Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Patogênese da Inflamação e Doenças Relacionadas: Revisão

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1- Cite os fenômenos que ocorrem no processo da patogênese da inflamação e qual a principal característica de cada um

Fenômenos irritativos: A presença do agente inflamatório provoca modificações na homeostase e, principalmente, no sistema imunológico. Células imunológicas recebem a informação da presença de algum corpo estranho e se ativam, liberando mediadores inflamatórios, que são substâncias que conduzirão o processo inflamatório.

Fenômenos vasculares: Após a ativação das células imunológicas e outras substâncias, a movimentação destas se torna muito mais intensa dentro da corrente sanguínea, assim como a sinalização proveniente do meio extraluminal. Pela liberação de histaminas, a vasodilatação faz com... Continue a ler "Patogênese da Inflamação e Doenças Relacionadas: Revisão" »

Guia Essencial de Fármacos: Antídotos, Anti-hipertensores e Antiarrítmicos

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Principais Antídotos e Suas Aplicações

Flumazenil:
Benzodiazepinas.
N-Acetilcisteína:
Paracetamol.
Atropina:
Organofosforados, carbamatos.
Pralidoxima:
Organofosforados.
Corticoide e Anti-histamínico:
Anafilaxia.
Azul de Metileno:
Fenotiazinas, metoclopramida.
Desferroxamina:
Ferro.
Dimercaprol:
Arsénio.
EDTA:
Chumbo.
Etanol:
Metanol.
Vitamina K:
Dicumarínicos.
Naloxona:
Opioides.
Hidroxocobalamina:
Cianeto.
Nitrato de Amila:
Cianeto.
Tiosulfato de Sódio:
Cianeto.
Octreotide:
Hipoglicemiantes.

Anti-hipertensores: Classes e Mecanismos de Ação

Inibidores da ECA (IECA):
Impedem o estreitamento das artérias ao bloquear a produção da angiotensina II, aliviando a tensão no coração.
Antagonistas dos Recetores de Angiotensina II:
Bloqueiam o efeito da angiotensina II,
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Guia Rápido de Condutas Clínicas Essenciais

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Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)

Diagnóstico:

  • 2 medidas ≥ 140x90 mmHg;
  • 1 vez ≥ 180x110 mmHg;
  • MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial): 24h > 125x75 mmHg, vigília > 130x85 mmHg, sono > 110x70 mmHg;
  • MRPA (Monitorização Residencial da Pressão Arterial): > 130x85 mmHg;
  • Lesão em órgão-alvo.

Órgão-Alvo:

  • Doença coronariana aterosclerótica;
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda (HVE);
  • Insuficiência Cardíaca (IC);
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Ataque Isquêmico Transitório (AIT);
  • Demência vascular;
  • Atrofia cerebral por aterosclerose;
  • Retinopatia hipertensiva (Grau I: estreitamento arteriolar, Grau II: cruzamento arteriovenoso patológico, Grau III: hemorragia e/ou exsudato, Grau IV: papiledema);
  • Nefropatia hipertensiva
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Guia Clínico: Avaliação de Dor e Patologias Comuns

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Tipos de Dor Abdominal

  • Visceral: Órgãos ocos, dor difusa. Ex: gastrite. Características: queimação, cólica, surda, intermitente ou persistente. Associa-se a sudorese, palidez, náuseas, vômitos e inquietação.
  • Parietal: Origem no peritônio parietal. Causada por inflamação. Dor localizada, constante e mais intensa que a visceral. Piora com movimentos; repouso alivia. Ex: apendicite, úlcera péptica, diverticulite, doença inflamatória intestinal, enterocolite infecciosa, colecistite.
  • Referida: Percebida em locais distantes, inervados no mesmo nível, bem localizada. A dor abdominal pode representar lesão torácica, coluna vertebral ou pelve. Ex: dor de origem duodenal ou pancreática sentida nas costas, dor em vias biliares sentida
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Explorando Estruturas e Funções Essenciais do Cérebro

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O Córtex Pré-Motor e a Aprendizagem Motora

O Córtex Pré-Motor é responsável pela aprendizagem motora e pelos movimentos de precisão. É na parte frontal da área do córtex motor correspondente à boca que reside a Área de Broca, que tem a ver com a linguagem. A área pré-motora fica mais ativa do que o resto do cérebro quando se imagina um movimento, sem o executar. Se se executa, a área motora fica também ativa. A área pré-motora parece ser a área que em grande medida controla o sequenciamento de ações em ambos os lados do corpo. Traumas nesta área não causam nem paralisia nem problemas na intenção para agir ou planear, mas a velocidade e suavidade dos movimentos automáticos (ex. fala e gestos) são perturbadas. A prática... Continue a ler "Explorando Estruturas e Funções Essenciais do Cérebro" »

Patologias Vasculares: Trombose, Edema, Infarto e Embolia

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Trombose

Formação de uma massa composta por elementos do sangue no interior dos vasos.

