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Espanha franquista: Franco, isolamento e reaproximação

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Franco, durante a Segunda Guerra Mundial, além de Generalíssimo dos Exércitos e Chefe de Estado, era também líder do partido único (FET y de las JONS) e foi autorizado a aprovar decretos-leis sem prévia deliberação do governo. Isso, na prática, significou a usurpação das funções do legislador, o culto da personalidade e um caráter providencial (Francisco Franco, Caudillo de Espanha por graça de Deus). Desde sua ascensão, Franco empreendeu a tarefa de consolidar o Estado sob os princípios doutrinários do movimento nacional.

Foram criados órgãos e normas como o direito do trabalho e tribunais consultivos. Alguns dias após o início do conflito, Franco declarou a Espanha neutra, embora a política externa, liderada por Serrano

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Revolução Americana e a Grande Depressão de 1929

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A Revolução Americana: Causas e Consequências

Após a Guerra dos Sete Anos entre a França e a Inglaterra, a Grã-Bretanha, apesar de ter vencido o conflito, e através do seu rei George III, decidiu recuperar parte das perdas na economia de guerra, aumentando os impostos sobre as colônias americanas. O objetivo era forçá-las a serem grandes exportadoras de matérias-primas e importadoras de pequenas quantidades de produtos manufaturados, combinados com fortes impostos.

As colônias americanas da Inglaterra eram formadas por agricultores, artesãos, comerciantes e fabricantes. Sua economia era baseada na exportação da maioria das matérias-primas para a Inglaterra. O aumento de impostos e a má receção de mercadorias tornaram as colônias... Continue a ler "Revolução Americana e a Grande Depressão de 1929" »

Guerra Civil Espanhola: História, Conflitos e Consequências

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Divisões na Espanha Republicana

Dentro da Espanha republicana, voltaram a aflorar, durante a guerra, as diferenças entre os partidos e as organizações sindicais, produzindo divisões entre anarquistas, comunistas e socialistas. Assim, a CNT-FAI (anarquistas, Doc. 3) era partidária de fazer, ao mesmo tempo, a guerra e a revolução, pois estavam convencidos de que não era possível ganhar a guerra sem levar a cabo a revolução. No entanto, o PCE (comunistas) defendia a República democrática e parlamentar (Doc. 4), enquanto a UGT e os socialistas eram também partidários da revolução, mas para levá-la a cabo depois de ganhar a guerra (Doc. 5). Essas diferenças causaram confrontos entre comunistas e anarquistas. Em 1937, Negrín formou... Continue a ler "Guerra Civil Espanhola: História, Conflitos e Consequências" »

h3>A Revolução Agrícola e suas Consequências: Demografia, Tecnologia e Comércio

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1. A Revolução Agrícola: Transformações e Impactos

A revolução agrícola provocou alterações significativas na terra, com o Parlamento Inglês aprovando leis para cercar e legalizar propriedades. Houve também mudanças nas técnicas agrícolas, introduzindo o sistema de rotação de quatro anos com plantas nitrogenadas, que atuam como fertilizantes naturais. Isso suprimiu os pousios, aumentou a extensão cultivada e, consequentemente, a disponibilidade de alimentos. O progresso técnico na agricultura também se manifestou com a emergência de novos tipos de arados.

2. Revolução Agrícola e Demográfica: Um Ciclo de Crescimento

Esta revolução levou à revolução demográfica, pois o aumento na produção de alimentos elevou a expectativa... Continue a ler "h3>A Revolução Agrícola e suas Consequências: Demografia, Tecnologia e Comércio

Regência de Maria Cristina: Estabilidade, Oposição e Nacionalismo (1885-1902)

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A Regência de Maria Cristina de Habsburgo e o Tempo de Festa: Oposição ao Sistema Regional e Nacional

Em novembro de 1885, Alfonso XII faleceu, deixando como regente Maria Cristina de Habsburgo. A necessidade de assegurar a estabilidade do regime levou os líderes Cánovas e Sagasta a estabelecer um acordo histórico conhecido como o Pacto de Pardo. Este pacto previa apoio à regência para facilitar a transição governamental, evitando a anulação da legislação vigente. Ambas as partes cumpriram o acordo, garantindo a alternância regular no poder até a morte do rei. Maria Cristina respeitou as decisões governamentais, mas o Pacto de Pardo agravou a corrupção política e a distorção da vontade popular, gerando desconfiança no... Continue a ler "Regência de Maria Cristina: Estabilidade, Oposição e Nacionalismo (1885-1902)" »

