Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Rosácea, HPI e Gordura Localizada: Guia Essencial

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Rosácea: Causas, Sintomas e Tratamento

A rosácea é uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente adultos após os 30 anos de idade, sendo mais frequente em mulheres.

Causas da Rosácea

As causas da rosácea ainda são desconhecidas, mas algumas hipóteses já foram postuladas:

  • Predisposição pessoal e alterações gastrointestinais.
  • Alimentos como café, bebidas alcoólicas, picles, pimenta e molhos quentes podem piorar o quadro da doença.
  • Frio e calor extremos, e exposição ao sol também podem agravar a condição.

Sinais e Sintomas da Rosácea

Os sinais e sintomas incluem:

  • Vermelhidão (eritema).
  • Vasos sanguíneos dilatados (telangiectasias).
  • Lesões avermelhadas e elevadas (pápulas).
  • Pústulas (pontos amarelos).
  • Sensações de queimação
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Farmacologia: Inibidores, Indutores e Mecanismos dos AINEs

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O que acontece com o metabolismo na presença de inibidores e indutores?

  • Na presença de um indutor: aumenta a atividade da enzima CYP, aumenta a velocidade do metabolismo do substrato, aumenta a velocidade de excreção e reduz a concentração do substrato no sangue.
  • Na presença de um inibidor: baixa a atividade da enzima, baixa a velocidade do metabolismo do substrato, baixa a velocidade de excreção e aumenta a concentração do substrato no sangue.

Mecanismo de ação dos AINEs

O principal mecanismo de ação dos AINEs (Anti-inflamatórios Não Esteroides) ocorre através da inibição específica da COX e, consequentemente, a redução da conversão do ácido araquidônico (AA) em prostaglandinas.

Diferença entre as funções COX-1 e COX-

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Embriologia: Cordão Umbilical e Rotação Intestinal

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1. Como o cordão umbilical se forma?

Na região cranial, existe um deslocamento para a superfície ventral do embrião do septo transverso, do coração primitivo, do celoma pericárdico e da membrana bucofaríngea. Já na região caudal, existe um deslocamento do pedículo de conexão e do alantoide que, devido ao fechamento caudal e cranial, restringe ainda mais o pedículo vitelino que dá origem ao ducto vitelínico. Além disso, ocorre um aumento na produção de líquido amniótico que faz com que o espaço amniótico inche e tome completamente o espaço coriônico; o mesoderma extraembrionário do âmnio e do córion se fundem. Como consequência desses eventos, existe a associação do ducto vitelínico + alantoide + pedículo de conexão,... Continue a ler "Embriologia: Cordão Umbilical e Rotação Intestinal" »

Ferimentos por PAF: Classificação, Orifícios e Zonas

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a) Classificação dos Ferimentos Perfurocontusos por PAF

Os ferimentos perfurocontusos produzidos por projéteis de arma de fogo (PAF) podem ser classificados ou considerados da seguinte forma:

  • Pela distância de disparo do alvo:
    • À curta distância
    • À longa distância
  • Pelas características de seus orifícios:
    • De entrada
    • De saída
  • Pela sua trajetória:
    • Arredondada
    • Ovalada ou elíptica

b) Quadro Comparativo: Ferimentos Típicos de Entrada e Saída

Apresentamos um quadro comparativo entre as características dos ferimentos típicos de entrada e os de saída:

CaracterísticaOrifício de EntradaOrifício de Saída
AspectoRegularDilacerado
BordasInvertidasEvertidas
Proporção ao projétilNormalmente proporcional ao diâmetro do projétil (exceção: projéteis
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Guia de Anatomia Cardiovascular e Respiratória

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1. Localização Anatômica do Coração

O coração localiza-se sobre o diafragma, próximo à linha média da cavidade torácica, no mediastino (massa de tecido que se estende do esterno à coluna vertebral e entre as pleuras). É revestido pelo pericárdio seroso (camada dupla: parietal e visceral) e fibroso. O coração possui 2/3 de sua porção voltada para a direita e 1/3 para a esquerda.

2. Pontos de Ausculta Cardíaca

Existem 4 áreas principais:

  • Foco Mitral (íctus): Ápice do coração - 5º espaço intercostal.
  • Foco Aórtico: À direita do esterno - 2º espaço intercostal.
  • Foco Tricúspide: À esquerda do esterno - 5º espaço intercostal.
  • Foco Pulmonar: À esquerda do esterno - 2º espaço intercostal.

3. Revestimentos Cardíacos e Ligamentos

O... Continue a ler "Guia de Anatomia Cardiovascular e Respiratória" »

Anatomia do Sistema Nervoso: Vias Olfatória, Visual, Motricidade Ocular e Anestesia Odontológica

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Caracterize a anatomia da via olfatória.

