Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de Língua e literatura de Ensino Fundamental II

Análise da Literatura Portuguesa: Gil Vicente a Cesário Verde

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Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente (Século XVI)

Contexto e Temas

Gil Vicente, dramaturgo português do século XVI, destacou-se pela crítica social ácida e mordaz presente em suas obras. Na comédia Farsa de Inês Pereira, utilizando o lema latino "Ridendo castigat mores" ("Rindo, corrigem-se os costumes"), Vicente expõe e ridiculariza os vícios e costumes da sociedade da época.

Sátira Social

Através do humor, o autor leva o público a rir de si mesmo, sem perceber que está sendo criticado. A peça satiriza o casamento como um negócio, a busca incessante por aparências e a hipocrisia da baixa nobreza, representada pela personagem Pêro Marques.

Personagens e Símbolos

Inês Pereira, o mote da peça, representa a busca por uma vida...

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A Batalha de Aljubarrota e o Legado de Nuno Álvares

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A Batalha de Aljubarrota e o Heroísmo Nacional

1) As perguntas retóricas têm os seguintes sentidos: captar a atenção das gentes a quem Nuno Álvares se dirige; implicar os homens no discurso, fazendo com que se sentissem na obrigação de dar uma resposta; e fazer com que os homens reflitam sobre a profunda indignação de Nuno Álvares perante a atitude daqueles homens.

2) Argumentos utilizados:

  • Um português não pode recusar a guerra;
  • Portugal foi sempre vencedor em todas as guerras, em toda a parte;
  • Nenhum português lhe poderá negar defesa, fé, o amor e o modo de ser português, deixando o seu reino sujeitar-se a uma potência inimiga;
  • Os portugueses que ali estão são descendentes dos que lutaram com o primeiro rei da nação, que com
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Análise Temática dos Cantos de Os Lusíadas

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Canto I: A Fragilidade da Condição Humana

O poeta reflete sobre a insegurança da vida humana e a sua fragilidade face aos perigos que a ameaçam. A metáfora "bicho da terra tão pequeno" realça a desproporção existente entre os heróis e as dificuldades que enfrentam para cumprir os seus objetivos.

Canto IV: O Velho do Restelo

A caracterização sublinha a idade ("velho"), o aspeto respeitável ("aspeito venerando"), a atitude de descontentamento, a voz solene e audível, e a sabedoria resultante da experiência de vida. O Velho impõe uma autoridade que lhe permite falar sem contestação.

  • Representação: Simboliza a opinião que via com desagrado a expansão para o Oriente, preferindo as conquistas no Norte de África.
  • Conflito: Representa
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Sociedade Limitada: Entenda o Capital Social e Responsabilidade dos Sócios

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SOCIEDADE LIMITADA: Via de regra, se nada for estabelecido, aplicam-se subsidiariamente as regras da sociedade simples. Todavia, é lícito aos sócios estabelecer no contrato social a aplicação supletiva da lei das sociedades anônimas. Surge neste tipo societário a aplicação supletiva de normas.

Pode ser uma sociedade de pessoas (afinidade entre os sócios, *affectio societatis*) ou de capitais (aspecto financeiro e econômico). Pode ser uma sociedade simples (aquelas de não empresários: advogados, engenheiros, médicos) ou uma sociedade empresária. Por conta do registro, a sociedade simples é registrada no cartório ou órgão competente (p. ex., OAB), e quando se trata de uma sociedade empresária, o registro caberá na Junta Comercial....

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Origens e Evolução dos Estudos Gramaticais

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A origem da gramática que conhecemos atualmente se dá na Grécia Antiga, com os estudos de filósofos como Platão e Sócrates. Estes se preocupavam principalmente com a denominação: Platão estabeleceu a distinção entre substantivo e verbo, por exemplo, e abriu caminho para a compreensão analítica da estruturação do pensamento. Mais tarde, Aristóteles expande as classes de palavras, distinguindo também classificações primitivas de conjunções e qualificadores. Dos estoicos, temos ainda os primeiros estudos de etimologia e das regularidades da língua. Contudo, tais ideias faziam parte de uma teoria geral do conhecimento envolvendo a filosofia e a lógica, sem ainda constituir uma gramática independente.

É no século II a.C....