  • Trombo: Massa sólida, sangue coagulado, seco, opaco e friável.
  • Flebolito: Trombo calcificado.
  • Células endoteliais: Papel antitrombogênico (remoção de prostaglandinas, serotonina e angiotensina; síntese de prostaciclina; glicocálix sintetiza sulfato de heparam).

Fatores que favorecem: Idade, gravidez, obesidade e sexo feminino.

Tipos de trombos:

  • Vermelhos: Ocorrem nas veias, formados por hemácias e fibrina.
  • Brancos: Ocorrem nas artérias, formados por plaquetas e fibrina.
  • Misto: Mistura dos dois tipos.
  • Murais: Presos na parede do vaso.
  • Oclusivos: Obstruem totalmente o vaso.

Etiopatogênese (Tríade de Virchow): Alteração na parede vascular, alterações hemodinâmicas... Continue a ler "Patologias Vasculares: Trombose, Edema, Infarto e Embolia" »

Strongyloides Stercoralis: Morfologia, Transmissão, Patogenia e Tratamento

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Introdução

• 52 espécies descritas, duas infectantes para o homem:

S.stercoralis (Bavay, 1876);

S. fuelleborni (Von Linstow, 1905)  duas subespécies

S. f. fuelleborni e S. f. kellyi;

• A primeira espécie  macacos; humanos  África e Ásia e a segunda S. f. kellyi  crianças  Papua Nova Guiné (Oceania).

• Parasito descoberto por Normand e descrito por Bavay em 1876, Toulon – França, em soldados  Cochinchina (Vietnã).

18/05/2015

Strongyloides stercoralis - NÓBREGA, M.F.F.

2

Morfologia

Fêmea de vida livre ou estercoral

• Fusiforme; extremidades;

• Dimensões  0,8 a 1,2mm por 0,05 a 0,07;

• Cutícula fina e transparente. Aparelho digestório  boca (três lábios)  esôfago rabditóide  intestino... Continue a ler "Strongyloides Stercoralis: Morfologia, Transmissão, Patogenia e Tratamento" »

Sistema Vascular e Nervoso do Membro Pélvico

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A artéria ilíaca interna é um dos ramos terminais da aorta, irriga as vísceras pélvicas e as paredes da cavidade pélvica, incluindo musculatura lombar e os músculos sobrejacentes da região glútea. A artéria ilíaca interna prossegue como artéria pudenda interna, a qual envia ramos para os órgãos da cavidade pélvica, irriga o períneo e termina como as artérias do clitóris nas fêmeas ou nas artérias do pênis nos machos.

Artéria ilíaca externa é a artéria principal do membro pélvico. Após emergir como um dos ramos terminais da aorta, ela percorre pelo ílio, acompanhada pela veia com a mesma denominação e pelo nervo genitofemural.

Artéria femoral: Ao deixar o abdome, a artéria ilíaca externa prossegue como artéria... Continue a ler "Sistema Vascular e Nervoso do Membro Pélvico" »

60 Questões Essenciais sobre Neuroanatomia Humana

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  1. Quantos são os ventrículos no sistema nervoso central? São 4 ventrículos: dois laterais, um terceiro e um quarto ventrículo.
  2. Qual a meninge mais externa, em contato com o periósteo do osso? A meninge dura-máter.
  3. Quantos nervos cranianos existem? 12 pares.
  4. Qual nervo craniano emerge dorsalmente? O nervo troclear.
  5. Encéfalo e cérebro são sinônimos? Não. O cérebro é integrante do encéfalo.
  6. De que vesícula originam-se os hemisférios cerebrais? Do telencéfalo.
  7. Que nervo craniano emerge do pedúnculo cerebelar médio, na região limite entre o pedúnculo e a ponte? O nervo trigêmeo (5º par).
  8. Qual o lobo da visão? O lobo occipital.
  9. Em que giro encontramos a área motora primária? No giro pré-central.
  10. Qual fissura separa o lobo frontal
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Guia de Rastreio e Manejo: Câncer, Tuberculose e Pneumonia

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Rastreio e Manejo de Doenças Comuns

Câncer Colorretal

  • Rastreio Geral (Todos > 50 anos):
    • Colonoscopia: a cada 10 anos
    • Sigmoidoscopia: a cada 5 anos
    • Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes: anualmente
    • Colonoscopia Virtual: a cada 5 anos
    • Enema Opaco de Duplo Contraste: a cada 5 anos
    Se algum resultado positivo, realizar colonoscopia.
  • História Familiar: Rastrear a partir dos 40 anos ou 10 anos antes da idade em que o parente de primeiro grau foi diagnosticado com câncer.
  • Síndrome de Lynch:
    • A partir dos 20 anos: Colonoscopia a cada 2 anos.
    • A partir dos 40 anos: Colonoscopia anualmente.
    • Mulheres (rastreio ginecológico):
      • A partir dos 18 anos: Exame pélvico a cada 1-3 anos.
      • A partir dos 25 anos: Exame pélvico, ultrassonografia transvaginal e biópsia de endométrio
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