Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de Medicina e ciências da saúde de Ensino Fundamental I

Hipóxia, Anóxia, Isquemia e Lesão Celular

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Hipóxia: ausência de oxigênio no sangue para manter as funções corporais. As células necessitam de O² para sintetizar ATP e realizar suas funções. Esse ATP advém também da glicose (fontes diretas de energia). A hipóxia é um dos maiores fatores que causam lesão nas células.

Anóxia: ausência total de O²

Isquemia: falta de O² e nutrientes (oclusão dos vasos sanguíneos)

Infarto: área ou região de necrose isquêmica, ou seja, área que houve morte celular por falta de O² e nutrientes.

O resultado final da lesão celular é a morte celular que pode ser por necrose ou apoptose. As principais causas que levam a lesão celular são: privação de O² (hipóxia, anóxia e isquemia).

FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA: geração de ATP a partir...

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Atrofia, Hiperplasia, Hipertrofia, Metaplasia e Degeneração

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Atrofia Epitelial

É a diminuição do volume e da massa de um tecido ou órgão em consequência da diminuição do volume ou o número de suas células. ETI: senilidade, inatividade, denervação, desnutrição (inanição), compressão vascular e uso de órteses (imobilidade). MICRO: diminuição das papilas dérmicas, diminuição ou ausência das projeções epiteliais, diminuição da espessura do tecido epitelial e interface plana com o conjuntivo. MACRO: diminuição do tecido por falta de nutrientes.

Hiperplasia

É o aumento de um tecido ou órgão em consequência do aumento do número das suas células. Ocorre em tecidos com populações celulares que tenham capacidade mitótica, ou seja, células que tem capacidade de se dividir.

Hiperplasia

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ICRU 50/62: Volumes, Dose e Imobilização em Radioterapia

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Parâmetros Essenciais para Tratamento com Radiação Ionizante (ICRU 50, 62)

Para descrever um tratamento com radiação ionizante, são necessários, no mínimo, 3 parâmetros:

  1. Volume Tratado: É a isodose escolhida pelo radioterapeuta como sendo apropriada para o tratamento.
  2. Dose de Radiação e Variação de Dose no PTV: É a dose que deve ser liberada o mais homogeneamente possível, devido à curva de efeito de dose relacionada ao controle tumoral e à técnica utilizada.
  3. Volume Irradiado: É o volume de tecido que recebe uma dose considerada significativa em relação à tolerância dos tecidos normais.

Conteúdo Necessário no Relatório de Tratamento

Neste relatório, é necessário descrever:

  • Tipo de doença e sua extensão;
  • Parâmetros físicos;
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Métodos contracetivos: tipos, funcionamento, vantagens e desvantagens

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Métodos Contraceptivos: Guia Completo

Métodos contraceptivos ou anticoncecionais são meios utilizados para evitar uma gravidez não desejada. A contraceção atua de três formas:

  • Evita a produção de gâmetas (ovócito).
  • Impede a fecundação.
  • Impede a nidação.

Como Funcionam?

Os métodos naturais pretendem impedir a fecundação sem a utilização de substâncias químicas ou de outras soluções técnicas, baseando-se apenas no cálculo do período fértil da mulher e na abstinência sexual durante esse período.

Os métodos tecnológicos ou não naturais impedem a produção e libertação de ovócitos, o acesso do espermatozoide ao ovócito ou a nidação, recorrendo a diferentes materiais e técnicas.

Métodos Naturais

Método do Calendário

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Fisiopatologia da Lesão Celular: Mecanismos e Morte

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Lesão Celular: Adaptação, Injúria e Morte

A célula submetida a um estresse fisiológico ou estímulo patogênico sofre uma série de adaptações celulares morfológicas e fisiológicas para preservar sua viabilidade e modular sua função.

Quando os limites de adaptação são ultrapassados, segue-se uma sequência de eventos chamada de injúria celular (lesão celular).

A injúria celular é reversível até certo ponto (depende da persistência do estímulo e sua intensidade). Após esse limite, sofre injúria irreversível e morte.

Lesão Reversível: Isquemia e Hipóxia

  • Isquemia: Perda do suprimento sanguíneo, resultando em falta de oxigênio e nutrientes.
  • Hipóxia: Falta de oxigênio.

Ambos os agentes agressores diminuem a geração de...

