Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de História de Universidade

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As Causas do Colapso da República Romana e as Reformas dos Gracos

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As Causas do Colapso da República Romana

  • Explicar as causas do colapso da República Romana. Que reformas procuraram estabelecer os Gracos e por que não?
  • Após a conclusão da sua expansão no Mediterrâneo, em 146 a.C., a preocupação passou a ser adaptar as instituições da cidade-estado às demandas do império e lidar com os problemas políticos e sociais internos (desemprego, pobreza, falta de terra que leva a uma crise na agricultura).
  • Havia pouco interesse no bem-estar dos indivíduos.
  • O governo provincial piorou, porque os governadores, os cobradores de impostos e soldados exploravam os habitantes das províncias.
  • As virtudes (lealdade, espírito cívico, patriotismo, harmonia social) começaram a diminuir após o fim da ameaça de Cartago
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Origens da Sociedade Contemporânea: Capitalismo e Estado

Enviado por MAL&EMG e classificado em História

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Contexto Histórico da Sociedade Contemporânea

Na transição da Idade Média, a Europa encontrava-se desestruturada, enfrentando uma séria crise no século XV. Em Portugal, a burguesia, juntamente com as classes populares de Lisboa, ajudou D. João I a conquistar o poder nas cortes de Coimbra de 1385. Este evento representou a vitória da classe mercantil, que desejava patrocinar os descobrimentos marítimos.

A burguesia estabeleceu um mercado mundial sob a égide das relações comerciais capitalistas, o que acarretou a progressiva unificação dos povos. O capitalismo, por outro lado, permitiu o rápido e constante aperfeiçoamento dos instrumentos de produção.

Organização da Sociedade

A sociedade pode ser analisada a partir de dois conceitos... Continue a ler "Origens da Sociedade Contemporânea: Capitalismo e Estado" »

Sistema de Relações de Trabalho: Evolução e Impacto

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Tópico 1. Sistema de Trabalho de Relações

Desde a Revolução Industrial, podemos começar a falar sobre Relações de Trabalho (RR.LL.). A indústria cria uma nova forma de intercâmbio de trabalho por bens. Antes, a força de trabalho não era trocada por outros bens (escravos), caracterizando a exploração do homem pelo homem. Na Revolução Industrial, surge um novo conceito: o trabalho por salários. Isso provoca um aumento da riqueza e um rápido crescimento dos países. O capitalismo cria muita riqueza, no entanto, a sociedade liberal não sabe como reparti-la. A riqueza acumula-se rapidamente num pequeno número de pessoas (os capitalistas). As regras vigentes no Estado Liberal criam riqueza, mas não resolvem a questão da distribuição.... Continue a ler "Sistema de Relações de Trabalho: Evolução e Impacto" »

A Evangelização na América Colonial: Processos e Impactos

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A Tradição Evangélica da Igreja

A Igreja possuía uma prática anterior, esperando transferir a tarefa para o espanhol:

  • Catequese: significava que a religião indígena deveria ser compreendida e aceita. Era quase uma tarefa de persuasão.
  • Batismo e aceitação.

A Coroa considerava esse processo muito lento e acabou invertendo a metodologia:

  • Metodologia desenvolvida pela Espanha;
  • Destruição de locais sagrados;
  • Exigência de mudança;
  • Batismo forçado;
  • Catequese.

Essa adesão à fé foi formal, jamais profunda. Ocorreu como resposta à sobrevivência, mantendo a cultura nativa escondida. A escassa educação oferecida pelos espanhóis levou ao segredo religioso, camuflado pela aceitação formal da fé.

Causas

A falta de evangelização poderia levar... Continue a ler "A Evangelização na América Colonial: Processos e Impactos" »

Teorias da Origem do Estado: Naturalismo e Contratualismo

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Teoria Naturalista

Esta teoria possui o maior número de adeptos e exerce grande influência na vida do Estado, sem excluir a consciência e a vontade humana.

  • Aristóteles: Afirmou que "o homem é naturalmente um animal político". Para ele, apenas indivíduos de natureza vil ou superior viveriam isolados.
  • Cícero: Defendia que o homem possui um instinto natural de sociabilidade.
  • Tomás de Aquino: Reforçou que o homem é, por natureza, um animal social e político.
  • Ramelleti: O homem é induzido pela necessidade natural a associar-se com seus pares.

Resumo: A sociedade é um fato natural determinado pela necessidade de cooperação para a consecução dos fins da existência humana.