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Análise Literária: Peregrinação, Bocage e Figuras de Estilo

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Peregrinação

  • O narrador é homodiegético, uma vez que participa na ação integrado num grupo do qual não é a figura mais relevante. As personagens principais são outras, mas o sujeito da enunciação participa nos eventos que relata.
  • O episódio contribui para conferir à Peregrinação uma dimensão crítica. Pela boca de uma das personagens envolvidas nos acontecimentos (como acontece igualmente nos episódios da rainha de Aauru, do rei dos Batas ou do menino chinês), o narrador desvenda a atuação nem sempre correta dos portugueses no Oriente, desprezando os valores cristãos e agindo, por vezes, falsamente, sob a aparência da bondade e da fé, com recurso à violência, em prol do seu bem-estar e do seu enriquecimento.

Bocage: Poesia

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A Partida da Armada: Despedida em Belém

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Despedida de Belém
Estrofes 83 a 89:
Depois de relembrar a História de Portugal, Vasco da Gama narra ao rei de Melinde a partida da armada para a viagem de descoberta do caminho marítimo para a Índia, em analepse.
Começa por contar que os navegadores foram remunerados por D. Manuel I e incentivados com palavras de ânimo.
No porto de Lisboa, prepararam-se as naus para a viagem, encontrando-se os marinheiros e os soldados muito entusiasmados e sem medos. Depois destes preparativos, aprontaram-se também espiritualmente, pedindo a Deus orientação e apoio para a viagem.
Vasco da Gama refere que quando recorda o momento da partida, cheio de dúvida e receio, tem dificuldade em conter as lágrimas.
Naquele dia, o povo da cidade de Lisboa aglomerou-
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Guia Completo para Escrita de Roteiros: Dicas e Técnicas Essenciais

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Ao encontrar uma ideia, é importante questioná-la para perceber a sua viabilidade e, ao mesmo tempo, estabelecer um gênero (categoria ou tipo de história) de história que se quer contar. Se é ação, comédia, crime, terror, thriller, romance, suspense, drama...

É necessário definir com clareza do que se trata a história, tendo uma noção clara do assunto.

Alicerces principais:

1: Determinar o tema (1 palavra);

2: Escrever título provisório (1-5 palavras)

Estabelecer a premissa: X leva a Y (ex: amor leva à libertação)

STORYLINE: É o termo empregue para designar, com um mínimo de palavras, o conflito-matriz de uma história. Não deve conter mais de 2/5 linhas. Contém a apresentação, o desenvolvimento e a solução do conflito...

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Análise do II Ato: A Prisão de Gomes Freire

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II Ato: A Prisão de Gomes Freire

Matilde e Sousa Falcão tentam salvar o General, que acaba por ser executado juntamente com os outros conspiradores.

  • Cena 1 (pág. 77): Monólogo de Manuel sobre a situação política em Portugal (idêntico ao do Ato I); informação sobre a prisão de Gomes Freire.
  • Cena 2 (pág. 79): Diálogo entre populares: além do general, muitas pessoas foram presas durante a noite.
  • Cena 3 (pág. 80): Chegada da polícia que obriga o grupo de populares a dispersar. Rita relata a prisão do general, a que ela própria assistiu.
  • Cena 4 (pág. 83): Em casa, Matilde de Melo contesta valores como a coragem, a lealdade e a justiça, fazendo a apologia do comodismo. Matilde recorda os bons momentos passados com Gomes Freire.
  • Cena
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I Ato: A Conspiração contra Gomes Freire

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I Ato: O Conselho de Regência acusa o General Gomes Freire

O Conselho de Regência, com a ajuda de delatores, acusa o General Gomes Freire de conspirador.

  • Cena 1 (pág. 15): Monólogo de Manuel a propósito da situação política que se vive em Portugal;
  • Cena 2 (pág. 16): Diálogo entre as várias figuras populares: primeira referência ao General Gomes Freire, cuja figura é enaltecida pela boca de um Antigo Soldado;
  • Cena 3 (pág. 21): Vicente argumenta contra Gomes Freire e todos os generais;
  • Cena 4 (pág. 24): Chegada da polícia; o grupo de populares dispersa e a polícia dialoga com Vicente que, assumindo-se como delator, vai falar com um dos governantes do reino: D. Miguel Forjaz;
  • Cena 5 (pág. 33): Diálogo entre Vicente e D. Miguel: cada
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