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Morte Celular: Necrose e Apoptose - Tipos e Mecanismos

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Morte Celular: Necrose e Apoptose

Mecanismos de Degradação Enzimática

  • Autólise: Quando as enzimas são provenientes de lisossomos das próprias células lesadas.
  • Heterólise: Quando as enzimas degradativas são extracelulares, provenientes de lisossomos de macrófagos e neutrófilos que migram para o local da morte celular.

Necrose

A necrose é um tipo de morte celular não programada, geralmente resultante de lesão celular irreversível.

Alterações da Necrose

Macroscopia

  • Áreas pálidas de coloração e consistência variável.
  • Pode ocorrer calcificação pela deposição de apatita de cálcio.

Microscopia Óptica (Coloração por H.E.)

  • Áreas de necrose coradas por H.E.
  • Eosinofilia aumentada: Coloração rósea aumentada devido à perda de
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Afasia, Agnosia e Apraxia: diferenças e tipos de distúrbios neurológicos

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Diferença entre Afasia de Broca e Wernicke

A afasia é a perda da capacidade e das habilidades de linguagem falada e escrita.

Afasia de Broca

A Afasia de Broca caracteriza-se por grande dificuldade em falar, porém a compreensão da linguagem encontra-se preservada. Essa síndrome é também conhecida como afasia não fluente, de expressão ou motora. Os pacientes conseguem executar normalmente a leitura silenciosa, mas a escrita está comprometida. Esses pacientes possuem, ainda, fraqueza na hemiface e membro superior direito (devido à proximidade das regiões afetadas pelo distúrbio circulatório). Os pacientes têm consciência do seu déficit e se deprimem com facilidade, sentindo frustração. Entretanto, o prognóstico é bom quanto à...

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Antibacterianos: mecanismos de ação, classificação e tratamento

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Antibacterianos: Definições e Características

Substância produzida por vários microorganismos (bactérias, fungos, actinomicetos) que impedem o crescimento de outros microorganismos. Exceções incluem sintéticos, sulfonamidas e quinolonas. O conhecimento dos processos moleculares de replicação bacteriana permitiu o desenvolvimento racional de compostos que interferem no seu ciclo vital.

Mecanismo de Ação dos Antibacterianos

  • Inibem a síntese da parede celular: Penicilinas, cefalosporinas, cicloserina, bacitracina, vancomicina (bacteriostáticos).
  • Alteram a permeabilidade da parede: Polimixina, nistatina, anfotericina B (bactericidas).
  • Afetam a síntese proteica: Cloranfenicol, tetraciclina, eritromicina e clindamicina (bacteriostáticos)
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Relaxamento Adaptativo e Receptivo do Estômago: reflexos e controle da pressão gástrica

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Relaxamento Adaptativo

Circuito Neural do Relaxamento Adaptativo

SNE (+) → N. Vago (+) → SNC (+) → N. Vago (+) → SNE (-) → Musculatura

O Relaxamento Adaptativo é um reflexo iniciado por neurônios receptores do SNE (Sistema Nervoso Entérico) que enviam suas aferências via nervo vago ao SNC (Sistema Nervoso Central). O SNC, também via nervo vago, atua sobre o SNE, estimulando o relaxamento da musculatura. Esse reflexo ocorre até que se atinja a distensão estomacal máxima, indicando saciedade. Há indícios de que o relaxamento seja produzido pela liberação de VIP (Peptídeo Intestinal Vasoativo) pelo SNE em resposta aos estímulos vagais, hiperpolarizando e relaxando o músculo.

O tônus geral do estômago proximal é reduzido

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Fisiologia da lactação: hormonas, lactogénese, expulsão do leite e colostro

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Hormonas e Desenvolvimento da Glândula Mamária

Prolactina – estimula o desenvolvimento do epitélio lóbulo-alveolar, apesar de as suas concentrações plasmáticas se manterem a níveis basais ao longo de quase toda a gestação.

Hormona de Crescimento – estimula o desenvolvimento dos condutos excretores.

ACTH – através dos corticoesteróides, estimula o crescimento mamário.

Lactogénese I: Início da Sintese de Leite

Fundamentais para a lactogénese são a Prolactina, a Insulina e os Glucocorticóides. A Hormona de Crescimento e o Lactogénio Placentário também desempenham papéis.

Papel da Prolactina

  • Crescimento e diferenciação da glândula mamária.
  • Inicia a síntese de leite.
  • Manutenção da lactação.

Regulação da Prolactina

Inibidores

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