Os receptores do olfato estão localizados numa pequena área da mucosa nasal, nos

cornetos superiores, colada ao osso etmóide. Distinguem-se ali dois tipos de células: as

olfatórias e as de suporte. As primeiras são os verdadeiros receptores e consistem em

neurônios bipolares transformados: o prolongamento periférico é grosso e termina em

numerosos e finos apêndices à maneira de cílios, que ficam embebidos pela camada de

muco que recobre a mucosa; o prolongamento central atravessa a placa crivosa do

etmóide e termina ao bulbo olfatório do encéfalo. As substâncias voláteis, ao se porem em

contato com os cílios do receptor, acarretam a descarga de impulsos nervosos, que são

propagados pela mesma... Continue a ler "Anatomia do Sistema Nervoso: Vias Olfatória, Visual, Motricidade Ocular e Anestesia Odontológica" »

Doenças Neurodegenerativas: Alzheimer, Parkinson e Epilepsia

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Alzheimer: Definição, Fatores e Dietoterapia

Definição

Doença caracterizada por um declínio progressivo das funções cognitivas.

Fatores Etiológicos

O fator genético está entre diversos fatores relacionados, incluindo:

  • Agentes etiológicos e toxicidade.
  • Agentes infecciosos.
  • Exposição ao alumínio.
  • Radicais livres de oxigênio.
  • Aminoácidos neurotóxicos.
  • Ocorrência de danos em microtúbulos e proteínas associadas.

Evolução

Caracterizada por pequenos esquecimentos e perdas de memória, com agravamento gradual. As fases incluem: ligeira, moderada e grave. A função cerebral vai diminuindo, levando à deterioração das habilidades motoras até a completa incapacidade.

Dietoterapia

Focada na suplementação para combater o estresse oxidativo:... Continue a ler "Doenças Neurodegenerativas: Alzheimer, Parkinson e Epilepsia" »

Gastrulação e Neurulação: Desenvolvimento Embrionário

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Gastrulação e Neurulação

3ª Semana de Desenvolvimento

Tanto a gastrulação quanto a neurulação ocorrem por volta da 3ª semana de desenvolvimento embrionário.

Gastrulação

  • Formação dos 3 folhetos embrionários: endoderma, mesoderma e ectoderma.
  • Formação da mesoderma intraembrionária e da notocorda.
  • O sinciciotrofoblasto excreta HCG (gonadotrofina coriônica humana).
  • A placa pré-cordal e a notocorda são estruturas indutoras da placa neural.
  • Na extremidade da linha primitiva ocorre o nó de Hensen (centro de sinalização para a gastrulação).
  • Divisões contínuas do epiblasto originam a mesoderma através de migração lateral.
Questões sobre Gastrulação
  1. O que é formado na gastrulação?
    R: Os três folhetos embrionários: endoderma,
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Intubação e Extubação: Procedimentos e Cuidados

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Intubação

Durante a preparação para a intubação, deve-se realizar a pré-oxigenação utilizando o Ambu.

A cabeça deve ficar em “posição olfativa” para facilitar a visualização das estruturas laríngeas.

Coloque o laringoscópio na boca do paciente, tracionando para cima e para trás, elevando a epiglote.

Retire o laringoscópio e introduza o tubo.

Insufle o cuff com a seringa.

Verifique o posicionamento do tubo na traqueia.

Encaixe o Ambu no tubo.

Se estiver seletivo, desinsufle o cuff e reposicione o tubo.

Por fim, retire o Ambu e conecte o ventilador mecânico, fixando-o com uma faixa ou atadura.

Extubação

Critérios para Extubação

  • Escala de Glasgow acima de 8;
  • Capacidade de iniciar o esforço inspiratório;
  • Gasometria satisfatória.
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Cortes de Carne: Bovinos e Suínos - Características e Cocção

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Digestibilidade da Carne

A presença de proteínas estimula a secreção de sucos digestivos, contribuindo para a digestão dos alimentos. O percentual de absorção da carne é de 87% dos aminoácidos e 96% dos ácidos graxos. A presença de proteína no estômago libera um hormônio chamado gastrina, que lentifica o esvaziamento gástrico e estimula a saciedade.

Agentes Amaciadores da Carne

  • Ação Mecânica: Amaciamento realizado por equipamentos mecânicos que contêm várias lâminas que cortam as fibras da carne, tornando-a macia.
  • Ação Enzimática: Enzimas que promovem a degradação das fibras colágenas. Podem ser naturais (papaína e bromelina) ou industrializadas.
  • Ação Química: Através da ação do vinha d’alhos, que diminui o pH
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