Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Acidentes de Trabalho, Doenças Profissionais e Prevenção

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Exemplos de acidentes não considerados de trabalho

1. Acidente ocorrido fora do local de trabalho porque o trabalhador se tenha ausentado, ainda que com autorização do empregador, para tratar de assuntos particulares (ex.: compra de cigarros).

2. Por exemplo, no trajeto para casa: um empregado chega à sua residência, abre o portão, entra em casa e escorrega numa casca de banana, caindo e magoando-se. Como se encontrava em casa, não é considerado acidente de trabalho; contudo, se a mesma situação tivesse ocorrido durante o trajeto do trabalho para casa, seria considerado acidente de trabalho.

Definição jurídica de acidente de trabalho

Aquele que se verifica no local e no horário de trabalho, produzindo lesão corporal, perturbação... Continue a ler "Acidentes de Trabalho, Doenças Profissionais e Prevenção" »

Salmonella sp: Características e Impacto

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1. Família Enterobacteriaceae

Salmonella sp

Salmonella sp pertence à família Enterobacteriaceae. É um bacilo Gram-negativo de 0,5 a 0,7μm de largura por 2,0 a 5,0μm de comprimento. Move-se com o auxílio de flagelos perítricos, são não esporulados e anaeróbios facultativos com metabolismo respiratório e fermentativo (Ordónez et alii, 2011). Salmonella sp é adquirida pela via fecal-oral e é composta por seis subespécies que são subdivididas em mais de 2500 serótipos (Andrea et alii, 2009; Heitoff et alii, 2012). Ocorrem como agentes patogênicos intestinais do Homem e de animais domésticos e selvagens, sendo frequentemente encontrados em animais, alimentos e no ambiente. (Shinohara et alii, 2008).

A ampla adaptabilidade da Salmonella... Continue a ler "Salmonella sp: Características e Impacto" »

Hábitos Bucais Deletérios: Etiologia, Consequências e Tratamento

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Etiologia e Objetivos no Tratamento Ortodôntico

Objetivos

O tratamento visa:

  • Prevenir irregularidades.
  • Definir o prognóstico do tratamento.
  • Viabilizar a estabilidade dos casos tratados.

Fatores Determinantes do Equilíbrio Oclusal

O equilíbrio oclusal depende de:

  • Fatores dentários.
  • Relação de proporcionalidade entre a maxila e a mandíbula.
  • Função normal dos músculos.
  • Perfeito engrenamento das arcadas.

A quebra desse equilíbrio resulta na modificação da morfologia da região dentoalveolar.

Hábitos Bucais Deletérios (HBD)

Os principais hábitos deletérios são:

  1. Hábitos de sucção não nutritiva.
  2. Pressionamento lingual atípico.
  3. Respiração bucal.

1. Hábitos de Sucção Não Nutritiva

Geralmente associado à necessidade de sucção durante os... Continue a ler "Hábitos Bucais Deletérios: Etiologia, Consequências e Tratamento" »

Fases da Domesticação e Utilização Zootécnica dos Animais

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Fases ou Estágios dos Processos de Domesticação

  • Prisão (Apreensão, aprisionamento ou cativeiro)

    Fase primária de domínio do homem sobre o animal. Nesta fase, o animal não oferece utilidades ou presta serviços.

  • Amansamento

    Estágio em que o animal se subordina à vontade do homem, estabelecendo com este uma convivência pacífica. Pode oferecer serviços, embora ainda não seja considerado doméstico. É a fase de pré-domesticação.

Modificações Morfológicas em Espécies Domésticas (Comparação com as Selvagens)

Morfológicas:

  • Qualidade dos Pelos:
    • Selvagens: Grosseiros e mal distribuídos.
    • Domésticos: Finos, sedosos e distribuídos uniformemente.
  • Coloração dos Pelos:
    • Selvagens: Coloração uniforme, discreta, geralmente parda.
    • Domésticos:
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Guia de Tratamentos Dermatológicos e Cicatrização de Feridas

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Fotoquimioterapia

PUVA (Psoraleno + UVA)

  • Fármaco: Metoxsaleno.
  • Indicações: Vitiligo, Psoríase, Linfoma Cutâneo.
  • Mecanismo de Ação: Estimula melanócitos, possui efeitos antiproliferativos, imunossupressores e anti-inflamatórios.

Terapia Fotodinâmica (TFD)

  • Fármacos: Ácido Aminolevulínico, Metilaminolevulinato.
  • Indicações: Ceratose Actínica, Cânceres Cutâneos Não Melanômicos, Acne, Fotorrejuvenescimento.
  • Mecanismo de Ação: Pró-fármacos que aumentam a Protoporfirina IX. Quando em contato com radiação visível, geram Oxigênio Singlete, induzindo apoptose.

