar.
  6. Segundo Molar (Cúspide Disto-lingual): Crista marginal distal do segundo molar.

Maxilar Superior: Oclusão Cúspide-Fossa

A colocação das cúspides funcionais... Continue a ler "Guia de Colocação de Cúspides Dentárias e Oclusão" »

Anatomia Dentária: Pré-Molares e Molares Superiores e Inferiores

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Características Comuns dos Pré-Molares

Face Vestibular:

  • Aspecto pentagonal.
  • Dois sulcos ocluso-cervicais devido à fusão dos 3 lobos de desenvolvimento.
  • O lobo de desenvolvimento médio é o mais proeminente, formando uma crista que se estende até o terço cervical.

Face Lingual:

  • Aspecto pentagonal.
  • Convexidades cérvico-oclusal e mésio-distal.

Faces Proximais:

  • Forma quadrangular.
  • Contorno cervical com concavidade voltada para a raiz.
  • Convexas em todos os sentidos.

Face Oclusal:

  • Forma de pentágono.
  • Presença de mais de uma cúspide (diferente dos caninos).
  • Rebordos mesial e distal unindo proximalmente as cúspides.

Diferenças entre Pré-Molares Superiores

Face Vestibular:

Primeiro Pré-Molar Superior:

  • Coroa maior no mesmo arco.
  • Crista cérvico-oclusal deslocada
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Revisão de Histologia e Embriologia Odontológica

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A seguir, apresentamos um resumo corrigido e formatado de conceitos chave em histologia e embriologia odontológica:

  1. Responsável pela formação da mandíbula: Arco Branquial.
  2. Processos faciais que participam da formação do lábio superior: Nasais Mediais e Maxilar.
  3. Processo facial que participa da formação da porção média do lábio superior: Nasais Mediais.
  4. Primeiro Arco Branquial: Saliências linguais laterais, tubérculo ímpar, corpo da língua. Terceiro Arco Branquial: Eminência hipobranquial, 1/3 posterior da língua.
  5. Função da Bainha Epitelial de Hertwig: Guia a formação da raiz e é responsável pela formação da alça cervical.
  6. Estágios do Desenvolvimento Dentário:
    • Broto ou Botão: Primeiro estágio do desenvolvimento dentário.
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Técnicas de Anestesia Odontológica: Guias Detalhados

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Anestesia Alveolar Superior Posterior
Área Anestesiada: Mucosa vestibular, periodonto, tecido ósseo vestibular, polpa dos 1º (exceto raiz mesiovestibular), 2º e 3º molares superiores.
Posição: Lado direito: 8h. Lado esquerdo: 10h.
Técnica: Introduzir a agulha no fundo de sulco do segundo molar superior, com inclinação de 45º em relação ao plano oclusal da maxila. Utilizar de 2/3 a 1 tubete de anestésico.

Anestesia Alveolar Superior Médio
Área Anestesiada: Mucosa vestibular, periodonto, tecido ósseo vestibular, polpa dos pré-molares superiores e raiz mesiovestibular do 1º molar superior.
Posição: De frente para o paciente. Lado direito: 10h. Lado esquerdo: 8h ou 9h.
Técnica: Introduzir a agulha no fundo de sulco do segundo... Continue a ler "Técnicas de Anestesia Odontológica: Guias Detalhados" »

Preparo de coroas metalocerâmicas e metálicas

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Preparo de Coroa Metalocerâmica Anterior

Sequência de passos:

  1. Sulcos de orientação incisal: Com broca 3216 ou 2215, aprofundar aproximadamente 2,0 mm.
  2. União dos sulcos incisais: Com broca 3216 ou 2215, acompanhando o paralelismo da borda incisal.
  3. Sulcos de orientação vestibular: Com broca 4138 ou 3382, em dois planos, acompanhando as inclinações médio-incisal e médio-cervical, aprofundando de 1,2 a 1,5 mm.
  4. União dos sulcos vestibulares: Com broca 4138 ou 3382, estendendo o preparo até as regiões interproximais, com terminação em chanfro largo a nível gengival.
  5. Orifício de orientação lingual: Com broca 1014, aprofundar pouco mais da metade da parte ativa da broca no terço médio incisal (1,2 a 1,5 mm).
  6. Redução lingual: Com broca
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Sociedades em Comum e Conta de Participação

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Sociedades em Comum

Enquanto não inscritos os atos constitutivos, a sociedade, exceto por ações em organização, reger-se-á pelo disposto nestas regras, observadas, subsidiariamente e no que com ele forem compatíveis, as normas da sociedade simples.

PROVA

Os sócios, nas relações entre si ou com terceiros, somente por escrito podem provar a existência da sociedade, mas os terceiros podem prová-la de qualquer modo.

PATRIMÔNIO

Os bens e dívidas sociais constituem patrimônio especial, do qual os sócios são titulares em comum.

BENS SOCIAIS

Os bens sociais respondem pelos atos de gestão praticados por qualquer dos sócios, salvo pacto expresso limitativo de poderes, que somente terá eficácia contra o terceiro que o conheça ou deva conhecer.... Continue a ler "Sociedades em Comum e Conta de Participação" »