Teoria Contratualista

Sustenta que a sociedade é produto de um acordo... Continue a ler "Teorias da Origem do Estado: Naturalismo e Contratualismo" »

O Estado Social: Conceito, Características e Crise

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O Estado Social na Constituição Espanhola

A Constituição, em seu Art. 1º, estabelece que a Espanha é um Estado social. Essa ênfase é crucial, pois o regime de Franco também se autoproclamava social, o que era manifestamente impossível sem um Estado democrático.

Evolução do Estado de Bem-Estar Social

Um segundo elemento a considerar é que o Estado de Bem-Estar Social foi concebido de forma diferente no momento da elaboração da Constituição em comparação com a concepção atual. Naquela época, ele ainda não estava em crise e era considerado um elemento fundamental para a modernização do Estado democrático, sendo, portanto, visto como de grande importância.

Impacto da União Europeia no Estado Social

Além disso, a Espanha... Continue a ler "O Estado Social: Conceito, Características e Crise" »

Direito do Trabalho: Negociação e Políticas de Emprego

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Autonomia individual e coletiva

O artigo 37.1 da Constituição Espanhola (CE) reconhece o direito à negociação coletiva. Deve-se ter em conta que os direitos dos trabalhadores e empregadores possuem o mesmo nível hierárquico e nenhum deve ser primordial em relação ao outro. Isso possui uma tradução material: os sindicatos, através das garantias, realizam a negociação. Em certas ocasiões, os interesses de um grupo podem entrar em conflito com o interesse de um trabalhador individual; ou seja, o interesse coletivo representado por um sindicato pode colidir com a defesa de um interesse individual. A negociação coletiva é o maior poder conhecido pelos trabalhadores para melhorar suas condições laborais.

Regulação heterônoma

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Teorias Políticas: Do Elitismo ao Marxismo Contemporâneo

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Os elitistas modernos tinham em comum a pretensão de produzir uma teoria científica do poder. No entanto, diferenciavam-se entre si quanto à explicação das bases do poder e do caráter das elites. Ilustre sumariamente esta afirmação, recorrendo aos exemplos de Pareto, Mosca e Michels.

Mosca

Na perspetiva de Mosca, um dos aspetos mais óbvios de todos os organismos políticos era o facto de haver sempre duas classes de pessoas, uma mais e outra menos numerosa, sendo a primeira dirigida e a segunda dirigente. O que distinguia a minoria da maioria, conferindo-lhe o poder de dirigir, era, inicialmente, a organização. Organizada e coordenada, ela impunha-se a uma maioria atomizada e desarticulada. Além disso, a minoria também se destacava... Continue a ler "Teorias Políticas: Do Elitismo ao Marxismo Contemporâneo" »

A Economia do Século XVII e as Mudanças Sociais

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A Economia do Século XVII e as Mudanças Sociais na Organização

A maior parte do século XVII é um momento de recessão econômica, embora nem todos os lugares sejam afetados da mesma forma.

O conceito de Estado varia. A Espanha atribui o sucesso ao ouro trazido da América. Os holandeses, com suas áreas alagadas, representam um caso singular. A riqueza da Inglaterra é baseada no comércio e na produção industrial.

A economia mostra um aumento desde 1620, mas a crise começa a se manifestar em 1650, marcando um declínio com níveis baixos entre 1660 e 1680, devido à menor renda rural.

A recuperação da terra de pousio é dificultada pela falta de investimento por parte da nobreza, que não concede crédito. Isso ocorre tanto na Europa... Continue a ler "A Economia do Século XVII e as Mudanças Sociais" »

Plano Marshall: Objetivos, Implementação e Sucesso (1947-1952)

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Dada a escassez na Europa e a impossibilidade financeira de comprar produtos americanos, o apoio a este plano exigiu a coordenação prévia dos países europeus para a sua implementação. Esta coordenação foi realizada numa conferência em Paris, em Junho-Julho de 1947, à qual, depois de muita hesitação, a URSS compareceu. Apesar da campanha dos partidos comunistas, dezasseis países concordaram em receber ajuda e reuniram-se numa conferência em setembro de 1947.

Objetivos da Conferência de Paris

A Conferência estabeleceu três objetivos principais:

  1. Prevenir a insolvência europeia, que teria consequências desastrosas para a economia dos EUA.
  2. Evitar a propagação do comunismo na Europa.
  3. Criar uma estrutura que favorecesse o estabelecimento
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