Glicocorticoides

Glicocorticoides Tópicos

  • Exemplos: Hidrocortisona, Prednisolona, Dipropionato de Betametasona, Propionato de Halobetasol.
  • Indicações: Dermatite Atópica, Dermatite
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Recessos Peritoneais e Relações Anatômicas da Pelve

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  • Recesso iliocecal inferior (formado pela prega iliocecal – prega avascular)
  • Recesso retrocecal – Pregas cecais
  • Recesso intersigmoide (pode ser encontrado)

Espaço Retropúbico

Contém tecido adiposo frouxo e plexo venoso.

Limites:

  • Anterior: fáscia transversal
  • Posterior: fáscia umbilical pré-vesical

Escavações

  • Mulher: vesicouterina, retouterina
  • Homem: retovesical

Relações Peritoneais

  • A superfície superior está coberta por peritônio, somente.
  • Escavação vesicouterina (na mulher)
  • Escavação retovesical (no homem)

Relações Anatômicas

  • Superior: alças do intestino delgado ou cólon sigmoide (na mulher: também o corpo do útero)
  • Inferolaterais: espaço retropúbico (contém gordura, tecido fibroso frouxo e plexo venoso)

Limites (Estende-se em direção

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Débito Cardíaco, Retorno Venoso e Pressão Arterial

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Qual a relação entre débito cardíaco e retorno venoso?

Um dos fatores mais importantes que determinam o débito cardíaco é o volume diastólico final do ventrículo esquerdo, que por sua vez depende do retorno venoso, que também determina a pressão atrial direita.

Aumento do retorno venoso = aumento da pressão atrial direita = aumento do volume diastólico final = aumento do débito cardíaco.

Como o retorno venoso pode ser modificado?

O retorno venoso ocorre por causa de uma diferença de pressão. Quanto menor for a pressão atrial, maior é a diferença de pressão (gradiente), portanto, maior é o retorno venoso.

Quanto maior a pressão atrial, menor é o gradiente, e menor é o retorno venoso.

Por que e como ocorre o aumento do Débito

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Fisiologia Respiratória: Espirometria e Mecânica Pulmonar

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Espirometria

Através do espirógrafo, é possível analisar:

  • Volume Corrente: volume de inspiração e expiração a cada ciclo.
  • Volume de Reserva Inspiratória: volume excedente em uma inspiração máxima.
  • Volume de Reserva Expiratória: volume eliminado em uma expiração máxima.
  • Capacidade Inspiratória: volume total que pode ser inspirado (volume corrente + volume de reserva inspiratória).
  • Capacidade Vital: variação do volume total entre uma expiração máxima e uma inspiração máxima (volume corrente + volume de reserva inspiratória + volume de reserva expiratória).

Outros valores que podem ser medidos indiretamente:

  • Volume Residual: volume que permanece nas vias aéreas após expiração máxima.
  • Capacidade Residual Funcional: volume
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Medicina Nuclear: Princípios, Equipamentos e Protocolos Essenciais

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Medicina Nuclear: Princípios, Equipamentos e Protocolos

Introdução à Medicina Nuclear

  • MN: Imagens (cintilografia) e tratamentos (tireoide, processos inflamatórios, paliativo).
  • Imagem Funcional: Estudo da fisiologia, metabolismo e função.
  • Nota: O paciente emite radiação, não o equipamento.
  • Material: Radiofármacos (radioisótopos/radionuclídeos como fonte + fármacos com afinidade por órgãos).

Produção de Radiofármacos e Radionuclídeos

  1. Gerador de Tecnécio-99m (Tc-99m): Pai: Molibdênio-99 (Mo-99) com meia-vida longa; Filho: Tecnécio-99m (Tc-99m) com meia-vida curta.
  2. Reatores: Fissão (quebra de núcleos menores) de urânio, gerando nêutrons. Ex: Césio-137 (Cs-137) e Iodo-131 (I-131).
  3. Cíclotron: Acelerador de prótons (carga positiva,
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Nutrição na Doença Renal Crônica Não-Dialítica

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Tratamento Nutricional na Doença Renal Crônica Não-Dialítica

Na fase não-dialítica, o tratamento nutricional tem como objetivo retardar ou evitar a progressão da doença renal através de medidas nutricionais que promovam o controle adequado da hipertensão arterial sistêmica, da hiperfosfatemia, da acidose metabólica e do consumo proteico¹.

Em relação à restrição proteica, estudos clínicos e de meta-análise têm demonstrado seu benefício, tanto sobre o ritmo de progressão quanto sobre a sintomatologia urêmica¹. Essa manipulação dietética reduz o risco de morte e prolonga o tempo para entrada em diálise quando comparada à dieta não restrita em proteína¹. É importante destacar que, em geral, pessoas com doença renal... Continue a ler "Nutrição na Doença Renal Crônica Não-Dialítica" »