A Formação dos Senhorios e os Usos Feudais

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A Formação dos Senhorios e o Sistema Feudal

A Formação das Casas e Senhorios: A crise do Império, produzida pelo regime feudal, foi agravada pelos laços de dependência pessoal iniciados no período anterior. A diferença entre o domínio e a suserania reside na propriedade e na função pública legal. A mansão (ou senhorio) consistia em grandes áreas, nem sempre geograficamente contínuas, abrangendo partes da Coroa (espaços sujeitos à autoridade do rei) e outros locais de domínio (sujeitos à autoridade de um senhor). Esses espaços não precisavam ser homogêneos, pois podiam ser considerados apenas em relação às pessoas.

Não existia uma forma única de constituição de propriedades. Elas podiam originar-se de:

  • Transferências
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As Guerras Carlistas e a Abolição dos Foros Bascos

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Posições ideológicas opostas deram origem às Guerras Carlistas. Estas foram desenvolvidas principalmente no País Basco devido ao grande número de carlistas que não queriam perder os seus estatutos. Eles, portanto, travaram ao longo do século as Guerras Carlistas.

Primeira Guerra Carlista (1833-1840)

A primeira guerra (1833-1840) ocorreu sob o pretexto da sucessão. Foi travada em grande parte no País Basco, na forma de guerrilha, pegando de surpresa as tropas liberais. Pode ser dividida em três fases:

  • Primeira Fase: Os carlistas derrotaram repetidamente o campo liberal sob o comando de Tomás de Zumalacárregui. Dom Carlos ordenou o cerco de Bilbau, onde o general morreu.
  • Segunda Fase: Foi a época mais crítica para o lado liberal. Os
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Crise Final do Regime de Franco (1973-1975)

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A Lei Orgânica do Estado (1967) e a Concentração de Poder

A Lei Orgânica do Estado (1967) serviu de base para o regime. As funções específicas dos órgãos estatais refletiam a concentração de poder no ditador, modificadas por outras leis fundamentais que introduziram novas funcionalidades (como a separação entre chefe de Estado e chefe de Governo). Os tecnocratas do Opus Dei, com o apoio de Carrero Blanco, reforçaram suas posições. Eles defendiam o crescimento econômico como elemento-chave para a estabilidade política e garantia, possuindo uma ideologia definida: o compromisso de continuar o regime de Franco através de uma monarquia autoritária representada por Juan Carlos de Borbón, afastada dos falangistas.

Em 1969, Franco... Continue a ler "Crise Final do Regime de Franco (1973-1975)" »

Imprensa Brasileira: 1930-1974

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Jornais brasileiros 1930-1974

Foram anos agitados para os jornais neste período. O Diário Carioca, por exemplo, em 3 de outubro, quando estourou a Revolução de 30, iniciada pela chapa derrotada nas eleições por Júlio Prestes, Getúlio Vargas e João Pessoa, apoiou os revolucionários. Depois do evento, o jornal rompeu com o movimento e passou a adotar posicionamentos estranhos, fez campanhas contra a Light, a companhia de Gás, indústria pesqueira, à imigração de elementos indesejáveis, como japoneses e sírios, como também posições a favor dos funcionários públicos e da liberdade de imprensa. Esta mudança de posicionamento gradativamente aconteceu com todos os jornais, chegando ao ponto do governo getulista tomar a posse do... Continue a ler "Imprensa Brasileira: 1930-1974" »

Liberalismo e Nacionalismo na Europa do Século XIX

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Evolução do Liberalismo na Europa

Revoluções de 1820: Liberalismo Subversivo

Após a Restauração, a repressão forçou o liberalismo a operar na clandestinidade. Os levantes antiabsolutistas desta época falharam.

Revoluções de 1830: Liberalismo no Poder

Estas revoluções levaram os liberais ao poder em muitos estados europeus. A França adotou uma monarquia constitucional, a Bélgica tornou-se independente da Holanda, e Espanha e Portugal estabeleceram governos liberais. No entanto, grupos populares foram excluídos do governo.

Revoluções de 1848: Liberalismo e Democracia

Iniciadas na França com a proclamação da Segunda República, estas ondas revolucionárias espalharam-se por outros estados. Contaram com maior participação das... Continue a ler "Liberalismo e Nacionalismo na Europa do Século XIX" »